MAN lança campanha para incentivar uso de peça originais

 

A Man Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus da Volkswagen, lançou na última sexta-feira (02/09) sua mais recente campanha publicitária, o projeto “Tome conta de sua carga”. Com anúncios publicados em revistas do setor e páginas da internet, a campanha  - que durará até o mês de outubro – tem o objetivo de conscientizar sobre as conseqüências que o uso de peças não originais causam no veículo. “De forma lúdica, os anúncios representam a conservação da carga quando o veículo mantém as mesmas condições de quando sai de fábrica”, esclarece Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Fonte: O Carreteiro

Montadoras negociam benefício ambiental


A quatro meses de o Brasil dar seu maior salto na legislação de controle de emissões de caminhões e ônibus, as montadoras correm, nos bastidores, para tentar obter do BNDES financiamento com juros mais baixos para a nova geração de veículos, com estreia marcada para janeiro de 2012. Sob o argumento de ter investido em tecnologia, a indústria avisa que elevará os preços entre 8% e 20%. Por isso, o país volta a assistir a uma cena que marcou todas as vezes que se mexeu nesse tipo de lei: transportadores mais capitalizados antecipam encomendas para fugir do aumento de preço. Um caminhão ou ônibus custa hoje menos – e polui mais – que o similar de 2012. E só será trocado por um mais novo daqui a três, quatro ou cinco anos.
Num mercado que já vinha aquecido, a demanda aparece à medida que a data limite para os veículos atenderem à nova norma se aproxima. Enquanto, de janeiro a julho, as vendas de todos os tipos de veículos aumentaram 8,58%, o mercado de caminhões cresceu 15,1% e o de ônibus, 21,69%. No mesmo período, o segmento de automóveis registrou expansão bem menor, de 5,79%.
Para chegar à nova legislação, chamada de Proconve 7 – ou Euro 5, como prefere chamar a indústria de origem europeia – o país pulou uma etapa, a de número 6, por conta de polêmica, há dois anos, em torno de incertezas sobre a disponibilidade de combustível. A nova legislação representa uma mudança drástica não apenas nos componentes dos veículos, mas também num novo diesel, com menos enxofre, e num aditivo à base de ureia, chamado Arla 32. A necessidade de lidar com tudo isso implica numa mudança de hábitos, não apenas do frotista, mas principalmente, do motorista. Se for abastecido com o combustível vendido hoje, um veículo dessa nova geração vai quebrar.
Os representantes da indústria de caminhões e ônibus negociam com o governo redução nas taxas de juros nas linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na visão da indústria, a oferta de taxas de juros menores poderia atenuar a queda nas vendas prevista para 2012, que deverá ser motivada pela antecipação de compras em 2011.
Segundo uma fonte da indústria, a ideia é reduzir o custo do financiamento de forma que o valor das prestação de um caminhão do chamado euro 5, por meio do Finame, seja equivalente à paga hoje num caminhão Euro 3.
Uma fonte do governo diz que as maiores chances de redução nos juros do BNDES estariam no segmento de micro, pequenas e médias empresas, uma vez que os grandes frotistas têm maior capacidade financeira e já teriam antecipado muitas compras. Segundo a fonte, a decisão sobre o tema cabe ao Ministério da Fazenda. Essa fonte lembra, porém, que não há muito espaço fiscal para reduzir os juros. Procurado, o Ministério da Fazenda não se pronunciou.
Outra fonte do setor automotivo conta que em outra frente a indústria busca desonerar impostos de componentes. Essa redução tributária envolveria o Imposto de Importação das peças importadas que compõem o sistema do Euro 5. A cadeia automotiva foi o primeiro setor escolhido pelo governo para ser beneficiado por regime especial tributário, o qual ainda está em discussão com trabalhadores e setor privado, segundo disse ao Valor, em recente entrevista, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira. Esse regime deve contemplar pontos ligados ao financiamento, à inovação e à tributação, entre outros itens.
Ricardo Silva, vice-presidente de ônibus para a América Latina da Mercedes-Benz, diz que fabricantes de chassi e carrocerias de ônibus e os operadores das linhas estão envolvidos nas conversas com o BNDES para tentar garantir condições mais favoráveis de financiamento no primeiro ano de funcionamento do Euro 5. “Senão, pode se perder a oportunidade de implementar no país uma tecnologia ambientalmente melhor”, afirma.
Ontem a Mercedes anunciou a primeira venda de ônibus com motores Proconve P-7 para concessionárias de São Paulo. Silva estima que a tecnologia vai representar aumento de custo para a empresa entre 8% e 15%. O preço para o consumidor será acrescido em percentual semelhante.
O executivo prevê, porém, que as vendas de ônibus poderão cair entre 20% e 25% em 2012 em um cenário que combina desaceleração do mercado, hoje muito aquecido, e o efeito da entrada em vigor do Euro 5.
O setor está preparado para continuar em ritmo acelerado no último quadrimestre que antecede a mudança na legislação, com a perspectiva, inclusive, de cancelar as tradicionais folgas de Natal. “Estamos produzindo na capacidade máxima”, diz o diretor da Volvo, Bernardo Fedalto. O gerente de exportações da Marcopolo, Rodrigo Pikussa, prevê uma “ressaca”. O receio, diz ele, é que o mercado “congele” por um período.
Segundo o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, de janeiro a julho a empresa registrou aumento de vendas de 22,7% em caminhões em relação a igual período do ano passado. Para ele, desse crescimento entre oito e dez pontos percentuais se relacionaram à antecipação de compras.
Na Ford, nos primeiros sete meses, o crescimento chegou a 12% em comparação com o mesmo período de 2010, segundo Marcel Bueno, supervisor de marketing e vendas. Ele prevê que em 2012 o mercado poderá encolher entre 10% e 15%
Outra preocupação do setor é com a desinformação dos usuários. “Me assusto com isso”, diz Fedalto, da Volvo. Todas as montadoras têm feito palestras para explicar o funcionamento do novo sistema. “Mas, conversando com os clientes percebo o total desconhecimento daquilo que representará o maior salto do país em direção ao controle ambiental”, diz o vice-presidente comercial da Iveco, Antonio Dadalti. Como os demais, Dadalti acredita na disponibilidade do novo combustível, o chamado S-50. Mas ele se preocupa com a necessidade de atenção a certos detalhes. O tanque de uma carreta que transporta o diesel vendido hoje não pode receber o S-50 sem antes ser muito bem lavada.

Fonte: Valor Online

Randon lança novo implemento Linha R

Basculante Linha R

A Linha R da Randon tem novo integrante. A fabricante de implementos acaba de lançar no mercado a Basculante Linha R, que se junta aos outros cinco modelos da linha (Graneleiro, Sider, Frigorífico, Base de Container e Furgão).Basculante - A fabricante gaúcha destaca como inovações da Linha R agregadas a basculante a nova traseira, a instalação elétrica totalmente em LED, o novo apara-barro antispray, protetores laterais aparafusados e fabricados com material alternativo para redução da tara e o novo balancim. No quesito segurança, segundo a Randon, o implemento teve melhorias implementadas na escada frontal, que possibilita melhor ergonomia e segurança para acessar a caixa de carga do implemento; enquanto a pintura do chassi ganhou maior resistência e durabilidade, através de um sistema de pintura em primer e-coat.O Basculante Randon chega a 16 metros quando acoplado em cavalo mecânico, o que permite um PBTC de 53 toneladas na configuração de três eixos distanciados, resultando em uma carga líquida de até 35 toneladas com cavalo mecânico 6x2. O implemento, lançado há cerca de dois anos no mercado, conta com a inovadora Caixa de Carga Deslizante. Este sistema patenteado pela fabricante gaúcha permite distribuição de carga ideal no transporte e na descarga através do deslizamento da caixa de carga para a extremidade traseira, proporcionando basculamento seguro. O acionamento se dá por controle remoto e a movimentação é realizada por um cilindro hidráulico, sendo que a placa de deslizamento não necessita de lubrificação.

Fonte: Canal do Transporte 

Nova geração Volvo VM


                          A linha de caminhões VM da Volvo chega à sua terceira geração reunindo uma série de atualizações. Os modelos pesados e semipesados, que começam a ser oferecidos em todo o Brasil a partir de hoje (02.09) já esta equipada com novos motores Euro V oferecidos em três novas potências - 220cv, 270cv e 330cv, todos com seis cilindros. A evolução técnica proporciona maior rendimento e, consequentemente, maior produtividade. Uma das alterações ocorreu na pressão de injeção do propulsor, que passou de 1400 para 1800 bar, resultando em maior economia de combustível.
O VM com 220 cv, bastante usado em áreas urbanas e em trajetos regionais, ganhou um motor de 6 cilindros, 2 cilindros a mais que na versão anterior (antes tinha 210 cv). Já o motor do modelo rígido, que antes tinha 260 cv, chega agora a 270cv. Bastante versátil, é um modelo bastante utilizado para cargas mais elevadas e distâncias maiores.
Na configuração cavalo mecânico, o motor saltou de 310 cv para 330 cv, o maior aumento de potência da linha. Na configuração 6x4, as mudanças proporcionam mais potência e torque, fundamentais para operações em canteiros de obras.
VM rígido 330cv
Uma das novidades é o VM 330 cv nas versões rígidas 6x2 e 4x2. Até então, os caminhões da linha VM nesta faixa de potência eram oferecidos somente na opção de cavalo mecânico. Com esta nova configuração de VM rígido com motor 330cv passa a atender as operações de logística de distribuição com redução no tempo de viagem
Painel mais ergonômico
O novo painel da linha VM está ergonomicamente mais moderno e avançado. Os comandos estão ao alcance das mãos do motorista que passa a contar com o auxílio do computador de bordo que oferece muitas informações, como consumo e aviso de eventuais falhas. O resultado é que o operador passa a ter mais controle sobre a desempenho do veículo.
O pacote de mudanças inclui novo volante com controles incorporados como, por exemplo, o piloto automático. Este dispositivo é muito útil nas operações de transporte mistas. O tacógrafo passa a ser digital e esta em nova posição, agora na parte superior da cabine. Da mesma forma, o rádio foi incorporado ao painel de instrumentos, ficando mais bem posicionado para mais conforto do motorista. O ajuste da coluna de direção agora tem ajuste pneumático.

Autodiagnose influência emissões

 

 

A partir de 2012, todos os modelos VM passam a contar com um dispositivo chamado OBD (On Board Diagnosis), que monitorar constantemente sinais importantes relacionados às emissões. Se houver falhas, o sistema indica ao motorista e reduz gradativamente o torque do motor.
O sistema OBD faz o monitoramento dos sistemas de injeção, admissão de ar e gases de escape e do nível do tanque de ARLA 32. Feito a base de ureia, se transforma em amônia quando injetado no sistema de escape em altas temperaturas, ele reage com o óxido de nitrogênio emitido durante a combustão do motor. Se o nível de NOx (óxidos de nitrogênio) estiver acima de 3,5g/kWh, o motorista será alertado por um sinal luminoso no painel.


Caixas de câmbio

 

A caixa de câmbio de seis marchas e o eixo traseiro de dupla velocidade, por exemplo, é ideal para os modelos usados em operações de distribuição, em perímetros urbanos ou em rotas metropolitanas, com implemento caçamba, guincho ou para lixo.

A caixa de câmbio de nove marchas, combinada com um eixo traseiro de relação mais longa, é ideal para as operações rodoviárias com o modelo VM 6x2. Construída em alumínio, a carcaça é mais leve, ampliando assim aumento no volume de carga transportada.


  Fonte: Transpoonline




Ford Cargo 815 recebe Prêmio Referência do Transporte


O Ford Cargo 815e foi o grande vencedor do Prêmio Preferência do Transporte e Logística 2011, um reconhecimento por ter se destacado como o caminhão mais vendido no Rio Grande do Sul no período de julho de 2010 a junho de 2011. Promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (SETCERGS), o prêmio identifica as marcas preferidas das empresas transportadoras e operadores logísticos associados, pela qualidade e inovação de seus produtos e serviços.
Incluída na comemoração de 52 anos do SETCERGS, a premiação contou com a presença do secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, e do vice-governador do Rio Grande do Sul, Beto Grill, ao lado de empresários das principais transportadoras do estado.
“Este prêmio reflete o excelente custo-benefício do caminhão Cargo e a força e tradição da marca Ford no Rio Grande do Sul, apoiada por uma eficiente estrutura de vendas e pós-venda”, diz Ricardo Paradeda, gerente regional de Vendas da Ford Caminhões em Porto Alegre. “Agradecemos a todos os clientes e distribuidores que contribuíram para esse resultado, que nos traz grande satisfação e confiança em continuar a trabalhar para oferecer o melhor aos transportadores.”
Voltado a aplicações de uso urbano, o Ford Cargo 815e se destaca pela agilidade, versatilidade e economia. Tem peso bruto total de 8.250 kg e é equipado com motor eletrônico Cummins Interact 4, com potência de 150 cv (a 2.500 rpm) e torque de 56 kgfm (a 1.500 rpm). Além de excelente aceleração e torque, oferece durabilidade e resistência para otimizar o rendimento da frota. No período analisado, ele registrou o emplacamento de 614 unidades no mercado gaúcho.