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Nova geração de caminhões Agrale recebe prêmio de design

 



 A Agrale recebeu o Prêmio Design MCB, concedido pelo Museu da Casa Brasileira, pelo projeto da linha 2012 de caminhões. Os modelos da marca foram desenvolvidos em parceria com a Questto|Nó, estúdio brasileiro de design.


Os veículos foram apresentados em outubro totalmente remodelados e com uma nova cabine. A idéia é passar um visual marcante e arrojado, interior amplo, mais ergonômico e confortável para o motorista.

A Agrale foi reconhecida pelo projeto inovador de produção da nova cabine que torna mais rápido e eficiente todo o processo de fabricação e permite à montadora a sua utilização para todos os seus modelos de caminhões.

Uma das principais novidades da nova cabine dos caminhões Agrale está no processo de fabricação, que utiliza conceitos para melhor aproveitamento das matérias-primas e maior produtividade. A empresa ampliou o uso de materiais recicláveis, tanto no exterior quanto nos revestimentos internos e priorizou a construção modular e a redução do número de componentes.

A Agrale concebeu a cabine da nova linha 2012 de caminhões sob o conceito de dentro para fora, privilegiando o motorista e o acompanhante, com mais espaço interno e com melhor posicionamento dos instrumentos e controles, localizados em módulo central.

O Prêmio Design MCB é realizado pelo Museu da Casa Brasileira, em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Está foi a 25ª edição da premiação, que contou com o número recorde de 810 trabalhos inscritos. Este ano, além da cabine do novo caminhão Agrale, que conquistou o principal prêmio, também foram homenageados os projetos do Novo Fiat Uno e do Fiat Mio.

Fonte: WebPesados

Fenatran é palco para lançamento mundial de nova geração de motores Scania



Na condição de maior mercado do mundo há quase dez anos para a Scania, o Brasil ganhou a prerrogativa de ser a base de lançamento da nova geração de motores da marca sueca. Apresentados oficialmente na Fenatran, a nova linha de motores veiculares atende até a norma Euro 6 que ainda nem entrou em vigor na Europa. Os novos engenhos entregam mais potência a toda a gama de veículos da marca.
A nova geração contará com motores de 9 e 13 litros, que substituem os atuais 9 litros, 11 litros e 12 litros. De acordo com a engenharia da Scania, a nova linha terá motores mais econômicos que seus predecessores. As novas potências serão de 250, 270 (Etanol), 310, 360, 400, 440 e 480 cavalos, para aplicação on e off road.
Motor DL de 13 litros
As mudanças não se aplicam aos motores V8, importados, que apenas ganharam mais potência para atender a norma de emissão Euro 5 no Brasil. Com estes propulsores a Scania terá duas opções de cavalagem: 560 e 620 cavalos.
O diâmetro (9 e 13 litros) e o curso (13 litros) do pistão foram ligeiramente alterados, e a cilindrada foi aumentada em comparação com os motores anteriores. Essa alteração proporcionou um ganho de 9% no torque e 5% na potência nos novos motores Scania.
Outra novidade é a introdução de uma camisa com anel no pistão que funciona como um limpador da parte superior do componente, impedindo o acúmulo de resíduos e material particulado. Esta peça gera economia de combustível e mais vida útil ao motor.
O bloco dos cilindros e outros componentes estruturais foram redesenhados para oferecer maior resistência, sem a necessidade de aços especiais. Uma estrutura em degraus foi incorporada ao cárter dos motores de 6 cilindros para contrabalançar o ruído e as vibrações. Esta função é realizada por eixos balanceadores duplos nos motores de 5 cilindros.
Unidades injetoras eletronicamente controladas são usadas para a alimentação de combustível, e um turbocompressor convencional é montado para fornecer expressiva pressão adicional já a partir das baixas rotações, garantindo assim a típica dirigibilidade da Scania.
Destaca-se ainda o ventilador eletrônico dos novos motores Scania, que é acionado quando o caminhão não precisa de potência, como em descidas, forçando menos o motor, e consequentemente, reduzindo o consumo de combustível.
Outra vantagem é que muitos componentes são compartilhados entre os modelos da nova linha – tanto pelos motores em linha quanto pelos V8. Isto contribui para facilitar a reposição de peças, graças ao menor inventário de peças individuais exigido para fazer reparos no motor.