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Ford reduz juros e estende garantia para estimular vendas da linha Cargo

A Ford Caminhões oferece, durante o mês de junho, financiamento com taxa zero e garantia promocional de dois anos para todos os modelos da linha Cargo, sem limite de quilometragem. A cobertura vale para todos os modelos leves, médios e pesados.
O modelo leve Cargo 816 e o cavalo-mecânico Cargo 1933 foram os primeiros a oferecer garantia de dois anos. “A novidade, introduzida este ano, foi muito bem recebida pelos nossos clientes, que enxergaram a garantia como uma vantagem operacional. Por isso, agora estamos estendendo esse benefício para toda a linha Ford Cargo, até o final de junho”, afirma Pedro Aquino, gerente de Marketing da Ford Caminhões.
O modelo Cargo 816 conta com garantia total no primeiro ano e cobertura do trem de força (motor, câmbio e diferencial) no segundo ano. Nos demais modelos, médios e pesados, a cobertura é exclusiva para o trem de força.
A linha de vans Transit também conta com garantia de dois anos da Ford. As condições dessa promoção são válidas até 31 de junho de 2012.

Vendas de caminhões e ônibus cai mais 5% na 1ª metade de abril em relação à março


Mais uma vez as vendas de caminhões e ônibus não foi positiva em relação a outros meses. Na primeira metade de abril, foram comercializados 7.503 veículos, número 5,94% menor em relação com o mesmo período de março de 2012. A quantidade de unidades faturadas, abaixo do outros períodos, evidencia que o mercado ainda não se adaptou à migração da motorização dos veículos do Euro 3 para o Euro 5, algo que deixou caminhões e ônibus de 8% a 15% mais caros.
Assustadora, porém, é a baixa no comparativo com a primeira quinzena de 2011. A queda é de 20,34%, já que na primeira metade de abril do ano passado 9.419 veículos comerciais foram faturados.
Considerando apenas o mercado de caminhões, a redução no número de vendas comparando as primeiras quinzenas de março e abril de 2012 foi de 5,34%. No entanto, na comparação com o período em abril de 2011, a baixa é de 21,88%, de 7.833 faturamentos no ano passado para 6.119, vendidos em 2012.
O mercado de ônibus teve queda maior do que o de caminhões na relação entre a primeira metade de março deste ano com o mesmo período em abril, indo de 1.513 para 1.384, diminuição de 8,53%. O comparativo com 2011, porém, é mais favorável, já que a redução foi de 12,74% (foram 1.586 ônibus faturados na primeira quinzena de abril do ano passado).
Em entrevista com o executivo Ricardo Alouche, Diretor de Vendas e Pós-Vendas da Man Latin America, há uma expectativa de que o mercado irá se adaptar em maio, mês que muitos faturamentos, fato que seguiria forte até o fim do ano, fazendo de 2012 um dos melhores anos em termos de vendas.

Toyota anuncia vendas acumuladas de cinco milhões de veículos da série IMV



A Toyota anunciou vendas acumuladas de cinco milhões de unidades dos veículos derivados do projeto IMV (Innovative International Multi-purpose Vehicle), do qual fazem parte a picape Hilux e o utilitário esportivo SW4, comercializados no Brasil e produzidos na planta da Toyota Mercosul em Zárate, na Argentina.
Além da Hilux e do SW4, a Innova, uma minivan comercializada apenas no Sudeste Asiático e no Oriente Médio, também faz parte do IMV. Esses veículos foram especialmente desenvolvidos em 2004 para a introdução em mais de 140 países e revolucionaram o mercado, pois foram os primeiros a unificar a força e resistência dos comerciais leves com o conforto dos carros de passeio.
Atualmente, os veículos da série IMV são produzidos em 11 locais, incluindo quatro países designados como bases de fornecimento globais do IMV: Argentina, Tailândia, Indonésia e África do Sul. Essas quatro bases distribuem automóveis para mercados na Ásia, Europa, África, Oceania, Oriente Médio, América do Sul e América Central.
Os veículos da série IMV tiveram vendas em ritmo constante, que atingiram o a marca acumulada de um milhão de unidades comercializadas em 2006, dois milhões em 2008, três milhões em 2009, quatro milhões em 2010 e cinco milhões em março deste ano.
Conforme consta na Visão Global da Toyota, a empresa posicionou os mercados emergentes como prioridade. A Toyota busca elevar suas vendas nesses mercados dos atuais 40% de participação nas vendas globais da marca para 50% até 2015, por meio do fortalecimento do conceito de produção de veículos onde eles são vendidos.
A Toyota também informa que seguirá utilizando sistemas de fornecimento otimizados para oferecer veículos que vão de encontro às necessidades particulares de diferentes mercados ao redor do mundo.

Mês de março registra crescimento de 21% de veículo emplacados, mesmo com queda na média diária de vendas


O mês de março foi favorável para o mercado automotivo. Com 22 dias úteis em março, contra 19 em fevereiro, o setor da distribuição de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros meios de transporte) cresceu 21,02% em março na comparação com o mês anterior (foram emplacados 483.643 unidades contra 399.655). Na comparação entre os meses de março 2011 e 2012, o setor também registrou crescimento de 0,08% (na ocasião com 483.265 unidades) ressaltando que março do ano passado teve menor dias úteis em função do Carnaval que, em 2011, ocorreu neste mês.
Apesar do crescimento registrado entre fevereiro e março de 2012, houve queda nos emplacamentos da maior parte dos segmentos na comparação de março de 2012 com o mesmo mês de 2011. As vendas diárias caíram, o que sinaliza uma retração do mercado atual.
Os emplacamentos de caminhões foram beneficiados pelo maior número de dias úteis em março deste ano, e as vendas do setor cresceram 22,15% na comparação com fevereiro. Foram licenciados 13.309 unidades em março, contra 10.896 caminhões no mês anterior. Da mesma forma como ocorreu no segmento de automóveis e comerciais leves, na comparação com março de 2011, quando foram negociadas 14.488 unidades, o setor registrou queda de 8,14%.
O segmento de ônibus cresceu 14,13% no mês de março. Foram emplacadas 3.117 unidades, contra 2.731 em fevereiro. Na comparação com o mesmo período de 2011 (2.926 unidades), o segmento também registrou crescimento de 6,53%.
Os setores de caminhões e ônibus, juntos, cresceram 20,54%, no comparativo entre março e fevereiro, e tiveram retração de 5,67% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
As unidades vendidas de implementos rodoviários sofreram alta de 24,83%, com 4.661 unidades vendidas em março, contra 3.734 em fevereiro.
Também em função do maior número de dias úteis, o volume de vendas de automóveis e comerciais leves somou 284.166 unidades em março, num crescimento de 20,46% sobre fevereiro. Já na comparação com março/2011, os segmentos registraram retração de 1,58% sendo que, se fossem considerados os mesmos dias úteis (já que ano passado o Carnaval aconteceu em março), a retração real seria de 6,05%.
Outros veículos registraram crescimento de 8,82%. Foram comercializadas 8.018 unidades contra 7.368, comparando com o mês de fevereiro.
Segundo o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), “ao compararmos os resultados da média diária de vendas entre os meses de março 2012 e 2011, notamos que houve queda de 6,05% nas vendas de automóveis e comerciais leves”, comentou Flávio Meneghetti.
Cenário para a Fenabrave
De acordo com Meneguetti, o crescimento da inadimplência no setor automotivo chegou a 5,5% em fevereiro, índice superior aos registrados durante a crise de 2009. Essa inadimplência alta, segundo o presidente da Fenabrave, fez com que as instituições financeiras ficassem mais restritivas na liberação do crédito ao consumidor, medida que impactou diretamente as vendas nas concessionárias. “Esta restrição no cadastro gera queda nas vendas, por isso, a média diária foi menor de um ano para outro. Essa situação nos preocupa, pois pode afetar a expansão esperada para o ano”, detalha o presidente da Fenabrave, que acredita que poderá haver queda na inadimplência a partir do final do primeiro semestre.
Apesar da queda das vendas diárias, registrada em março, para automóveis e comerciais leves, a Fenabrave ainda mantém as perspectivas de crescimento para 2012.
Em todos os segmentos, deverá ocorrer aumento de 5,76%, totalizando 5.890.733 milhões de unidades, resultado que deverá acontecer de forma mais expressiva a partir do segundo semestre.
O setor de caminhões deverá contabilizar 189.235 mil unidades emplacadas, com evolução de 9,6% sobre o ano passado, enquanto o segmento de ônibus deverá crescer 14,3% – com previsão de fechar o ano com 39.718 mil unidades emplacadas.
Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, a entidade mantêm a expectativa de aumento de 4,50% nos emplacamentos, totalizando 3.579.699 milhões de unidades.

Mercedes faz promoção de Euro III

                                            A Mercedes-Benz, que já declarou abertamente que tem como um de seus principais objetivo para os próximos anos recuperar a liderança nacional de vendas de caminhões, esta divulgando uma campanha com amplas vantagens para quem adquirir modelos da geração Euro III, que serão produzidos até o dia 31 de dezembro de 2011. Na promoção, é oferecido qualquer caminhão da linha Mercedes 0km com taxa de 0,82% ao mês, ou 9,84% ao ano. Outra facilidade é o parcelamento da entrada em até 60 meses e todo o processo será financiado pelo BNES Finame, através do Banco Mercedes-Benz. 

Pelas regras do Proconve P-7, a partir de primeiro de janeiro de 2012 os fabricantes de veículos comerciais pesados só podem tirar da linha de montagem caminhões do padrão Euro V, que possuem tecnologia mais avançada para o controle de emissão de poluentes. Mas as montadoras poderão faturar até março de 2012 os modelos Euro III produzidos em 2011. Muitas transportadoras estão antecipando compras e renovação da frota para garantir melhor preço, uma vez que os novos Euro V serão de 8 a 12% mais caros. A promoção da Mercedes-Benz vale para todo o território nacional. (André Gomide) 

Concessionária investe R$ 50 milhões para adotar o conceito MAN de vender caminhões

Localizada no número 1.900 da Avenida dos Estados de Santo André/SP, a reformulada concessionária Dibracam traz novos conceitos de atendimento e prestação de serviços para os clientes da MAN Latin America. O totem na entrada sinaliza que, além de vender caminhões das marcas Volkswagen e MAN, a empresa investiu pesado para oferecer excelência também na manutenção dos futuros veículos Euro 5 que chegarão ao mercado em janeiro de 2012. A Dibracam é uma das primeiras a atender no Brasil todas as especificações e padrões do Grupo MAN.
Em 21.000 metros quadrados, com 9.000 metros quadrados de área construída, a nova revenda esbanja modernidade da recepção à oficina. Logo na entrada, é possível observar como a funcionalidade foi pensada nos mínimos detalhes: Toda a construção conta com pés direitos altos (6,5m), tem soluções ecologicamente corretas para trocas e armazenamentos de óleos e fluidos e conta com um amplo espaço de manobra para os caminhões. Porém, para chegar à inauguração, foram precisos cerca de quatro anos de muito planejamento.
“O investimento total passa de R$ 50 milhões, e só os investimentos na construção consumiram quase R$ 20 milhões. Hoje, nosso pós-venda comercializa por mês 4 milhões de peças e 1,5 milhão de serviços. Com esta nova unidade, pretendemos aumentar estes números em 50% nos próximos meses”, diz Heitor Tosi Neto, Diretor-Presidente da Dibracam, revenda que possui outras duas lojas em São Paulo e em Sorocaba. No total, a empresa conta com 275 colaboradores.
Totem na entrada da revenda
Localizada em um ponto estratégico do ABC paulista, a revenda fica em uma via que permite acesso ao Rodoanel e à Marginal Tietê. Estimativas da Secretaria de Transportes do Estado indicam que cerca de 40.000 caminhões passam por dia em frente ao ponto. “Nós temos cerca de 1.000 atendimentos em nossas lojas por mês, e como apostamos no aumento desse atendimento com esta loja (de Santo André), vamos contratar 50 novos colaboradores, entre mecânicos, funileiros, pintores e auxiliares administrativos”, completa Heitor.
Em breve, a cidade de Sorocaba também ganhará uma loja nos mesmos moldes de Santo André, mas segundo o Diretor Presidente da Dibracam, encontrar um terreno no Interior paulista não é fácil: “O preço elevado do metro quadrado tem sido uma barreira, que esperamos superar dentro de, no máximo, quatro meses”.
Mercado
“O mercado está bem comprador. Em 2010, vendemos 185 caminhões por mês. Em 2011, estamos na marca de 200 caminhões vendidos por mês. Agora mesmo, tenho 400 pedidos em espera na minha carteira. O único porém desse bom momento é a dificuldade de liberação de crédito via Finame, pois os bancos estão muito cautelosos”, fala Heitor Tosi Neto.
Executivos da MAN Latin America também prestigiaram a inauguração. Segundo Antonio Cammarosano, Diretor de Vendas do Mercado Nacional da MAN Latin America, hoje a MAN Latin America conta com 167 concessionárias em todo o País. Na região da Grande São Paulo, a Dibracam responde por 43% do market share (participação de mercado) dos caminhões Volkswagen. “A Dibracam é uma revenda padrão, e está entre as 20 empresas que mais vendem caminhões da nossa marca”, comentou Cammarosano.
A loja
Todo o projeto e construção da revenda em Santo André foram avaliados e obtiveram o licenciamento dos órgãos ambientais do Estado e do município de Santo André (respectivamente, Cetesb e Semasa). Cerca de 250 árvores foram plantadas nos jardins da empresa, formando uma grande área verde com cerca de 1.600 metros quadrados, correspondente a quase 8% da área total do terreno.
Para eliminar os impactos ao meio ambiente, foi implantado um sistema de retenção das águas de chuva com a finalidade de armazenamento temporário. Boa parte será destinada ao reuso, como lavagem dos caminhões.
A revenda conta com uma cabine de pintura, projetada com um sistema de filtros e lavagem que controlam a emissão de poluentes.
Os pisos foram construídos para ter resistência compatível com as características dos trabalhos de vários departamentos (boxes da oficina, depósito de peças, etc). Os pisos da oficina mecânica e da funilaria resistem a uma sobrecarga superior a cinco toneladas por metro quadrado.
Nos setores de lavagem de peças, oficina e lavagem de veículos, o piso é antiderrapante, e o fluído contaminado é direcionado para a caixa separadora de água, óleo e lama. A água é coletada e encaminhada para a estação de tratamento para ser reutilizada.
Uma novidade que vai agradar aos motoristas é a Sala de Espera, localizada próximo à recepção, e que oferece guarda volumes, TV, mesa de bilhar, chuveiro, sanitários e rede wireless.

Os preços de vendas de caminhões ficaram 1,87% mais baixos, conforme aponta levantamento da Fipe

A tabela de valores venais utilizada para cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) já foi publicada no Diário Oficial. De acordo com o levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) houve queda nominal de 3,75% nos preços de venda de veículos no varejo.
A maior diminuição de preços foi na venda para motos e similares, que apresentaram recuo de 5,56%. Os automóveis usados tiveram redução de 3,34%, seguidos dos utilitários, com menos 3%.  Os preços de vendas de caminhões ficaram 1,87% mais baixos e os referentes a ônibus e microônibus fecharam 1,77% abaixo do valor apurado no ano anterior.
A Secretaria da Fazenda enviará na segunda quinzena de dezembro cerca de 15 milhões de avisos de vencimento aos proprietários de veículos automotores registrados no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo. Os contribuintes que não receberem o comunicado devem acessar o site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br) para obter informações sobre o IPVA 2012. A tabela completa do IPVA 2012 poderá ser consultada no Diário Oficial do Estado ou no site da Fazenda.
A previsão de arrecadação do IPVA para 2012 é de R$ 10,94 bilhões. Os recursos do imposto são investidos pelo governo estadual em obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Dados preliminares do IPVA 2011 mostram que a Fazenda arrecadou até outubro deste ano R$ 9,7 bilhões.

Iveco vendeu mais de 500 veículos Euro 5 na Fenatran


Enquanto se discute pré-buy de veículos Euro 3 a Iveco surpreendeu e vendeu, somente nos cinco dias que duraram a Fenatran, 562 veículos da marca já com a motorização Euro 5. São caminhões e vans para entrega em janeiro do ano que vem. De acordo com Marcelo Bouhid, gerente de marketing da empresa, este foi um recorde histórico de vendas considerando todas as participações da fabricante no evento.
Durante o evento, a Iveco trabalhou em conjunto com sua rede de concessionária e levou quase 500 clientes de todo o País e da América Latina para visitar seu estande, onde foram expostos os veículos da nova geração de produtos Ecoline, que começa a chegar ao mercado brasileiro a partir do início de 2012.
Além de vendas para clientes brasileiros, empresários da Argentina, Paraguai e Uruguai também formalizaram pedidos. Para Bouhid, além das vendas efetivadas, a nova linha Ecoline já registrou 767 intenções de compra cadastradas somente na feira.
Durante o evento, o número de cotas de consórcio vendidas também foi positivo e alcançou 40 unidades. A Iveco contabilizou ainda cerca de 370 test-drives realizados nos dois caminhões extrapesados da Linha Ecoline,  os novos Stralis AS disponibilizados pela marca. “Tivemos excelentes feedbacks de todos os que estiveram lá conosco e também batemos nosso recorde de vendas em feiras”, comemora.
“A preparação da equipe, os novos modelos expostos e a dinâmica do estande fizeram com que alcançássemos a melhor marca da história da empresa na Fenatran”, diz Marcelo Bouhid, gerente de marketing da Iveco.

Guerra vislumbra cenário positivo para 2012, mas com volume de vendas estável


por Evelyn Haas
da Redação do Portal
Nesta 18ª Fenatran, a Guerra criou seus novos produtos de acordo com  demandas que recebeu de seus clientes durante o ano. Desta forma, conseguiu lançar no mercado três novos modelos de semirreboques e um graneleiro com eixos distanciados.
A empresa ainda revelou durante a Feira, que tem planos de expansão para o ano de 2012, com crescimento projetado de 5% nas vendas da linha pesada. Veja as novidades:
SR Carrega Tudo SRO grande destaque e aposta da empresa é no Carrega Tudo.  O modelo novo se distingue pela capacidade técnica operacional de 45.000 kg e tara reduzida de 11.640 kg.
Por serem isentos de emendas, eles mantêm as propriedades físicas, químicas e mecânicas do material. Com linhas arredondadas evita pontos de acúmulo de tensão e garante a integridade dos produtos que estão no interior do implemento.
O conjunto suspensão, composto de braços tensores fixos e reguláveis, permite que a distância das partes ao solo seja adequada para o trânsito em terrenos irregulares.
Basculante Sobre ChassiNas versões de 8 m³ para veículos 4×2 e de 10 m³ até 16 m³ para veículos 6×2/6×4, o basculante é fabricada em aço estrutural.
Basculante sobre chassi
Devido ao seu sistema de fixação parafusado à caixa de carga, proporciona facilidade e rapidez em revisões e manutenções.
Tanque CilíndricoCom capacidade de 45.000 litros e medidas de 1.180mm entre longarinas, garante melhor estabilidade, dirigibilidade e segurança. Tem face frontal e superior lisas, facilitando a aplicação de faixa refletiva e sistema elétrico blindado.
Possui para-lamas em polietileno de alta resistência reduz a névoa provocada pela água em dias de chuva e Certificação pelo INMETRO no teste hidrostático e volumétrico.
Semirreboque Graneleiro com 3 Eixos Distanciados (1+1+1)Este equipamento veio reformulado. Agora, ganhou tara em 140 kg em relação à geração anterior, mesmo com o acréscimo dos protetores laterais.
Possui nova sinaleira e mudanças de design nos protetores laterais multiusos com tecnologia patenteada pela empresa. O SR Graneleiro apresenta a segunda geração de carenagem traseira.
Dados Técnicos
Carrega Tudo• Capacidade: 45.000 kg
• Tara: 11.640 kg
• Comprimento: 15.100 mm
• Largura: 3.000 mm
Basculante Sobre Chassi• Comprimento: 5.500 mm
• Capacidade: 13 m³
• Altura: 1.800 mm
• Largura: 2.453 mm
• Basculamento: 45º
Tanque Cilíndrico• Capacidade: 45.000 litros
• Compartimento: 1
• Comprimento: 13.530 mm
• Altura: 3.825 mm
Graneleiro• PBTC: 53.000 kg
• Tara: 8.590 kg
• Comprimento: 12.530 mm
• Largura: 2.600 mm

Compra antecipada de caminhões Euro 3 é abaixo do esperado e mercado cai em setembro depois de meses de alta


O mês de setembro freou a tendência de alta que o mercado de caminhões vinha apresentando neste ano, especialmente no segundo semestre, quando se previa incremento nas vendas por conta dos preços dos veículos comerciais que serão mais altos a partir de janeiro do ano que vem devido à nova motorização Euro 5.
A pré-venda, no entanto, não aconteceu no ritmo esperado. De acordo com os números divulgados hoje pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), no mês passado foram comercializados 14.960 caminhões no mercado interno, uma queda de 9,1% quando comparado com os resultados de agosto que teve 16.458 veículos vendidos, e ainda inferior a julho, quando o mercado absorveu 15.551 caminhões.
No comparativo entre setembro e agosto deste ano, no mercado de leves, com exceção das marcas Iveco e Agrale, todas as demais fabricantes tiveram queda nos negócios. Nos médios, apenas Iveco e MAN conseguiram faturar mais.  No segmento dos semipesados a única que conseguiu vender mais foi a Mercedes-Benz, todas as outras tiveram vendas inferiores a agosto. Já no competitivo segmento dos pesados, todas as fabricantes nacionais venderam menos.
Setembro passado foi ruim para todos os segmentos. Os leves sentiram mais a queda do mercado: os negócios caíram 13,2% comprando-se com o volume vendido em agosto.  O segmento de médios foi o que menos sentiu o abalo: foram 1.325 caminhões vendidos em setembro contra 1.326 em agosto (queda de apenas um veículo). Os semipesados caíram 7,6% e os pesados tiveram queda de 8%.
Considerando todos os segmentos, apenas duas marcas se livraram de amargar vendas menores neste setembro negro: Mercedes-Benz e a nacional Agrale, mas o volume mensal da fabricante brasileira é muito pequeno quando comparado ao mercado geral: as vendas médias da marca gaúcha giram em torno de 70 caminhões por mês. A Mercedes-Benz fechou setembro com 3.952 caminhões comercializados.  Contudo a MAN, embora não tenha tido um bom setembro, ainda assim liderou o mercado nacional com 4.268 unidades faturadas (em agosto vendeu 4.833 caminhões).
O aumento de 30% no preço dos veículos importados somado à estancada geral no mercado fizeram os negócios com caminhões importados caírem 32,7% em setembro comparado com agosto. No mês passado foram vendidos 105 caminhões importados contra 156 em agosto.
A despeito da queda generalizada no setor, o acumulado de janeiro a setembro deste ano foi de 129.918 caminhões licenciados contra 112.141 caminhões vendidos no mesmo período do ano passado (lembrando que 2010 foi o melhor ano da indústria) marcando um crescimento de 15,9% deste ano comparando com igual período de 2010.
Mesmo se as vendas médias acompanharem o fraco desempenho de setembro (cerca de 15 mil unidades) até o final deste ano, ainda assim o mercado total de 2011 fechará dentro das previsões da Anfavea para o setor de caminhões: perto de 180 mil unidades comercializadas. Em 2010 (o melhor ano até agora) o mercado total de caminhões foi de 171.040 unidades, 49,7% maior que o total comercializado em 2009 (114.286 veículos).

Iveco projeta repetir em 2012 o forte crescimento deste ano

Otimismo é a palavra do momento na Iveco, a fabricante de caminhões e ônibus do grupo Fiat. A empresa projeta um cenário de vendas aquecidas no próximo ano, seguindo o que se viu em 2011. “Atualmente, tudo indica que as coisas estão indo por um bom caminho”, disse Antonio Dadalti, vice-presidente da montadora cuja fábrica está em Sete Lagoas (MG)
É uma visão quase oposta daquela das montadoras de veículos de passeio que têm registrado desaceleração nas vendas. No acumulado até agosto, enquanto as vendas de automóveis cresceram 4,9%, a de caminhões saltou 16,34%, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
“O ano passado já tinha sido o melhor da história [para as vendas de caminhões no Brasil]. Mas este ano, poderemos fechar com vendas até 10% maiores”, diz. “O cenário que traçamos para 2012 é que será um ano semelhante a 2011.”
A Iveco, que está no Brasil desde 1997, é a quarta maior fabricante de caminhões do país, com uma fatia crescente do mercado, atualmente em 8,05%. Volkswagen, Mercedes Benz e Ford respondem por cerca de 70% das vendas.
Na avaliação de Dadalti, a única possível interferência à vista é da situação internacional. “A única coisa que pode mudar o cenário é se ocorrer uma contaminação do quadro econômico externo. Mas entre 2009 e 2010, o governo brasileiro tomou uma série de medidas e a demanda interna foi estimulada”, disse o executivo.
“Neste momento, com todas as medidas que o governo tem tomado, nossa visão é que o ano que vem não seja diferente de 2011 em relação às vendas do setor.”
O que puxa e o que continuará puxando a demanda será, na avaliação da Iveco, as obras para a Copa de 2014, os projetos de infraestrutura em curso no país e a multiplicação de usinas para a produção de etanol, entre outros setores.
Dadalti espera que as vendas se acelerem no último trimestre – mais acentuadamente em novembro e dezembro – por causa da entrada em vigor, a partir de janeiro, dos modelos adaptados à nova exigência ambiental Euro 5. Os veículos terão um sistema que polui menos e prontos para rodar com um novo diesel, com menos enxofre, e um aditivo à base de uréia.
“As indústrias estão preparadas para começar a fabricação do Euro 5, mas toda vez que se lança um produto, não se trabalha no mesmo ritmo que o produto anterior. Isso costuma levar um ou dois meses e antes disso pode ser que haja redução na produção”, diz Dadalti. “Essa eventual redução será compensada pelos estoques dos modelos atuais, o Euro 3, que estão nas fábricas e nas concessionárias.”
Os novos caminhões custarão entre 10% a 15% mais do que os atuais e isso tem levado muitas empresas de transporte a antecipar para este ano as compras. Além do preço, diz Dadalti, há uma preocupação por parte das transportadoras com relação à distribuição do novo óleo. “É de se esperar que num primeiro momento nem todos os 37 mil postos de abastecimento estejam preparados para vender o novo óleo”, diz.
Contando com antecipação das compras, a Iveco estima que as vendas dos últimos meses do ano cheguem a 20 mil unidades mensais.
Fonte: Valor Econômico