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As tecnologias que levam ao Euro V
09:41
Postado por Mateus
Diferente do que foi a introdução do Euro III, em 2006, onde para se chegar aos niveis de emissões de poluentes exigidos foram apertados alguns parafusos e feitos alguns ajustes na eletrônica embarcada, no Euro V o buraco é bem mais embaixo. Antes de tudo, é preciso saber que entre diversos requisitos, o Proconve P7 (Euro V) exige a redução de 80% nas emissões de material particulado e de 60% nas emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), em relação à legislação atual. Para chegar aos valores sugeridos na emissões de NOx e ainda obter menor consumo de combustível, os fabricantes tomaram dois rumos, mas ambos levam ao mesmo resultado.
EGR - Recirculação de Gases de Escape
Esse sistema é usada pela MWM International, que vai para alguns modelos da Volkswagen Caminhões e por fabricantes de motores de baixa cilindrada (FPT), usados pela Iveco e Hyundai. Como o próprio nome diz, esse sistema recorre à recirculação dos gases emitidos pelo escapamento como forma de redução de HC e CO. Os materiais particulados são reduzidos através da alta pressão de injeção de combustível. A válvula EGR controla eletronicamente o nível de recirculação dos gases de exaustão. Nesse sistema não há necessidade de outros aditivos, e as peças na linha de exaustão têm que ser construídas em aço galvanizado. Os gases de exaustão geram mais calor, e por isso essa opção exige redimensionamento no sistema de arrefecimento do motor.
SCR - Redução Catalítica Seletiva
Esse sistema cumpre exatamente os mesmos objetivos por outros meios. Nessa tecnologia é incluido o uso de ARLA 32 (Agente Redutor Líquido de NOx Automotivo) no escapamento do veículo para pós-tratamento dos gases de escape por redução catalítica seletiva (SCR). O ARLA 32, que é armazenado num reservatório específico no veículo, converte o NOx em Nitrogênio puro e em vapor de água, que são inofensivos à natureza, melhorando a qualidade do ar. As vantagens é que não interefere no arrefecimento do motor (maior durabilidade) e traz como desvatagem o fato de ter que levar um reservatório e gerar custo (e manutenão) com o aditivo. Ou seja, além de se preocupar se terá Diesel S-50 na rota, o operador deve ficar atento também sobre o fornecimento do Arla 32.
Fonte: Transpoonline
Volvo vende primeiro caminhão Euro 5
16:15
Postado por Mateus
A montadora Volvo do Brasil vendeu recentemente o primeiro caminhão que já vem com a nova tecnologia SCR de pós-tratamento de emissões. O modelo FH 460cv 6×2 será entregue em janeiro do ano que vem ao comprador, José Antonio Netto, transportador autônomo que presta serviços à Transauto.
“A linha FH com motor 13 litros traz uma nova motorização, que torna os caminhões ainda mais potentes, proporcionando baixo consumo de combustível e grande produtividade”, diz Bernardo Fedalto Jr., gerente de caminhões da linha F.
Segundo Luis Antonio Gambim, gerente comercial da Auto Sueco, concessionária da marca em São Paulo, o mercado para este modelo está aquecido.
Os veículos produzidos a partir de janeiro de 2012, com a nova tecnologia, só poderão utilizar o diesel S50, com 50 ppm (partes por milhão) de enxofre, e também devem estar abastecidos com o Arla32, aditivo utilizado no pós-tratamento de emissões, para o qual há um tanque específico, nos novos caminhões.
Fonte: TransportaBrasil
Caminhões da International adotam sistema SCR
09:31
Postado por Mateus
As versões Euro 5 dos atuais caminhões da International utilizarão a partir de janeiro de 2012 a tecnologia SCR (sigla em inglês de “Redução Catalítica Seletiva”) para atender as novas normas do Proconve 7 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).
9800i
A versão Euro 5 deste International (foto acima) conta com transmissão sincronizada Eaton FTS-20112L de 13 velocidades que, segundo a fabricante, entrega ao motorista a “suavidade de engate de um caminhão leve combinada com a robustez de uma transmissão pesada”.
Com teto alto e suspensão traseira a ar de série, a cabine do 9800i oferece bastante conforto ao condutor. O modelo também oferece freios ABS de série, com quatro (6×4) ou seis (6×2) canais.
DuraStar
O modelo semipesado (foto acima) ganhou um novo motor, o MaxxForce 7.2 litros, produzido pela MWM International, que passa a ter 274 cavalos de potência e 950 Nm de torque. Outro destaque do caminhão é sistema elétrico Multiplex, que centraliza a distribuição de energia elétrica e informações eletrônicas sobre o veículo.
Segundo a empresa, o Multiplex reduz em até 20% o tempo gasto no diagnóstico de problemas elétricos, além de ser equipado com um módulo de integração que simplifica outras operações do caminhão.
Test Drive
Durante a Fenatran, a International leverá o DuraStar e o 9800i para a ação “Fenatran Experience”. Os veículos estarão disponíveis para os visitantes habilitados para a categoria C e D, mediante pré-credenciamento e agendamento no site www.fenatran.com.br. As vagas são limitadas.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
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