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MB 710 - Pau pra toda obra
20:57
Postado por Mateus
A história do Mercedinho tipicamente urbano começou em 1972, com o 608D, o primeiro modelo na categoria dos leves da Mercedes-Benz. Na época, o modelo chegou trazendo inovações, como a cabine semi-avançada, o que ampliava a plataforma de carga. Essa era uma vantagem considerável, pois os concorrentes eram quase todos derivados de picapes que usavam cabines convencionais.
Em toda a sua história de vida o modelo passou por quatro atualizações. A primeira veio em 1987, quando teve sua capacidade de carga ampliada e o nome subiu para 708 E. Um ano depois, a cabine foi reestilizada, ganhando a aparência que mantém até hoje e também foram incorporados melhoramentos como o freio a disco nas rodas dianteiras. O 708 E também foi base para um modelo ligeiramente maior, o 914,que inaugurou o segmento de nove toneladas.
Concorrendo sempre na faixa de entrada, quase nada mudou no desenho da cabine, mas o urbano da Mercedes ganhou inovações tecnológicas, como o motor com intercooler em 1992. O aumento de potência para 120 cv elevou o nome para MB 712. Quatro anos mais tarde voltou a se chamar 710, por conta do motor turboalimentado. Com as vendas em queda, o modelo chegou a ser retirado da linha de produção em 1998, mas voltou um ano depois por exigência do mercado. Após essa recaída, recebeu melhoramentos como sistema de freios pneumáticos (2002) e a adequação para atender a legislação do CONAMA P5 (Euro III), em 2006.
O Mercedinho foi, por vários anos seguidos, o caminhão mais vendido do Brasil e, somando todas as suas versões, encerra seus 40 anos de história totalizando 183.626 unidades vendidas. “O Mercedinho é dinheiro em caixa e pau para toda obra”, diziam seus usuários.O espaço deixado pelo MB 710 será preenchido pelo modelo Acello 815. Lançado em 2003, o produto novo (então chamado 715) chegou a provocar a suspensão da produção do Mercedinho por uns três meses.
Sua missão, a médio prazo, era exatamente substituir o 710, mas o tiro saiu pela culatra e, como as vendas não decolaram, sua produção desde 2009 passou a ser feita apenas sob encomenda. Com a terceira aposentadoria do 710, agora definitiva pela impossibilidade técnica de adaptação ao padrão Euro 5, o Acello volta à tona. A geração do 710 encerra sua carreira com 183.626 unidades vendidas. O 608 D representou o maior volume – 82.551 unidades.
Fonte: Transpoonline
Mercedes-Benz mostra versão Accelo 2012 para cidade
13:53
Postado por Mateus
A Mercedes-Benz começa a apresentar os renovados modelos da linha leve. Na quinta-feira (24), mostrou o caminhão Accelo nas versões 815 e 1016, em três opções de entreeixos, com capacidade de oito e dez toneladas respectivamente.
O motor do novo Accelo é o eletrônico OM 924 LA de 4 cilindros e 156 cv de potência, o mesmo aplicado em família de caminhões médios e parte da linha de semi-pesados da marca. O modelo está preparado para atender os níveis de emissões exigidos na norma Proconve P-7, que entra em vigor no Brasil em 1º de janeiro de 2012.
As vendas do novo Accelo iniciam em janeiro de 2012 e a produção será na fábrica da Mercedes-Benz em Juiz de Fora (MG), onde também será produzido o Actros. A versão 815 substituirá o tradicional 710, o Mercedinho, que terá sua produção reduzida para atender apenas ao mercado de exportação, principalmente a Argentina, que adiou para 2013 a adoção da mesma norma. A versão também inaugura a Mercedes-Benz na faixa de veículos de 8 toneladas de PBT. Já o 1016 ficará no lugar do Accelo 915 C.
Segundo a diretora de vendas e marketing da Mercedes-Benz no Brasil, Tânia Silvestri, o segmento de leves representa 30% do mercado total de caminhões no País, dos quais 70% são VUCs. “Em 2012 nossa meta é voltar à liderança do mercado de caminhões no Brasil e o segmento leve é fundamental para atingirmos nosso objetivo. Trabalharemos para manter nossa participação de 30% nesse segmento.”
Para o mercado total de caminhões, a empresa trabalha com projeção de queda de 10% a 15% devido ao aumento de preço dos veículos a partir das novas tecnologias para atender a redução de emissões e a antecipação de compra por parte dos clientes realizadas em 2011. Com informações do Automotive Business.
Fonte:WebPesados
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