Mostrando postagens com marcador Pneus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pneus. Mostrar todas as postagens
Saiba como escolher o pneu correto para o seu caminhão
21:11
Postado por Mateus
Sabe-se que os pneus estão entre os principais gastos com a manutenção de caminhões, afinal, são eles os responsáveis por sustentar todo o peso da carga além de tracionar o veículo com segurança. Com elevados valores por unidade, fazer a escolha certa é fundamental para manter o rendimento e a lucratividade do veículo – só um modelo adequado ao tipo de operação garantirá o retorno financeiro.
O primeiro passo para uma escolha correta é utilizar o tamanho recomendado pelo fabricante do caminhão, informado no manual do proprietário. As montadoras e as empresas produtoras de pneus realizam testes constantes, sempre buscando o melhor equilíbrio do veículo, portanto é importante seguir as recomendações. Utilizar pneus ou rodas diferentes altera a harmonia do caminhão, que passa a gastar equipamentos e pneus de forma errada e desigual.
O tipo de aplicação é determinante na escolha do modelo de banda de rolagem mais adequado ao transporte de cargas. A banda é parte do pneu que fica em contato direto com o solo, com desenhos específicos para cada tipo de uso. De acordo com Rogério Urbini, engenheiro de pós-vendas da MAN Latin America, "certas características da operação do veículo são fundamentais, como a geografia do local e o tipo de pavimento".
Dependendo do tipo de estrada, velocidade média e função do veículo, determinado modelo de banda é mais adequada. Entre os tipos estão o rodoviário, regional, urbano, misto e fora de estrada. Urbini dá um exemplo: "na aplicação de mineração, que é considerada severa, além da carga ser sempre elevada, a geografia e o pavimento fazem com que a escolha dos pneus seja tipo off-road. Já na aplicação dos coletores de resíduos (caminhões de lixo), que rodam parte carregados e parte vazios e tanto em vias regulares como irregulares, além de pavimentação com brita, próximo aos lixões, o pneu mais indicado é o de uso misto".
Outro ponto importante a ser observado é a correta distribuição dos pneus com o objetivo de manter o equilíbrio do caminhão. José Carlos Quadrelli, gerente-geral de engenharia de vendas da Bridgestone, explica que existem modelos com aplicação geral em todas as posições (também chamado de All Position), mas também bandas com aplicações específicas para cada eixo (direcionais, tração e carreta). "Por exemplo, pode-se usar pneus All Position nos eixos de tração em ônibus rodoviários, mas para conjuntos cavalo e carreta, que rodam em percursos com grande variação de relevo, seguramente será necessário o uso de pneus de tração no cavalo, para melhor transferência de torque", conta.
O alto preço dos pneus é justificado pela grande capacidade de recapagem. Os modelos de hoje permitem recapagens até que a carcaça seja totalmente inutilizada. Se o veículo estiver bem alinhado, com pneus adequados, a banda de rodagem gasta por igual, mantendo a qualidade da carcaça. Fábio García, gerente de marketing de pneus de caminhões ônibus e recapagem da Goodyear, diz que é preciso respeitar o indicador de desgaste da banda de rodagem, chamado TWI. "Se ele passar do limite – que é de 1,6mm – além de riscos de segurança, ele está suscetível a avarias na carcaça podendo inutilizar o pneu completamente", afirma. Segundo ele, a avaliação da carcaça deve ser feita por um profissional especializado, capaz de determinar se é possível fazer uma nova recapagem.
Fonte: Terra
Conheça os riscos de conduzir caminhões na chuva e aprenda a evitá-los
09:31
Postado por Mateus
Nada como uma chuva forte para colocar as habilidades de um motorista em teste, ainda mais se ele estiver conduzindo um caminhão carregado. A menor visibilidade – e os limpadores de para-brisa ajudando a desviar a atenção – exige concentração e boa capacidade de reação.
Entre os principais problemas da água no asfalto, está a diminuição do coeficiente de atrito entre os pneus e a pista. Os primeiros 10 minutos são ainda mais perigosos, pois a água se mistura com a sujeira da estrada, como resíduos carbônicos e de óleo, pó de borracha, poeira, entre outros, formando uma camada escorregadia. Segundo o engenheiro Mauri Panitz, perito em segurança no trânsito, o coeficiente de atrito em condições normais é de 0,6, cai para 0,4 quando a chuva já lavou a pista e fica em 0,2 quando a chuva ainda está nos primeiros minutos. Quanto menor o coeficiente, menor o atrito com o asfalto, facilitando derrapagens.
Para os caminhões, um dos principais riscos é o efeito L (também conhecido como jacknifing), quando o condutor perde o controle do trem de força e o semirreboque se projeta à frente. “Dependendo da velocidade, das ações do motorista, se ele fizer uma mudança brusca de direção, ou passar por um solavanco numa deformação da rodovia, ele perde aderência e quando vai tentar recuperar, não a encontra, pois a pista está ‘lubrificada’ com água e sujeira. Pior ainda se ele utilizar o freio, pois não haverá o trabalho mecânico de atrito em função da falta de aderência”, explica Panitz.
Outra situação comum e perigosa é a hidroplanagem, também conhecida como aquaplanagem. Ela acontece quando a camada de água sobre a pista é muito espessa fazendo os pneus perderem contato com o asfalto e deslizarem na água. Júlio Cesar Zingalli, instrutor de direção defensiva do Centronor, alerta para a importância de reduzir a velocidade nesses casos, manter boa distância dos demais veículos e dá uma dica: “ao olhar pelo retrovisor, se o motorista não enxergar o rastro de água saindo dos pneus, é preciso diminuir mais a velocidade, pois há grande risco de aquaplanagem”.
Confira outras dicas sugeridas pelo engenheiro Panitz e pelo instrutor Zingalli:
1. Diminua a velocidade, pois há perda de visibilidade, o coeficiente de atrito diminui e há perigo de derrapagens e hidroplanagem;
2. Mantenha distância de pelo menos 10 metros do veículo da frente;
3. Acenda o farol baixo durante o dia. Aumenta a visibilidade e alerta veículos de trás;
4. Ligue o desembaçador traseiro;
5. Evite freadas bruscas e não faça manobras perigosas;
6. Mantenha as borrachas dos limpadores de para-brisa em dia;
7. Pare em local seguro se a chuva estiver muito forte;
8. Não use as mãos para limpar vidros embaçados, pois eles ficarão engordurados. Utilize um pano apropriado, se possível com detergente neutro;
9. Ligue o ar-condicionado ou ventilador do caminhão e mantenha uma fresta da janela aberta para circular o ar. Se os vidros já estiverem embaçados, use ar quente;
10. Jamais faça ultrapassagens;
11. Procure rodar com a pressão adequada nos pneus;
12. Mantenha a velocidade constante, sem fortes acelerações ou freadas bruscas.
Fonte: Terra
Unidades da Vipal do Rio de Janeiro e Paraná se adequam ao Inmetro
14:58
Postado por Mateus
A loja Recapadora Machadinho, de Dois Vizinhos/PR e Pneuscar Recauchutagem, de Barra Mansa/RJ – ambas da Rede Autorizada Vipal -, receberam neste mês o Registro de Declaração de Conformidade do Fornecedor do Inmetro, com a inclusão dos processos de reforma de pneu de carga. Atualmente, cinco reformadoras paranaenses receberam o registro e duas, já a Pneuscar do Rio de Janeiro é a segunda reformadora a obter o registro do Inmetro.
Todos os reformadores de pneus de carga têm até novembro de 2012 para obterem o registro no Inmetro, conforme a Portaria n° 444 desta instituição. Este processo de adequação dos reformadores aos requisitos do Inmetro traz uma série benefícios ao mercado de reforma de pneus e ao segmento de transporte. Caminhoneiros e frotistas passam a contar com um padrão cada vez melhor na reforma de pneus, por meio de produtos e serviços que garantem uma maior vida útil do pneu com mais desempenho e segurança.
As empresas devem fornecer todo o suporte necessário aos reformadores para a obtenção do registro do Inmetro através de orientação, capacitação das equipes e suporte técnico. Durante esse processo, o Inmetro determina o ensaio de amostras de pneus reformados, que são enviados para laboratórios especializados.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Goodyear inicia feirão em Americana
10:10
Postado por Mateus
Começa nesta quinta-feira, 15, o "Primeiro Feirão de Fábrica de pneus do Brasil". Realizado na fábrica da Goodyear, em Americana (SP), no quilometro 128 da Rodovia Anhanguera, o evento vai até o próximo dia 23. Durante o encontro, que tem como principal público-alvo os motoristas autônomos e os pequenos frotistas, toda a linha de pneus para caminhões da empresa terá condições especiais de venda.
“A Goodyear, como parte integrante do setor de transporte, reconhece a importância de estar ao lado destes profissionais com papel tão preponderante na economia do País. Por isso, além de oferecer alta tecnologia e grande valor agregado em todos os nossos produtos e serviços, estamos convidando os clientes para a nossa fábrica e oferecendo uma oportunidade inédita de adquirir pneus Goodyear com condições especiais”, afirma Antonio Roncolati, diretor de Vendas de Pneus Comerciais da Fabricante.
Ao longo dos oito dias do feirão, a Goodyear também irá oferecer aos seus clientes no Estado de São Paulo a promoção “Preço de Fábrica”, nas lojas dos revendedores oficiais participantes, DPaschoal, Roma Pneus, Caiado Pneus, Passari Pneus e Edson Pneus.
Fonte: WebTranspo
Os 10 mandamentos para o uso inteligente dos pneus de carga
00:02
Postado por Mateus
Da calibragem periódica ao rodízio, as fabricantes de pneus sempre ressaltam que os motoristas que obedecem às recomendações técnicas de manutenção conseguem, sim, rodar mais e melhor. A Bridgestone faz abaixo uma relação com os 10 mandamentos para utilizar melhor os pneus de carga. Confira:
1) Calibrar os pneus semanalmente
De acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo, manuais técnicos dos fabricantes de pneus ou norma da ALAPA (Associação Latino-Americana de Pneus e Aros).
2) Fazer o rodízio de pneus
Com periodicidade a ser definida em função de fatores operacionais e das práticas de manutenção do usuário.
3) Evitar sobrecarga no veículo
Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de estouro ou de alterações estruturais importantes.
4) Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo
Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus.
5) Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo, considerando também o emparelhamento de pneus duplos
As partes do veículo foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera o equilíbrio.
6) Alinhar o sistema de direção e suspensão e balancear os pneus periodicamente
Isto deve ser feito sempre que: o veículo sofrer impactos fortes, ocorrer a troca de pneus, os pneus apresentarem desgastes irregulares, forem substituídos os componentes da suspensão e o veículo estiver “puxando” para um lado.
7) Utilizar o pneu indicado para cada tipo de aplicação
Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso na terra (fora de estrada) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo.
8) Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TWI)
Este indicador existente em todo pneu mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca.
9) Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes
Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas.
10) Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção
Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Os melhores motoristas são aqueles que, mesmo rápidos, sabem poupar seus veículos e pneus.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Empresa fabricante de pneus apresentou na 18ª Fenatran modelos com maior durabilidade
19:33
Postado por Mateus
Com o tema “Transporte na rota da sustentabilidade”, a Bridgestone apresentou na Fenatran 2011 o conceito de sistematização – uma forma de otimizar o desempenho e melhorar a eficiência de durabilidade dos pneus. Seguindo essa linha, a fabricante lançou alguns modelos que constribuem com a redução de CO²:
Os três novos pneus da Bridgestone serão fabricados no Brasil e disponibilizados em todo o território nacional.
RFID Gate
Com um chip instalado na carcaça, este é um pneu eletrônico que funciona com identificação por rádio freqüência para captura de dados. A leitura dos pneus é feita quando o veículo passa pelo portão da transportadora, onde o equipamento de leitura será instalado; podendo identificar todos os pneus do veículo simultaneamente, otimizando a gestão.
Desta forma, é possível ter um controle patrimonial dos produtos utilizados e monitorar a profundidade dos sulcos, a necessidade de troca ou rodízio, o tempo de vida útil, a necessidade de calibragem, entre outros itens.
Modelos pneumáticos:
- M814
Projetado para atender os segmentos de veículos leves e operar em curtas e médias distâncias, o M814 vem com maior largura da banda de rodagem e sulcos mais profundos. Medindo 215/75R17.5, possui ejetores especiais nos sulcos centrais da banda de rodagem que evitam a retenção de pedras, preservam a integridade da carcaça e favorecem a recapabilidade do pneu.
- M840S
Criado para atender o segmento de caminhões no uso misto, em percursos de curtas e médias distâncias, deve ser usado em eixos direcionais, de tração moderada e de reboque. Medindo 1000R20, 1100R22 e 295/80R22.5, mais largura de rodagem, ângulos e formato de sulcos, proporcionam maior quilometragem, menor retenção de pedras e desgaste regular. O pneu ainda oferece maior resistência à cortes, picotamentos e rachaduras devido sua rodagem com construção capa e base oferece menor geração de calor
- L320
A tecnologia CPT (Constant Performance Technology), presente neste pneu, garante que mantenha sua performance original até o fim da vida em sua tração, dirigibilidade e durabilidade. Possui talão maior a fim de minimizar a deformação e espessura lateral confere mais resistência a atritos. A banda de rodagem com maior número de blocos gera melhor tração (pode ser usado em usinas de cana, pedreiras, madeireiras e construções). Mede1100R22 e 295/80R22.5.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Sete erros na manutenção dos pneus
09:18
Postado por Mateus
Cuidar dos pneus não significa apenas calibrar a pressão, pelo contrário. A manutenção desse tipo de componente tem outras prioridades tão importantes quanto à calibragem. Na verdade, trata-se de simples precauções que podem aumentar significativamente a durabilidade desse item, que é um dos maiores custos para o transportador. Porém, quem dá as dicas de como realizar corretamente esse tipo de manutenção e como evitar erros comuns é a fabricante de pneus Bridgestone. A marca japonesa elaborou sete conselhos que vão ajudar a não errar na conservação dos pneus do seu caminhão, garantindo assim mais segurança e economia de custos. Veja abaixo:
1. Pressão incorreta: rodar com o pneu abaixo da pressão indicada aumenta a área de contato com o piso, gerando um desgaste mais acelerado nas extremidades do pneu, torna a direção do veículo mais pesada e pode gerar uma eventual desagregação da rodagem (parte que toca o solo) devido ao excesso de calor gerado. Além disso, exige mais esforço do motor, fazendo com que o veículo consuma mais combustível e polua mais. Por outro lado, o excesso de pressão pode causar desgaste mais acentuado no centro da rodagem, perda de estabilidade em curvas, rachaduras na base dos sulcos, maior propensão a estouros por impacto e maior facilidade de penetração de objetos. A pressão correta é a indicada pela fabricante do veículo e tem grande influência no comportamento dinâmico deste.
Outro ponto importante é não se esquecer de checar as condições do estepe sempre o mantendo pronto para o uso. Uma dica é colocar até cinco libras a mais do que o normal, já que o pneu reserva nem sempre é calibrado com a mesma frequência dos pneus em uso.
2. Desgaste excessivo: no caso de chuva, a pouca ou nenhuma profundidade dos sulcos compromete o escoamento da água que fica entre o pneu e o piso, o que aumenta significativamente o risco de aquaplanagem e a perda do controle da direção. A profundidade mínima dos sulcos do pneu, indicada pelo TWI (Tread Wear Indicators - indicador de desgaste da banda de rodagem, em português), que são "ressaltos" da borracha vistos dentro dos sulcos, é de 1,6 mm de profundidade. Abaixo dessa medida, em qualquer parte dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado "careca" e passível de autuação pelas autoridades de trânsito.
3. Riscar o pneu: para tentar prolongar a vida útil do pneu, alguns motoristas adotam o recurso de fresar a banda de rodagem quando esta chega ou ultrapassa o limite de segurança indicado pelo TWI. A prática, mais conhecida como "riscar os pneus", é totalmente condenada pelos fabricantes, e consiste no redesenho da banda de rodagem. Para isso é usada uma lâmina quente própria para esse fim. Ao ser retirada parte da borracha que compõe sua estrutura, deixando por vezes a lona aparente, o pneu perde sua resistência, podendo provocar seu estouro em pleno movimento.
4. Consertos inadequados: na maioria das vezes, ao consertar um pneu furado, os borracheiros utilizam o chamado "macarrão", que é um filete de borracha introduzido por meio de uma agulha na perfuração que se quer eliminar, dispensando a desmontagem da roda. Mas esse recurso deve ser utilizado provisoriamente e substituído pelo manchão ou plug assim que possível, pois, por tempo prolongado, o macarrão pode permitir o vazamento da pressão do pneu.
5. Não fazer a manutenção da suspensão: de nada adianta colocar pneus novinhos, se a suspensão e outras partes do veículo não estiverem em bom estado. Uma suspensão mal calibrada e com peças desgastadas provoca o desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Um dos sinais de que o alinhamento do veiculo não está correto e que partes da suspensão podem estar gastas ou danificadas é o desgaste irregular ou prematuro dos pneus.
6. Não efetuar o rodízio: o rodízio de pneus tem por função equalizar o desgaste e garantir uma vida longa e uniforme a eles. Esse procedimento deve ser realizado segundo a recomendação que consta no manual do veículo ou a cada 8 000 quilômetros para pneus radiais e 5 000 quilômetros para pneus diagonais.
7. Não alinhar e balancear as rodas: desvios mecânicos provocam desgastes prematuros de pneus e desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Deve-se alinhar o veículo quando sofrer impactos na suspensão, na troca de pneus ou quando apresentarem desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver puxando para um lado, ou a cada 10 000 quilômetros.
O desbalanceamento das rodas, além de desconforto ao dirigir, causa perda de tração, de estabilidade, desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu. Deve-se balancear as rodas, sempre que surgirem vibrações, na troca ou conserto do pneu ou a cada 10 000 quilômetros.
Fonte: Revista Trasporte Mundial
Pneus e os “ladrões” de quilometragem
13:58
Postado por Mateus
O pneu é um dos itens de grande importância no veículo, responsável por ser o elo de ligação entre o veículo e o solo, garantindo o deslocamento, dirigibilidade, conforto e segurança do mesmo. Numa empresa de transporte, além dos fatores anteriores o pneu assume ainda uma posição de grande impacto na planilha de custos. Vendo dessa forma, ele deveria receber maior cuidado e atenção especial dos motoristas e proprietários.
Mas essa não é a realidade. Poucos sabem da importância e da responsabilidade que estão sob os pneus e, por vezes, os cuidados necessários não acontecem. Alguns cuidados podem reduzir os fatores que “roubam” o desempenho dos pneus e por conseqüência aumentam o seu tempo de vida útil. Conheça agora os 5 ladrões de quilometragem:
- Alinhamento Incorreto: reduzindo a quilometragem em até 25%, é um dos problemas mais freqüentes, provocados em geral pela falta de paralelismo entre as rodas (normalmente dianteiras) de um mesmo eixo, entre um eixo em relação ao outro eixo de um mesmo veículo ou ainda, pelo posicionamento incorreto de qualquer um dos eixos em relação ao chassis do veículo (ângulo diferente de 90° em relação a linha longitudinal do chassis). O desalinhamento das rodas ou eixos do veículo afeta a dirigibilidade e provoca o arraste contínuo dos pneus, fazendo com que o desgaste seja acelerado e anormal. Geralmente o caminhoneiro só alinha as rodas dianteiras, quando na verdade, deveria assegurar o correto alinhamento de todos os eixos e rodas com verificações periódicas, ao menos a cada 20.000 km rodados.
- Balanceamento Incorreto: também reduz a vida útil em 20%, pois provoca a incidência de maior peso do conjunto pneumático sobre uma determinada porção da banda de rodagem, ocasionada pela ação da força centrífuga gerada durante a rodagem do veículo. O desbalanceamento pode ser estático, provocando repetidos impactos (choques) da banda de rodagem no sentido vertical, que por sua vez causam violentas oscilações verticais que dificultam a dirigibilidade e comprometem a estabilidade do veículo. O desbalanceamento pode ser também dinâmico, provocando oscilações transversais que resultam em vibrações na direção, normalmente conhecidas por “shimmy” e seus efeitos criam dificuldades em manter a estabilidade dos veículos. Qualquer que seja a forma de desbalanceamento, se não corrigida em tempo, os pneus sofrerão desgastes irregulares nas bandas de rodagem, prejudicando a sua vida útil.
- Controle de Pressão Inadequado: Dado a grande quantidade de pneus que normalmente equipam um veículo de carga (de 6 a 26 pneus) e a dificuldade de acessar a válvula de ar dos mesmos, os motoristas e profissionais da manutenção de pneus em geral costumam deixar de realizar a verificação da calibragem com a periodicidade necessária, que seria ao menos uma vez por semana. Resultado: perda de mais 25% na quilometragem. Isso ocorre porque a pressão acima da recomendada, em função da carga transportada e do tamanho do pneu, provoca o desgaste acelerado do centro da banda de rodagem, enquanto a pressão abaixo da recomendada provoca o desgaste acelerado das suas extremidades, área chamada de ombros. Além do desperdício de borracha, as pressões inadequadas influenciam no maior consumo de combustível, na deficiência do poder de frenagem e estabilidade do veículo, na fadiga precoce da carcaça (estrutura) do pneu e podem, ainda, prejudicar o conforto do motorista durante a viagem.
- Desenho de Banda Inadequado: Cada posição de rodagem, além de suportar a carga e permitir o deslocamento do veículo, tem uma função específica. Os pneus dianteiros por exemplo, tem a função de conduzir o veículo para as direções desejadas, favorecendo as curvas e manobras. Os pneus de tração, tem a responsabilidade de transmitir a força e potencia do motor, resultando na melhor produtividade do veículo. Os pneus de eixos livres, do truck e da carreta, tem o compromisso de minimizar o arraste durante as manobras. Por isso existem diferentes desenhos de banda, um para cada tipo de posição de rodagem e a escolha incorreta pode reduzir a quilometragem em até 40%.
- Emparelhamento Inadequado: o quinto e último ladrão de quilometragem é o emparelhamento inadequado. Isso ocorre, por exemplo, quando no mesmo eixo é colocado um pneu novo e outro reformado, ou pneus de diferentes dimensões. O emparelhamento também não será correto quando se colocar para rodar juntos pneus com construções diferentes como radiais e diagonais ou mesmo com diferentes marcas e modelos. Aqui o motorista perde mais 25% de quilometragem.
Para encerrar, os transportadores precisam lembrar sempre de calibrar os pneus semanalmente, fazer rodízio periodicamente, verificar o alinhamento a cada 20.000km, evitar sobrecarga (sempre respeitar o limite de peso) e fazer manutenção preventiva. Garanta seu veículo em bom estado, sua segurança na estrada e um trabalho mais agradável! Boa viagem.
Fonte: Webtranspo
Assinar:
Postagens (Atom)







