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Mercedes-Benz é a marca de caminhão preferida pelos gaúchos

A Mercedes-Benz comemora a preferência dos clientes gaúchos pela marca. Segunda no ranking nacional de vendas de caminhões, a montadora é a preferida pelos entrevistados da Revista Amanhã entre as marcas de veículos comerciais no Rio Grande do Sul.
A empresa recebeu o prêmio em Porto Alegre (RS) como a marca de caminhão mais lembrada no Estado, pela 17ª vez consecutiva. “Essa pesquisa da revista Amanhã baseia-se na lembrança espontânea dos entrevistados. Ou seja, a nossa marca é a primeira que efetivamente vem à mente da maioria dos gaúchos quando o tema é caminhão”, afirma Fernando Michetti, gerente regional da Mercedes-Benz do Brasil.
Segundo o executivo, essa premiação é um importante reconhecimento à forte atuação e ao comprometimento da Mercedes-Benz com seus clientes. “Além de 20 concessionários, que oferecem atendimento especializado em todo o Rio Grande do Sul, contamos com um escritório regional e um centro de treinamento em Porto Alegre, estando permanentemente atentos às demandas específicas dos nossos clientes locais. Com isso, propiciamos soluções que assegurem eficiência e rentabilidade aos seus negócios de transporte”.

‘Extensão’, fábrica da Juiz de Fora da Mercedes-Benz é mais produtiva que planta de São Bernardo


A Mercedes-Benz possui uma história de mais de 60 anos no Brasil. E o início de tudo foi a fabrica da empresa em São Bernardo do Campo. Localizada no coração da Grande São Paulo e “engolida” pela civilização, a planta não tem mais para onde crescer. E este problema logo se tornou um desafio superado pela marca alemã. O remédio encontrava-se naquela que já foi a primeira fábrica de automóveis Mercedes-Benz fora da Alemanha.
A opção foi transformar a unidade de Juiz de Fora em uma planta para a montagem de caminhões. E não apenas qualquer caminhão. Além de migrar a fabricação do leve Accelo para a cidade mineira, o Actros, extrapesado com muita tecnologia embarcada da marca alemã, também passou a ser fabricado no Brasil na nova linha. “Quando tomamos a decisão de trazer as operações de São Bernardo do Campo, escolhemos o Accelo, pois a linha dele era mais simples de ser migrada”, explicou Ronald Linsmayer, vice-presidente e COO de caminhões da Mercedes no Brasil, em evento realizado nesta quinta-feira em Juiz de Fora. São 176.000 metros quadrados de área útil numa área total de 2.800.000 metros quadrados.
Linsmayer revela que, com a transferência do Accelo para Juiz de Fora, a planta de São Bernardo ganhou espaço em usinagem. Entretanto, o executivo nega que a Mercedes-Benz tenha planos de transferir todas as atividades para Minas Gerais. “Juiz de Fora deve ser entendida como uma extensão de São Bernardo. Se no futuro precisarmos de mais espaço lá, aí então iremos avaliar”, disse.
Fábrica de Juiz de Fora foi reformada para fabricar caminhões e se tornou uma das mais modernas do mundo
Mais moderna e bem equipada, a planta mineira possui uma capacidade de produção maior do que a fábrica de São Bernardo. A expectativa é que sejam fabricados 12 mil veículos (nove mil Accelo e três mil Actros) em Juiz de Fora no ano de 2012, mas esse número pode chegar a 50 mil unidades nos próximos anos, número ainda abaixo dos cerca de 80 mil caminhões e ônibus montados em 2011 na planta do ABC, que possui um quadro muito maior de funcionários. “A linha de Juiz de Fora tem uma eficiência produtiva maior que a planta de São Bernardo. Essa diferença diária é um número de dois dígitos”, afirmou Ronald Linsmayer, que não quis revelar o número em questão.
Testes de qualidade são feitos na própria linha de montagem, otimizando o processo
Fato é que em Juiz de Fora tudo foi pensado para ser melhor. Um trabalho de benchmarking definiu padrões adotados em linhas de todo o globo no que é relacionado especialmente à fabricação e à logística que deveriam ser trazidas para a cidade mineira. A linha possui conceitos como Kan-ban, Just-in-sequence, One-piece-flow e Lean Manufacturing (Produção Enxuta), que juntos dispensam a necessidade de estoque e anulam o desperdício ao longo do processo fabril.
A linha é tão versátil que os dois caminhões, de segmentos extremos (leve e extrapesado) são montados na mesma linha, que por sinal não existe fisicamente na forma de linha de arraste. No lugar é possível ver AGVs (Auto Guided Vehicles), veículos autoguiados que num primeiro momento podem parecer um brinquedo, mas são instrumentos de alta tecnologia que tornam a linha mais flexível e permitem, por exemplo, que esta siga funcionando plenamente mesmo em caso de problemas em alguma etapa. São 40 AGVs trabalhando na planta.
AGVs tornam linha de montagem mais flexível
Outra característica que amplia a produtividade é representada na forma de portais de qualidade. Os componentes instalados são testados na própria linha de montagem, em diversas etapas. Assim, qualquer falha pode ser prontamente corrigida pelos colaboradores.
Os investimentos nesta linha foram de cerca de 450 milhões de reais. Mesmo com um mercado em momento de transição do Euro 3 para o Euro 5, fato que prejudicou as vendas no primeiro trimestre de 2012, a Mercedes-Benz acredita no potencial da fábrica de Juiz de Fora. “Esta planta é uma preparação para o crescimento do mercado. Temos uma linha ótima para alcançarmos a liderança deste mercado”, disse em tom esperançoso Jürgen Ziegler, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para a América Latina.

Banco Mercedes-Benz atinge a soma de R$ 1 bilhão em novos negócios



O Banco Mercedes-Benz encerra primeiro trimestre de 2012 com alta de 21% em novos negócios, com a soma de R$ 1 bilhão liberada ao mercado para novos financiamentos. Foram financiados 5.523 veículos Mercedes-Benz zero-quilômetro no trimestre. Desse total, 89% são caminhões e ônibus,9%, vans, e 2%, automóveis Mercedes-Benz e Smart.
Os segmentos de vans e ônibus tiveram destaque no período. Foram 479 vans financiadas, aumento de 62% comparado aos mesmos meses de 2011, com 295 unidades negociadas.  Em ônibus, foram 1.597 unidades financiadas de janeiro a março de 2012, alta de 97% em relação à igual período do ano passado, com 812 ônibus.
“Nossa perspectiva de mercado é positiva para 2012. Investimos em tecnologia e novos profissionais, aumentando nossa equipe de campo e apostando em grandes negócios. Adotamos estratégias com nossas Regionais focadas em taxas competitivas, concentrando esforços em novos negócios por meio da ampliação da cobertura geográfica e um atendimento ainda mais personalizado aos clientes. O resultado do primeiro trimestre desse ano confirma os bons resultados de nossas ações”, afirma Angel Martínez, diretor Comercial do Banco Mercedes-Benz.

Mercedes-Benz quer voltar a liderar mercado de caminhões até 2014



Além da ação promovida pela Mercedes-Benz para divulgação da sua nova linha de caminhões 2012 nos entrepostos do Ceasa, a empresa desenvolveu o Truck Test, um projeto inédito que disponibiliza mil veículos para que seus clientes conheçam as inovações que a empresa reservou para o mercado dos brutos. A iniciativa, que abrange demonstrações e testes-drives junto às próprias atividades dos clientes em todo o Brasil, está em vigor desde março deste ano.

E nas terras do mais recente deputado federal, Francisco Everardo Oliveira Silva, vulgo Tiririca (PR), desde o último sábado (14), a concessionária Ceará Diesel e suas unidades de Fortaleza, Sobral e Juazeiro do Norte, com apoio da fabricante, colocaram à disposição de sua clientela mais fiel, 15 caminhões à serem utilizados no Truck Test. Desta forma, clientes de suas praças de atuação podem sentir na prática as mudanças proporcionadas pela linha 2012, com até dois meses para testar as novas famílias Accelo, Atego, Atron, Axor e Actros.
“Nesse período sempre teremos os nossos instrutores ao lado dos motoristas e frotistas, potencializando a demonstração das novidades e das vantagens proporcionadas pelos novos caminhões da marca às operações de cada cliente, sobretudo em todo o estado do Ceará”, reforça o diretor comercial da Ceará Diesel, José Andre Varela.
Modelo de caminhão Axor 2644
Segundo o empresário, após os 60 dias do Truck Test e da divulgação nas cidades do interior do Ceará, o concessionário dará continuidade às demonstrações junto aos clientes em suas atividades, proporcionando até, no caso das empresas de transporte rodoviário, viagens de longa distância com seus motoristas e instrutores da Ceará Diesel. A fim de que possam assimilar plenamente todas as propriedades das atuais versões de caminhão, o Truck Test terá o acompanhamento e monitoramento por parte destes profissionais em todas as demonstrações.
A estratégia é fazer com que o cliente comprove a evolução nas características da linha 2012; ou seja, o aprimoramento no desempenho do veículo, menor consumo de combustível e redução no custo operacional. A média na redução de consumo de combustível com a nova tecnologia registrada pela fabricante foi de 6%, podendo atingir até 10% a menos nos gastos se comparado à linha anterior.
A frota de 1.000 caminhões do Truck Test será distribuída de acordo com as características do mercado de atuação de cada concessionário; sendo subdividida em 30% de veículos comerciais leves, 5% de veículos médios, 30% caminhões semipesados e 35% caminhões pesados. Em virtude dessa distribuição, todos os clientes terão à sua disposição os modelos mais indicados para respectiva atividade de transporte.
“Nosso objetivo é alcançar o cliente onde quer que ele esteja, daí a parceria com a nossa Rede de Concessionários, a maior do País, presente em todos os estados do território nacional”, afirma Tânia. “Trata-se de uma ação sem precedentes no País, que nos permite mostrar aos clientes que a linha de caminhões 2012 agrega muito mais valor ao seu negócio”.
Esse conjunto de ações de marketing, mais agressivo e contundente, que a empresa resolveu adotar é idealizando um futuro à médio prazo, inclusive com a forte intenção e expectativa de retomar a liderança no mercado de caminhões até 2014.
No primeiro trimestre deste ano, a Mercedes-Benz contabilizou um declínio de 0,5% no número caminhões emplacados (exclusivamente os veículos acima de 6 toneladas), com 9.648 caminhões contra 9.700 entre janeiro a março de 2011.
Ainda de janeiro a março, a participação da montadora no mercado foi de 27,2%, fatia superior aos 25% computados em igual período do ano anterior. Apesar do movimento de pré-compra que ocorreu no ano passado em decorrência da nova legislação para emissão de gases, a expectativa a partir do segundo semestre é que as vendas retomem seu fluxo positivo, obtendo os mesmos resultados apresentados no último semestre 2011.
“Se queremos reconquistar a participação no mercado, precisamos recuperar clientes que um dia foi Mercedes e saiu da marca e fazer com clientes que são do concorrente migrem para nossa marca”, conclui a diretora.
Foto: Divulgação/Mercedes-Benz

Mercedes-Benz opta por forma diferente de comunicação a fim de mostrar sua nova linha de caminhões


Clientes e jornalistas do setor se reuniram na semana passada para o lançamento da linha completa de caminhões 2012, da Mercedes-Benz, na concessionária Ceará Diesel, em Fortaleza (CE), líder no comércio local. Fabricante e concessionário iniciaram uma intensa programação para que os clientes da marca pudessem atestar as vantagens e benefícios das novas famílias de caminhões Accelo, Atego, Atron, Axor e Actros.
A primeira atividade começou no dia 10 e terminou dia 13 de abril, com uma ação de vendas voltada aos operadores da Ceasa de Maracanaú – que completou 40 anos -, na região metropolitana de Fortaleza, capital cearense.
Para José André Varela, diretor da Ceará Diesel, esse conceito de proximidade com o cliente é produtivo. “Na semana seguinte já têm interessados”, afirma. “Com este conjunto de ações para mostrar as tendências do mercado, esperamos um resultado bastante satisfatório, com market share entre 2 a 3%”, complementa Tânia Silvestre, diretora de Vendas e Marketing de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.
“Desde o mês de janeiro, já fomos a 11 unidades da Ceasa em várias regiões para mostrar aos operadores das centrais de abastecimento que a linha de caminhões 2012 traz mais ganhos para quem atua no transporte de hortifrutigranjeiros”, explica Tânia.
É praxe que nas atividades rotineiras das unidades dos Ceasa’s a preferência no transporte urbano, rodoviário e rural seja a utilização de  caminhões leves, médios e semipesados. Esse cotidiano também envolve a central de abastecimento de Maracanaú, onde, mensalmente, circulam cerca de 5,3 mil veículos de carga. Em 2011, o entreposto comercializou mais de 460 mil toneladas, entre hortifrutigranjeiros, cereais, flores e outros produtos.
Segundo a executva, a Mercedes-Benz jamais realizou uma ação promocional e comercial tão impactante e em tão pouco tempo como essa. “Nossa intenção é contribuir com o caminhoneiro para que eles obtenham os melhores resultados com seus caminhões, alcançando a excelência em suas atividades de transporte e com a rentabilidade desejada”, completa a executiva.
E para cada caminhão da linha 2012 adquirido pelos clientes presentes durante o evento, a revenda entregou um contrato de manutenção preventiva Basic Service e mais 1,2 mil litros de ARLA 32.
Vale ressaltar que esta ação para apresentar a linha 2012 ao mercado faz parte de um plano que a companhia elaborou com sua Rede de Concessionários. A iniciativa, que começou em março e encerrará no final do mês de abril, apresentará suas novidades em 386 eventos espalhados pelo País.
Equipes de vendas das concessionárias convidam os caminhoneiros a conhecerem os novos produtos em suas respectivas tendas e sanar dúvidas. Está presente também em cada ponto de divulgação, um parceiro do banco Mercedes-Benz.

MB inicia produção em série de caminhões em Juiz de Fora


Marco histórico viveu a unidade Mercedes-Benz de Juiz de Fora, Minas Gerais, na terça-feira, 3 de janeiro de 2012. Na data foi iniciada oficialmente a produção em série de caminhões na planta, inaugurada em 1999 para fabricação do modelo Classe A, um automóvel.
O processo de try-out, iniciado em outubro, foi encerrado em dezembro.
De acordo com a fabricante 100% da produção do modelo Accelo, caminhão leve e atual modelo de entrada Mercedes-Benz após a aposentadoria do 710, já foi transferida para Minas Gerais. Antes, o modelo era produzido em São Bernardo do Campo.
Também foi iniciada a produção seriada do caminhão pesado Actros, antes importado completo da Alemanha e agora montado em CKD.
A produção em série iniciada neste 2012 foi resultado de um intenso trabalho da Mercedes-Benz, que durou mais de um ano, para transformar uma fábrica de automóveis para outra bem diferente, de caminhões. Em sua carreira de veículos leves, Juiz de Fora montou cerca de 140 mil automóveis em onze anos de vida, especialmente Classe A e CLC.
O anúncio de que Juiz de Fora – que conviveu por largo período com ampla série de informações de bastidores que apontavam possível venda ou fechamento – produziria caminhões ocorreu em março de 2010.
Uma das ações promovidas pela fabricante foi desenvolver sistema logístico complexo, já que a maior parte dos componentes utilizados em Juiz de Fora ainda vem do ABC Paulista.
Outra iniciativa envolveu o treinamento dos funcionários. Grupo de cinquenta deles passou cerca de um ano na unidade de veículos comerciais da Mercedes-Benz em Wörth, cerca de cem quilômetros de Stuttgart, Alemanha, para vivenciar na prática a fabricação do Actros, enquanto outros 350 eram treinados em São Bernardo do Campo. Esta fase já foi superada por completo, e atualmente os oitocentos trabalhadores atuam em suas novas funções com o conhecimento adquirido e necessário.
Foram investidos cerca de R$ 450 milhões em Juiz de Fora, onde se aproveitaram, basicamente, os prédios construídos. A maior parte dos equipamentos é nova. A área construída cresceu com ampliação da área de montagem final, e agora é de 177 mil m2. Outra novidade foi a integração de sistemistas: Maxion, Seeber e Randon já estão lá.
A previsão para este ano é de produção total de 15 mil unidades de Accelo e Actros, com 96% e 44% de índice de nacionalização, respectivamente.

Fonte: AmoCaminhões.com