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Conheça os caminhões mais clássicos do mercado brasileiro

Que tal uma viagem pelas estradas do passado? Alguns modelos de caminhão fizeram tanto sucesso que permanecem no imaginário até hoje, outros já entraram na maioridade e seguem em pleno funcionamento, solucionando fretes pelo País. Reunimos modelos marcantes para a trajetória de grandes montadoras no Brasil para você relembrar histórias atrás da boleia deles.
Ford F-600
A tradicional linha F da Ford nasceu no Brasil em 1957 com o F-600, um caminhão tipicamente estradeiro para a época. O modelo – com índice de nacionalização de 40% em peso – foi muito usado na construção de Brasília, puxando carga de São Paulo com seu motor V8 a gasolina, de 4,5 litros, que foi usado nos caminhões da marca até 1977. Em 1959, recebeu para-brisa envolvente, com área aumentada em 20%, novo painel de instrumentos e emblemas nas cores verde e amarela. No início da década de 1970, a Ford já tinha vendido 200 mil unidades do modelo, que desde 1964 apresenta 99% de nacionalização em peso.
     
VW 13.130
Em março de 1981, a Volkswagen apresentou seus primeiros modelos semipesados ao mundo: o VW 11.130 e o VW 13.130. A entrada da empresa com veículos próprios no mercado de caminhões obteve sucesso, e o VW 13.130 chegou a ser exportado para a China. O modelo introduziu um sistema de basculamento manual da cabine, acionado por barras de torção, que permitia fácil e rápida manutenção. Mesmo em 1981, o 13.130 apresentava muitos dos padrões dos caminhões VW usados até hoje, como a cabine avançada, que garante maior capacidade de carga, melhor visibilidade e um menor comprimento total. As vantagens em conforto ao motorista também já eram marcantes, com um dos mais completos painéis, proporcionando total visibilidade e fácil leitura da pista; além de excelentes sistemas de ventilação e isolamento termoacústico. O motor também traduzia a robustez do VW 13.130: um MWM D 229.6, especialmente desenvolvido para o veículo, com 130 cavalos de potência.
           
          
Agrale 1600
Logo após o lançamento do TX 1100, em 1982, que marcou o ingresso da Agrale no setor de veículos e principalmente no segmento de caminhões leves, foi lançado o Agrale 1600. Destinado ao transporte urbano, com rodados traseiros simples e duplo e em modelos a diesel ou álcool, foi sucesso de público. Com capacidade de carga útil, mais carroceria, entre 2.160 kg e 2.300 kg, o caminhão levou a marca até a Argentina, onde a companhia chegou a ter 25% de participação no mercado no final dos anos 1990.

            


Mercedes-Benz 710

A confiabilidade e a durabilidade do Mercedes-Benz 710 é comprovada em números. A história começou com o 608 D, em 1972, passando por várias atualizações, subindo para 708 em 1987 e recebendo uma cabine reestilizada um ano depois, ganhando o design conhecido até hoje. O nome 710 voltou em 1996, por conta do motor turboalimentado – sempre reconhecido pelo torque - e o modelo manteve-se por diversos anos entre os caminhões mais vendidos do Brasil. O Mercedinho, como também é conhecido, encerrou seus 40 anos de história há 10 anos, chegando a aproximadamente 185 mil unidades vendidas desde os primeiros modelos, na década de 1970.
            
Scania 113
O caminhão da Scania mais vendido e figura onipresente das estradas brasileiras foi o modelo T113, comercializado entre 1991 e 1998. Com um total de 26.398 unidades vendidas, a evolução do T112 era oferecida nas versões simples ou leito, com diversos opcionais. Com a linha T, a marca lançou o conceito de fabricação do caminhão “sob encomenda”, buscando oferecer produtos adequados às necessidades dos clientes. O T113 foi o caminhão pesado mais potente da época, com o torque inconfundível do motor Scania 11 litros de 360 cavalos. Outro diferencial deste clássico era a estreia da versão Top Line para a cabine, a mais luxuosa do período.
             
Volvo FH
O caminhão FH é uma lenda viva. A Volvo lançou o modelo em 1994, mesmo ano que chegou ao mercado europeu. O caminhão conquistou o transportador brasileiro pelo baixo consumo de combustível, pela boa produtividade e pelo alto grau de tecnologia embarcada. Foi o primeiro caminhão totalmente eletrônico e sem bomba injetora comercializado no Brasil, além de possuir a maior cabine e a opção de uma e duas camas. A produção brasileira começou em 1998 na fábrica de Curitiba e desde então o veículo conquistou o mercado. Em 2011, o modelo FH 440 cavalos foi o caminhão pesado mais vendido pelo terceiro ano consecutivo.
                      
Iveco Stralis 380 HD
A linha que mais vendeu do modelo Stralis, da Iveco, foi o 380 HD, de 2004 – que inclusive marcou a entrada do caminhão via importação no Brasil. Foram comercializados mais de 6.100 Stralis 380 HD no Brasil durante o período de 2004 a 2009. O destaque do 380 HD é o motor eletrônico denominado Cursor 13, com 4 válvulas em cada um dos 6 cilindros e 380 cv e de potência entre 1500 e 1900 rpm. O modelo foi eleito caminhão do ano na Europa, em 2003. A linha segue sua evolução até hoje, com o Stralis AS, entre os mais luxuosos extrapesados do mercado.
          
Fonte: Terra

Ford e Volvo investem no segmento de extra-pesados

Ford e Volvo, que disputam a terceira e a quarta posições no ranking de vendas, também apostam no segmento pesado e extra-pesado. A Ford mantém um plano de investimentos de R$ 455 milhões até 2015 para investimentos emextrapesados na fábrica de São Bernardo do Campo. Ainda não há data para o novo lançamento. Segundo a Fenabrave, a montadora vendeu 30.351 unidades em 2011 e alcançou 17,58% de participação do mercado. Atualmente, a Ford atua nos segmentos entre os semileves e os pesados.
Segundo o gerente de caminhões da Volvo, Bernardo Fedaldo Júnior, a meta da empresa é manter a liderança de vendas no segmento extrapesado. “Temos 31% do mercado e vamos manter”, disse. De 2009 até o ano passado, a empresa investiu US$ 275 milhões. No próximo mês, a Volvo anuncia os investimentos para até 2014, que serão prioritários em infraestrutura e produtos, segundo Fedaldo Júnior. Em 2011, a Volvo vendeu 19.068 caminhões e ficou com 11,04% de participação no mercado brasileiro. A marca atua desde o semipesado até o extrapesado, sem vender leves ou médios.

Volvo inaugura fábrica de caixas de câmbio I-Shift em Curitiba

A Volvo do Brasil inaugurou no dia 29/11, no seu complexo industrial em Curitiba, uma fábrica de caixas de câmbio eletrônica I-Shift e do motor 11 litros. A caixa I-Shift, bem como o motor 11 litros, eram importados da Europa e montados aqui, o que agora irá mudar com essa novidade.
acima sistema de cambio i-shift usado nos trucks FM e  FH
Com isso, o Brasil passa a ser o 1º país com uma fábrica de caixas de câmbio I-Shift fora da Suécia, sede mundial do Grupo Volvo. Com a produção local, foram criados dezenas de novos empregos para a linha de montagem e também possibilidades de novos negócios para os fornecedores locais e mais agilidade no processo industrial da Volvo.
A Caixa I-Shift é um sucesso. E isso não é a toa já que proporciona a sensível redução no consumo de combustível – até 5% em relação aos veículos com equipamentos manuais. Além disso, permite uma maior durabilidade da embreagem, menor desgaste de pneus e aumenta o nível de conforto e segurança para o motorista. Na prática, isso significa que o motorista não precisa fazer nenhum esforço e não se preocupa em trocar marchas. No modo automático, por exemplo, é só acelerar e frear. Tudo é feito de forma eletrônica, precisa e suave.
As caixas de câmbio I-Shift nacionais já estão sendo produzidas equiparão daqui para frente os FHs e FMs que forem sendo produzidos.
Fonte: Blog Oficial Volvo

A Volvo Trucks acaba de apresentar o FH16 de 750CV em comemoração aos 25 anos do motor Volvo de 16 litros


O Volvo FH16 está disponível agora com 750cv de potência e 3550nm de torque para trabalhar com as tarefas de transporte pesado mais exigentes. Ele chegará ao mercado a tempo para celebrar 25º aniversário do motor Volvo de 16 litros.
Em 1987 se viu a introdução do Volvo F16 com motor de 16 litros, produzindo 470cv. Desde então, as necessidades do mercado têm impulsionado o desenvolvimento no sentido de caminhões cada vez mais poderosos.
“Com o Volvo FH16 750, podemos oferecer aos nossos clientes um caminhão com o melhor desempenho absoluto, eficiência no consumo de combustível e emissões extremamente baixas. É uma combinação intransigente para as mais pesadas e mais exigentes operações de transporte”, diz Staffan Jufors, presidente e CEO da Volvo Trucks.
Desempenho, eficiência de consumo e meio ambiente
O novo motor é baseado na mesma tecnologia do motor 16 litros 700cv atual – seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Ele foi otimizado para maior potência e torque, mas o consumo de combustível permanece inalterado. O motor 750 está disponível em duas versões, uma para Euro 5 e outro para EEV (Environmentally-friendly Vehicle Enhanced), dando emissões de partículas ainda menores e menos fumaça.
A Caixa Volvo I-Shift automatizada é item de série e foi modificada para trabalhar em sintonia com alto torque do motor. O sistema de eixo traseiro inclui eixos para pesos brutos de conjuntos de até 250 toneladas. Para viagens de longa distância, o eixo simples RS1360 introduzido recentemente é uma alternativa a mais para o baixo consumo.
Dirigibilidade e produtividade
O motor produz 750 cavalos e 2.800nm de torque a 900rpm, após o qual a curva de torque aumenta acentuadamente e atinge seu nível máximo de 3550nm a 1050rpm, depois se nivela a 1400rpm. Isto torna possível manter uma velocidade alta até mesmo nas mais difíceis subidas.
“Quanto mais poder você tem à sua disposição em baixas rotações quando começar a transportar uma carga pesada, menos tensão sobre o motor e menos combustível se gasta no processo. Isto por sua vez resulta em dirigibilidade excelente”, diz Hayder Wokil, gerente de produto da Volvo Trucks.
O Volvo FH16 750 é destinado tanto para tarefas de transporte realmente pesados e para tarefas que exigem velocidade média alta rodando em estradas acidentadas ou muito montanhosas.
“Para a maioria dos clientes do FH16, o foco está em como transportar o maior número toneladas possível no menor tempo possível. No entanto, muitos clientes também precisam transportar rapidamente bens de elevado valor e produtos frescos através de longas distâncias com diferentes topografias e entregar em tempo”, explica Wokil.
Transportes mais pesados, caminhões mais potentes
Há muito tempo existe uma tendência de transportes cada vez mais pesados e, portanto, também uma maior necessidade de caminhões mais potentes. Desde a introdução da Volvo F16 em 1987 e a primeira geração de motor de 16 litros produzindo 470cv, os níveis de potência têm subido a passos rápidos, em ritmo com as necessidades do mercado e dos clientes. Em 1993, a potência subiu para 520cv. Dez anos mais tarde um motor totalmente novo chegou, produzindo 610cv. Em 2009, a Volvo foi a primeira fabricante a chegar a 700cv, e agora é tempo para a próxima etapa – o Volvo FH16 de 750cv.
A produção dos primeiros caminhões Volvo FH16 para o mercado europeu com a maior potência do mercado terá início no começo de 2012. Além da versão de 750cv, o motor Volvo de 16 litros está disponível com potências de 540, 600 e 700cv.