Conheça os caminhões mais clássicos do mercado brasileiro
15:13
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Número de roubo e furto no Brasil cai quase 7% em 2011
10:00
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Brasil deve investir em programas de renovação de frota
10:27
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Veículos antigos preocupam não apenas pelo espaço que utilizam, mas também pelos danos que causam ao meio ambiente e a toda a sociedade. Além da alta taxa de emissão de poluentes, necessitam de manutenção constante, gerando gastos que interferem diretamente no bolso de todos os consumidores, já que influenciam o valor cobrado por um frete de caminhão, por exemplo.
O assunto foi debatido hoje na Universidade de Brasília (UnB), durante o III Workshop em Transportes, que acontece nesta segunda e terça-feira. O evento, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Transportes da UnB, conta com o apoio da Confederação Nacional do Transporte (CNT). O objetivo é debater a multimodalidade e investimentos em infraestrutura e logística, entre outros temas.
O encontro reúne autoridades, profissionais e estudiosos do setor. O assessor governamental da CNT, Vinicius Ladeira, apresentou o programa RenovAr - Plano Nacional de Renovação de Frota de Caminhões. Focado nos caminhoneiros autônomos, o programa da CNT prevê, entre outras questões, o oferecimento, por parte do governo, de um bônus pelo caminhão velho e a melhoria do acesso ao crédito.
"A implantação do cartão-frete, regulamentado neste ano pela ANTT, é um grande avanço para o setor. O caminhoeiro agora poderá comprovar renda e conseguir, assim, financiamento para a troca do veículo por um mais novo", disse Vinicius. O mecanismo anterior, a carta-frete, delimitava onde os caminhoneiros poderiam gastar o valor do frete e, para trocar por dinheiro, havia deságio.
Para ser implantado, o plano de renovação de frota necessita ainda estar alinhado aos serviços de inspeção veicular, à política nacional de resíduos sólidos e à reciclagem de caminhões.
O Brasil conta com uma frota de quase 1,6 milhão de caminhões. Desses, 46% são de autônomos, com idade média de mais de 18 anos, segundo a ANTT. "Em países como o Japão, o reaproveitamento dos insumos do caminhão em centros de reciclagem se aproxima dos 100%. Até a poeira retida em alguns lugares é transformada em tijolos", garantiu o assessor governamental da CNT.
Para o gerente de assuntos institucionais e mercado do Cesvi Brasil, Eduardo Augusto dos Santos, o país precisa investir urgentemente na reciclagem de veículos. "Em vários países há políticas de renovação de frota. Na Europa há incentivo para a troca por meio do pagamento de um bônus. Para que dê certo aqui, é preciso ter uma legislação adequada, definir o que é um veículo fora de uso e incentivar a criação de centros de tratamento para o desmonte e reaproveitamento de peças", reforçou.
O gerente do Cesvi Brasil afirmou ainda que os benefícios advindos da renovação de frota vão além da redução de poluentes: ocorrem também na economia, a partir da geração de empregos, e na saúde, com a consequente melhoria da qualidade do ar. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, estudos sobre a implantação de centros de reciclagem no país estão em andamento.
Multimodalidade
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, criticou a falta de planejamento e investimentos nas décadas anteriores. Segundo ele, o governo tem trabalhado para reverter a situação, inclusive com a implantação de sistemas de rodovias inteligentes e ampliação da malha ferroviária do país.
"Hoje trabalhamos com metas por trecho, estamos recuperando ramais e vamos criar uma condição de estimular o transporte de passageiros", exemplificou o dirigente da ANTT.
O superintendente da gestão da oferta da Companhia Nacional de Abastecimentos (Conab), Carlos Eduardo Tavares, comparou o deslocamento feito por diferentes modais no país. De acordo com ele, por falta de alternativas, o transporte de diversos produtos é feito de forma mais onerosa. Isso porque, dependendo da distância, um modal é mais competitivo que o outro. "O deslocamento do milho de Alto Araguaia, no Mato Grosso, para Santos, custa R$ 135 pelo modal ferroviário. Pelo rodoviário, que é o mais utilizado, esse mesmo trecho sai 10% mais caro: R$ 148 reais", citou Carlos Eduardo, lembrando que os valores referem-se à operação por tonelada no mês de fevereiro.
Fonte: Revista Caminhoneiro
O mais potente do Brasil
11:37
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Exterior
| | 560 | 620 |
| Motor | DC16 560 | DC16 620 |
| Volume | 15.6 litres | 15.6 litres |
| Ordem de combustão | 1-5-4-2-6-3-7-8 | 1-5-4-2-6-3-7-8 |
| Cilindros | 90º V8 | 90º V8 |
| Válvulas por cilindro | 4 | 4 |
| Diâmetro x curso | 127x154 mm | 127x154 mm |
| Taxa de compressão | 17:1 | 17:1 |
| Sistema de injeção | Scania PDE | Scania PDE |
| Controle de emissões | Proconve P7 (Euro 5)/ Scania SCR | Proconve P7 (Euro 5)/ SCANIA SCR |
| Potência | 560 hp/1900 rpm | 620 hp/1900 rpm |
| Torque | 2700 Nm/1000-1400 rpm | 3000 Nm/1000-1400 rpm |
| Freio Motor | 304 kW/2400 rpm | 304 kW/2400 rpm |
| Capacidade de óleo | 32 litros | 32 litros |
| Cabines | R ou Highline | R ou Highline |
| Configuração de roda | 6x2 ou 6x4 | 6x2 ou 6x4 |
| Scania Retarder | Opcional | Opcional |
| Scania Opticruise | Opcional | Opcional |
| Eixos traseiros | Redução simples Redução no cubo | Redução simples Redução no cubo |
Foton Motor chega ao Brasil
15:44
Postado por Mateus
Montadora chinesa Foton Motor Group é a uma das maiores fabricantes de veículos comerciais do mundo. Em seus 13 anos de existência no distrito de Changping, em Beijing, a empresa já produziu e vendeu mais de 3 milhões de veículos, sendo que, em um ano chegou a comercializar 650 mil unidades. Atualmente, oferece uma vasta linha de produtos, que abrange caminhões (semileves, leves, médios e pesados), ônibus, veículos utilitários, picapes e automóveis de passeio.
A Foton investe em alta tecnologia em pesquisas e no desenvolvimento de seus produtos, em busca de soluções inovadoras cada vez mais eficientes para atender as normas de controle de gases poluentes ao meio ambiente. E prepara-se para se instalar no mercado brasileiro de caminhões leves, passam a importar seus veículos que serão lançados oficialmente na Fenatran 2011. Com uma cota de 100 caminhões para a venda, serão comercializados em dez pontos de revendas no país, a montadora planeja construir uma fábrica no Brasil a partir de 2015.
“A empresa chinesa tem como meta vender no primeiro ano no Brasil 5 mil caminhões”, diz Luiz Carlos Mendonça de Barros, presidente da Foton Aumark do Brasil, empresa distribuidora dos veículos no País.
Os caminhões leves Aumark chegam ao Brasil em três modelos de 3;5;6 e 9 toneladas. Desenvolvidos para oferecer diferentes necessidades, ao mesmo tempo, qualidades, potência, segurança, conforto e economia de combustível de 20% a 30%, podendo trazer lucratividade para os transportadores e frotistas. Um dos pontos fortes da linha Aumark é o seu motor Cummins, uma parceira desde 2007. Além, da caixa ZF e sistema de alimentação eletrônica Common Rail feita pela Bosch. Com design de quatro válvulas, aliado à transmissão, faz com que o veículo seja mais econômico e menor ruído.
“Vamos trazer um veículo completo com ar condicionado e freio ABS de série” diz Barros.
Os motores da linha Aumark já estão adequados ao Euro V com a tecnologia SCR (Redução Catalítica Seletiva) um sistema de tratamento de emissão de gases, para atender a nova legislação brasileira que entra em vigor em 2012. Esta linha é produzida na China e conta com a parceria da montadora inglesa Lotus, Mercedes-Benz, AVL e Cummins. Compactos e mais leves, com manutenção mais simples, os motores contam com bloco mais resistente, cárter termoplástico, tampa de válvula e conjunto de engrenagens traseiro, que resultam em menor ruído e vibrações. Apresenta também, válvula de exaustão, que garante maior torque em baixa velocidade, oferecendo melhor desempenho dos modelos nas subidas.
Modelos
A versão semileve Aumark de 3,5 toneladas, com tração 4X2, tem 4,8 metros de comprimento de 1,82 metros de largura. O motor Cummins ISF 2.8, com sistema de injeção eletrônico Common Rail Bosch, tem potência de mais de 108,7 cv a 3800 rpm e caixa de mudanças ZF 400, com over drive (o motor trabalha em menor rotação), aumentando a vida útil. Vem equipado com o sistema de tratamento de emissões EGR (sigla em inglês para recirculação dos gases de exaustão) que precisa de catalisador para filtrar os gases poluentes. Tecnologia que atende as normas do Euro IV, e diminui o consumo de combustível.
Já a versão leve de 6 toneladas é equipado com motor Cummins ISF 3.8, com 143 cv de potência a 2600 rpm. Com o chassi mais alto da categoria, com 1,8 metro de distância do chão e com o sistema de tratamento de emissões SCR (Redução Catalítica Seletiva), adequados as normas do Euro V.
O Aumark leve de 9 toneladas tem seu chassi de 8,3 metros de cumprimento, 2,3 metros de altura e 2,1 metros de largura. Com motor Cummins ISF 3.8 litros desenvolve uma potência de 170 cv a 2600 rpm. Possui a mesma tecnologia SCR.
Acessórios
Com estilo arrojado e inovador os caminhões leves, possuem carroceria com linhas suaves e fluidas. A empresa apostou em estudos sobre segurança e criou aplicativos como o para-brisa frontal curvado que ajuda a reduzir com eficiência as áreas de ponto cego do veículo. Outra inovação tecnológica são os faróis de cristal em formato diferenciado, três vezes mais fortes que os modelos convencionais.
Os chassis dos modelos foram feitos em aço de alta qualidade, desenvolvido pela Lotus. Sua estrutura com a viga longitudinal estampadas simultaneamente no molde atende os requisitos de total segurança, inclusive quando o veículo está em alta velocidade e com a carga máxima.
O sistema de amortecimento também utiliza tecnologia Lotus e absorve melhor a vibração externa. Outro item importante é o uso de molas auxiliares na parte de trás do veículo oferece maior capacidade e previne tombamentos laterais. Os modelos contam com freios a disco e a tambor, que garante eficiência total de frenagem. O painel de instrumentos possui detalhes de acabamento em madeira.
Fonte: Na Boléia
Exportação de veículos pesados volta a crescer no Brasil
11:01
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As exportações brasileiras de veículos de cargas estão em crescimento. A perspectiva para este ano é animadora. No período janeiro-julho, as exportações de caminhões somam 14,2 mil unidades, recuperação de 21,5% em relação à igual período de 2010, quando foram exportados 11,6 mil caminhões. Em 2010 foram exportadas 21,1 mil unidades. Em entrevista, Ademar Cantero, diretor de Relações Institucionais da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) fala sobre o setor nacional que retoma o crescimento.
Segundo ele, o comportamento do setor deve se manter no patamar ou cair ligeiramente em 2011. “Seja como for, ainda estamos distantes do melhor resultado de exportação de caminhões, obtido em 2007, quando foram enviados 41,3 mil caminhões ao exterior”.
O segmento sente alguns entraves como a falta de ingredientes para a competitividade. “O setor privado faz sua parte, com investimentos, em aumento de capacidade de produção, tecnologia, novos produtos. Agora temos o Plano Brasil Maior, pelo qual o Governo Federal reconhece questões de competitividade que afetam a economia brasileira, com a instituição de programas de desonerações fiscais tendo como contrapartidas investimentos em inovação tecnológica. Tal medida deverá ser relevante para consolidação e ampliação do parque automotivo nacional”.
O faturamento geral do setor fabricante de veículos no Brasil, em 2010, foi da ordem de US$ 83,5 bilhões. “Aqui estamos falando de todos os produtos: automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus e falamos, também, de toda a produção comercializada, seja para o mercado interno seja para o mercado de exportação”. Cantero disse que, embora seja possível estimar um crescimento do faturamento para 2011, é impossível informar com exatidão. Segundo ele, deve-se levar em conta que o faturamento tem a ver com o “mix” produzido e comercializado, sem contar que, além dos produtos citados, os fabricantes de veículos também exportam componentes, motores e serviços de engenharia. “Mas a perspectiva, como disse, é de crescimento”.
A indústria brasileira de caminhões é globalizada, de nível internacional, e produz diversos produtos: caminhão-chassi, caminhão-trator (ou “cavalo-mecânico”) e, também, todas as categorias de caminhões semileves a caminhões pesados, destinados ao mercado interno e à exportação.
Em 2010, os destinos das exportações brasileiras de veículos, por continente, foram os seguintes: América do Sul, 68,2%; América Central, 0,3%; América do Norte, 9,6%; Europa, 4,5%; África, 21,9%; Ásia, 0,3% e Oceania, 0,2%. “Embora em alguns ainda com baixa presença exportamos para todos os continentes. Quanto às exportações por países, os principais destinos foram Argentina, África do Sul, México, Chile e Uruguai.
Já no mercado interno este ano, de janeiro a julho, foram comercializados 82,9 mil caminhões, expansão de 17% em relação ao mesmo período em 2010, quando o mercado interno adquiriu 70,9 mil caminhões. “Trata-se do setor de transportes investindo em novos equipamentos, tendo em conta o bom momento e as perspectivas da economia brasileira”.
Fonte: Porto Gente






