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57,4% das rodovias tem problemas
09:56
Postado por Mateus
A 15ª Pesquisa CNT de Rodovias 2011 revelou que 12,6% da malha pesquisada são consideradas ótimas, 30% bons, 30,5% regulares, 18,1% ruins e 8,8% estão em péssimas condições. Foram avaliados 98.747 km - 1.802 km a mais do que o analisado na pesquisa anterior - o que representa 100% da malha federal pavimentada, as principais rodovias estaduais pavimentadas e as concessionadas e desse total 57,4% da extensão apresenta problemas. O objetivo do estudo, realizado pela CNT – Confederação Nacional do Transporte e pelo Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Trasnporte (Sest Senat) é avaliar as condições das rodovias brasileiras pavimentadas segundo aspectos perceptíveis aos usuários, identificando as condições das vias - em relação ao pavimento, à sinalização e a geometria da via –que afetam o conforto e a segurança.
Em relação as regiões, a pesquisa aponta o Sudeste do País como a que apresenta melhores condições de rodovias. Do total de 26.778 km avaliados, 24,6% são classificados como em ótimo estado; 30,7% como bom; 28,2%, regular; 13,2%, ruim e 3,3%, péssimo. Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado; 40,7% em bom estado; 26,3% classificados como regulares; 10,7% como ruins e 2,6% como péssimas.
Já o Nordeste dos 25.820 km estudados, 3,8% das estradas foram avalizadas como ótimas; 33%, boas; 32,8%, regulares; 17,7%, ruins e 12,7%, péssimas, ou seja, mais de 60% apresentam problemas. Dos 14.151 km de rodovias avaliados no Centro-Oeste, 6,4% estão em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado. E na região Norte, dos 9.799 km analisados, 0,8% das estradas são ótimas; 12,7% boas; 31,4% regulares; 31,8% ruins e 23,2% péssimas.
Em relação as regiões, a pesquisa aponta o Sudeste do País como a que apresenta melhores condições de rodovias. Do total de 26.778 km avaliados, 24,6% são classificados como em ótimo estado; 30,7% como bom; 28,2%, regular; 13,2%, ruim e 3,3%, péssimo. Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado; 40,7% em bom estado; 26,3% classificados como regulares; 10,7% como ruins e 2,6% como péssimas.
Já o Nordeste dos 25.820 km estudados, 3,8% das estradas foram avalizadas como ótimas; 33%, boas; 32,8%, regulares; 17,7%, ruins e 12,7%, péssimas, ou seja, mais de 60% apresentam problemas. Dos 14.151 km de rodovias avaliados no Centro-Oeste, 6,4% estão em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado. E na região Norte, dos 9.799 km analisados, 0,8% das estradas são ótimas; 12,7% boas; 31,4% regulares; 31,8% ruins e 23,2% péssimas.
Fonte: Frota&Cia
Más condições das estradas encarecem produtos em 60%
18:32
Postado por Mateus
As irregularidades da malha rodoviária brasileira – problemas que vão desde buracos no caminho, asfalto irregular, falta de policiamento e lixo espalhado pelas estradas - encarecem os produtos transportados por meio dela entre 50 e 60%. "A ineficiência logística é tão pesada quanto a carga tributária", diz o professor da Faculdade IBS da Fundação Getúlio Vargas (IBS/FGV) Hugo Ferreira Braga Tadeu. Para comparar, nos Estados Unidos, a mesma equação resulta em 25% do preço dos produtos. Enquanto dados do Banco Mundial (Bird), demonstram que no Brasil 62% de tudo o que se produz é transportado por rodovias, índices revelam que apenas 13% delas são pavimentadas. E mesmo nas estradas asfaltadas, pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que somente em 41,2% do total, o motorista trafega em condições ótimas ou boas. "Se as rodovias federais, que deveriam ser as melhores, já estão em estado de calamidade, você consegue imaginar como estão as vicinais? Principalmente em época de chuva, é comum perder produto porque o caminhão atolou, caiu no buraco, quebrou", diz o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado de Minas Gerais (Silemg), Celso Moreira. Ele destaca ainda que tanto em estradas de terra, quanto nas rodovias federais há buracos, pistas estreitas e sinalização precária. "Praticamente tudo que se consome passa por um caminhão e enfrenta os problemas das estradas. A conta acaba com o consumidor", finaliza Moreira.
Fonte: O Carreteiro
Fonte: O Carreteiro
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