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Maneira de ligar e desligar o caminhão pode prejudicar a vida útil do turbocompressor
18:27
Postado por Mateus
A atenção em hábitos corriqueiros pode preservar a vida útil do turbocompressor, componente responsável por aproveitar a energia dos gases de escapamento para comprimir o ar que será admitido pelo motor e, assim, aumentar a potência do caminhão.
“O turbocompressor trabalha de forma independente do motor, com rotação diferenciada. Por isso, ao dar a partida no veículo é preciso deixá-lo em marcha lenta e somente quando a luz de óleo apagar é recomendado dar rotação ao motor”, afirmou Osvaldo Peres, chefe de oficina da Tietê Veículos. Desta maneira, a lubrificação percorre todo o motor e chega ao turbocompressor, que conta com rotação bem mais alta que o motor.
Ao chegar de uma viagem, é fundamental deixar o caminhão em marcha lenta de um a dois minutos para que a rotação do turbo alcance rotação mínima de trabalho, equivalente a marcha lenta do motor. “Quando o motorista dá carga no motor a rotação se eleva. Caso ocorra o desligamento do motor, a lubrificação do turbo é cortada imediatamente e, consequentemente, esse componente trabalha no seco, sem óleo”, advertiu.
Peres também chama a atenção para a manutenção do turbocompressor. “Por trabalhar em alta rotação é muito sensível às impurezas. É muito importante que o operador utilize o óleo especificado pelo fabricante, bem como faça a troca no período recomendado para garantir óleo de qualidade, sem impurezas e livre de contaminações, mantendo a lubrificação adequada do turbo”, comenta o chefe da oficina.
Fonte: Portal Transporta Brasil
Borg projeta crescimento em 2012
10:09
Postado por Mateus
A BorgWarner produzirá 320 mil turbos em 2011 e igual volume dos fan drivers utilizados em sistemas de arrefecimento, com avanço de 15% em relação a 2010. Para 2012, a previsão é de saldo positivo de 10% nas vendas.
A empresa trabalha na construção da nova fábrica em Itatiba (SP), que recebe metade dos investimentos de R$ 70 milhões do período 2010 a 2012 e estará operando no início de 2013.
O diretor-geral da companhia, Arnaldo Iezzi Jr., faz planos para ampliar a linha de produtos locais. Resfriadores de gás de escape para sistemas EGR estão em avaliação e, embora tenham aplicação restrita sob a legislação Proconve 7 (Euro 5) no Brasil, ganharão impulso com a chegada de P8, equivalente a Euro 6. Atualmente o produto da marca, importado, é utilizado pela MAN e no motor MWM Sprint 3.2.
Estão sendo avaliados também sistemas de acionamento por corrente para motores que serão úteis em projetos de downsizing, com maior eficiência e menor nível de ruído do que os proporcionados por correias tensionadas. No futuro, poderão estar no porfólio embreagens wet dual clutch, como as utilizadas no Volkswagen Jetta mexicano.
Turbo contribui para Euro 5
10:20
Postado por Mateus
Para atender os padrões estabelecidos pelo programa de controle de emissões que entrará em vigor a partir de janeiro, o chamado Proconve P7, que tem o mesmo nível do Euro 5 europeu, todos os setores envolvidos no processo de manufatura dos veículos estão dando sua cota de contribuição. O Grupo BorgWarner, por exemplo, dedicado a produção de turbos para motores movidos a diesel ou gasolina, fornece do modelo K16 para o motor MWM International Maxxforce 4.8, propulsor definido para o novo chassi MA 15.0 do Midibus Agrale.
Produzido na unidade fabril de Campinas (SP), o novo equipamento possui, entre outras modernas tecnologias, o sistema SCR (redução catalítica seletiva), agindo diretamente na redução de emissões de NOx. Nessa nova configuração, o motor MWM de 4.8 litros produz 190 cv de potência e 73,4 mkgf de torque. O midibus MA 15.0 da Agrale acomoda maior número de passageiros em comparação aos micro-ônibus, sendo indicado para uso urbano ou intermunicipal de média distância.
Fonte: Traspoonline
Turbo não genuíno aumenta em 5% o consumo de diesel
14:31
Postado por Mateus
Essas informações foram obtidas em estudo realizado pela Honeywell Turbo Technologies, fabricante do turbo Garrett, com a ajuda de seu CTTA (Centro Técnico de Treinamento e Assistência) e da rede autorizada de serviços, com mais de 300 postos em todo o Brasil. Com base nas informações obtidas no estudo, a empresa projetou os gastos de uma transportadora tendo como referência uma frota de 100 veículos. Para percorrer a mesma distância anual, essa frota consumiria 3,818 milhões de litros (com turbo genuíno) e 4,019 milhões de litros (com turbo não genuíno), o que representa um acréscimo nos custos da ordem de R$ 400.000,00
O resultado do estudo será apresentado pela Honeywell nos principais eventos de caminhoneiros do Brasil (Feira do Carreteiro), que foi realizada de 13 a 16 deste mês, em Aparecida do Norte (SP) e (Feira do Caminhoneiro), entre 23 e 25, em Guarulhos, SP. O objetivo da empresa é conscientizar os transportadores sobre os prejuízos causados pela opção de turbo pirata, cuja diferença de preço em relação a um turbo genuíno corresponde à média de R$ 550,00 (com base no turbo para os motores Mercedes OM-366LA).
Ricardo Rampaso, gerente de vendas e marketing da Honeywell Turbo Technologies declara que os números impressionam porque, além do consumo de combustível, há outros fatores, como o comprometimento da durabilidade, os custos de manutenção para a troca do turbo e os possíveis prejuízos por danos ao motor e ao sistema de transmissão (embreagem e câmbio).
“O custo causado pela utilização de um turbo recondicionado (pirata ou de segunda linha) pode chegar a R$ 10.000,00 por veículo ao ano, enquanto o cliente apenas pagaria uma diferença de R$ 550,00 na compra de um genuíno (Garrett)”, salienta Rampaso.
E finaliza com a explicação de que “quando mostramos aos frotistas como o uso de uma peça não original pode afetar o resultado de uma empresa eles ficam admirados com o fato de que, em uma frota de 100 veículos, o custo anual pode chegar a R$ 1 milhão, pela necessidade de substituição do turbo em intervalos mais curtos, além da manutenção e dos reparos adicionais em motores, câmbio e embreagem, assim como em mão de obra, lubrificantes, filtros de óleo e filtro de ar”.
Fonte: O Diário de Londrina
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