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Os pesados que fazem a cabeça dos caminhoneiros americanos


Todos os anos, a Associação Americana dos Vendedores de Caminhões (American Truck Dealers) realiza o prêmio para o melhor caminhão do ano em duas categorias, pesados e semi-pesados. Os vencedores serão divulgados em fevereiro de 2013, após júri formado por especialistas e jornalistas. Os critérios avaliados são design inovador, segurança e satisfação para o motorista. Confira a lista dos quatro indicados na categoria pesados:
Freightliner Cascadia Evolution
  
Dono de uma das melhores aerodinâmicas do mundo, o Cascadia Evolution conseguiu romper a barreira do gasto excessivo de combustível. A evolução ocorreu após testes no túnel de vento da Daimler, o único de um fabricante nos Estados Unidos a comportar um caminhão em escala real. A parte frontal foi totalmente otimizada para melhorar o fluxo de ar e a aerodinâmica.
O caminhão ainda conta com o sistema Run Smart Predictive Cruise, tecnologia inovadora que avalia o perfil da estrada com mais de um quilometro de antecedência e determina a melhor velocidade do veículo, para máxima eficiência de combustível. O recém-lançado motor Detroit DD15 tem um turbo-compressor assimétrico, menos complexo que os turbos de geometria variável. Também tem como redutor de emissões o sistema EGR, de recirculação de gases de escape.
Kenworth T680
   
O elegante T680 é o mais aerodinâmico caminhão da Kenworth e recebeu da Agência de Proteção Ambiental americana, a designação SmartWay, que indica economia de combustível e de emissões. O novo modelo foi projetado com capacidade de armazenamento de 65% a mais que o modelo anterior, além de ter acrescentado um para-brisa 50% maior e uma redução de 40% do barulho interno.
O T680 tem um padrão de baixo consumo de combustível, no motor Paccar Mix, de 12,9 litros. Com potência de 380cv a 485cv, oferece alta confiabilidade, durabilidade, leveza e baixo custo manutenção.
Peterbilt Model 579
  
O Modelo 579, da Peterbilt, foi totalmente remodelado, das linhas e curvaturas do cavalo-mecânico até a melhoria no consumo de combustível. O interior é impecável, com atenção aos mínimos detalhes para o conforto e a produtividade do motorista.
Também foram adicionados detalhes no interior para aumentar a durabilidade e aumentar a segurança. Os 2,1 metros de largura dão espaço de sobra para o trabalho e a cama é incrivelmente grande, permitindo uma noite de sono de rei.
Western Star 4700
   
Direcionado para o uso na construção civil, o 4700 é praticamente um tanque de guerra de baixo custo. Além de possuir um design sólido, o caminhão é extremamente resistente e dono de uma presença marcante.
Há duas opções de motor, o Cummins ISC, de 260cv, ou o poderoso Detroit DD13, de 470 cv, um dos mais potentes da indústria. O 4700 é um modelo de alta performance, que combina inteligência e inovações de engenharia, em um relativamente leve, porém robusto, caminhão.
Fonte: Terra

A arte de reformar caminhões


Caminhões batidos entram na linha em mau estado e passam pelas etapas do processo de reforma
A concessionária Codema, da Scania, localizada em Guarulhos (SP), é uma das maiores casas de atendimento da marca no País e, recentemente, realizou cerca de R$ 1,3 milhão em investimentos para montar uma estrutura para a reforma e recuperação de caminhões acidentados ou sinistrados.
A recuperação de um caminhão batido nem sempre é uma tarefa simples e envolve o trabalho de profissionais especializados e ferramental adequado para atingir os melhores resultados. Com o padrão da fábrica e nível de serviço impecável, a Codema realiza este serviço para seus clientes na unidade de Guarulhos, em uma área de 30 boxes que funciona como uma linha de montagem, que lembra a da produção dos caminhões.
Emilson Gargantini é o supervisor da reformadora
Segundo Emilson Gargantini, supervisor da reformadora, a estrutura da Codema tem área para desmontagem de cabine e chassi, área de reparos, funilaria, montagem, acabamento e pintura. “O nosso processo funciona como uma linha de produção. O caminhão sinistrado entra na área de desmontagem e passa por uma análise geral, que vai permitir a realização do orçamento do serviço. Uma vez aprovado o orçamento, o processo começa, com a desmontagem da cabine e do chassi. Ao longo da linha, cada etapa do serviço vai sendo realizada, desde a parte mecânica até o acerto de alinhamento de portas, colocação de para-brisas, até a pintura”, comenta o supervisor.
Ao final do processo, a reformadora tem uma estufa especial para a secagem rápida e cura da pintura, de onde os veículos saem como novos, depois de todo o processo. “Um diferencial importante que temos em relação a outras reformadoras é o fato de contarmos com processos e ferramentas certificados pela fábrica, o que nos confere maior qualidade e precisão na recuperação dos caminhões”, explica Emilson.
Estrutura está preparada para reformar caminhões Scania com qualquer ano de fabricação
De acordo com o supervisor, um caminhão pode levar a partir de três dias para passar por todo o processo de reforma, dependendo dos danos. “Realizamos a reforma de qualquer veículo Scania, independente de seu ano de fabricação ou estado”, informa o responsável pela reformadora. Prova disso é a presença de um célebre “jacaré” à espera de sua vez para ser reformado.
Emilson conta que, além da reforma dos caminhões, a estrutura realiza serviços de personalização de frota para os clientes Scania. “Nossa oficina faz a preparação dos caminhões, a personalização de partes da cabine, como pintura de grade e outros itens, e entregamos o veículo pronto para o cliente adesivar e colocar em operação”, conta Gargantini. Neste momento, a Codema está realizando a personalização de 467 caminhões para a JSL.
Veículos são movimentados por um sistema de trilho, parecido com a linha de produção de uma montadora
Precisão e ferramental de fábrica
Estufa e pintura automatizada ajudam a dar qualidade ao acabamento
Um dos pontos de destaque do trabalho da reformadora da Scania está nas ferramentas e na especialização de seus 17 colaboradores que atuam nas operações. Segundo o supervisor, um exemplo deste ferramental está nas prensas e marcadores de solda para as partes da cabine, que deixam um acabamento muito parecido com o realizado na fabricação dos veículos. Além disso, a pintura automatizada e os ambientes de estufa para secagem da tinta conferem maior qualidade no serviço.
Ao todo, cerca de 100 caminhões passam por mês pela reformadora, para serviços de recuperação e personalização de frota. A empresa trabalha em parceria com diversas seguradoras para o atendimento de sinistros e reparos dos veículos acidentados.
Saiba mais em www.codema.com.br

Saiba como escolher o pneu correto para o seu caminhão



Sabe-se que os pneus estão entre os principais gastos com a manutenção de caminhões, afinal, são eles os responsáveis por sustentar todo o peso da carga além de tracionar o veículo com segurança. Com elevados valores por unidade, fazer a escolha certa é fundamental para manter o rendimento e a lucratividade do veículo – só um modelo adequado ao tipo de operação garantirá o retorno financeiro.
O primeiro passo para uma escolha correta é utilizar o tamanho recomendado pelo fabricante do caminhão, informado no manual do proprietário. As montadoras e as empresas produtoras de pneus realizam testes constantes, sempre buscando o melhor equilíbrio do veículo, portanto é importante seguir as recomendações. Utilizar pneus ou rodas diferentes altera a harmonia do caminhão, que passa a gastar equipamentos e pneus de forma errada e desigual.
O tipo de aplicação é determinante na escolha do modelo de banda de rolagem mais adequado ao transporte de cargas. A banda é parte do pneu que fica em contato direto com o solo, com desenhos específicos para cada tipo de uso. De acordo com Rogério Urbini, engenheiro de pós-vendas da MAN Latin America, "certas características da operação do veículo são fundamentais, como a geografia do local e o tipo de pavimento".
Dependendo do tipo de estrada, velocidade média e função do veículo, determinado modelo de banda é mais adequada. Entre os tipos estão o rodoviário, regional, urbano, misto e fora de estrada. Urbini dá um exemplo: "na aplicação de mineração, que é considerada severa, além da carga ser sempre elevada, a geografia e o pavimento fazem com que a escolha dos pneus seja tipo off-road. Já na aplicação dos coletores de resíduos (caminhões de lixo), que rodam parte carregados e parte vazios e tanto em vias regulares como irregulares, além de pavimentação com brita, próximo aos lixões, o pneu mais indicado é o de uso misto".
Outro ponto importante a ser observado é a correta distribuição dos pneus com o objetivo de manter o equilíbrio do caminhão. José Carlos Quadrelli, gerente-geral de engenharia de vendas da Bridgestone, explica que existem modelos com aplicação geral em todas as posições (também chamado de All Position), mas também bandas com aplicações específicas para cada eixo (direcionais, tração e carreta). "Por exemplo, pode-se usar pneus All Position nos eixos de tração em ônibus rodoviários, mas para conjuntos cavalo e carreta, que rodam em percursos com grande variação de relevo, seguramente será necessário o uso de pneus de tração no cavalo, para melhor transferência de torque", conta.
O alto preço dos pneus é justificado pela grande capacidade de recapagem. Os modelos de hoje permitem recapagens até que a carcaça seja totalmente inutilizada. Se o veículo estiver bem alinhado, com pneus adequados, a banda de rodagem gasta por igual, mantendo a qualidade da carcaça. Fábio García, gerente de marketing de pneus de caminhões ônibus e recapagem da Goodyear, diz que é preciso respeitar o indicador de desgaste da banda de rodagem, chamado TWI. "Se ele passar do limite – que é de 1,6mm – além de riscos de segurança, ele está suscetível a avarias na carcaça podendo inutilizar o pneu completamente", afirma. Segundo ele, a avaliação da carcaça deve ser feita por um profissional especializado, capaz de determinar se é possível fazer uma nova recapagem.
Fonte: Terra

Conheça os caminhões mais clássicos do mercado brasileiro

Que tal uma viagem pelas estradas do passado? Alguns modelos de caminhão fizeram tanto sucesso que permanecem no imaginário até hoje, outros já entraram na maioridade e seguem em pleno funcionamento, solucionando fretes pelo País. Reunimos modelos marcantes para a trajetória de grandes montadoras no Brasil para você relembrar histórias atrás da boleia deles.
Ford F-600
A tradicional linha F da Ford nasceu no Brasil em 1957 com o F-600, um caminhão tipicamente estradeiro para a época. O modelo – com índice de nacionalização de 40% em peso – foi muito usado na construção de Brasília, puxando carga de São Paulo com seu motor V8 a gasolina, de 4,5 litros, que foi usado nos caminhões da marca até 1977. Em 1959, recebeu para-brisa envolvente, com área aumentada em 20%, novo painel de instrumentos e emblemas nas cores verde e amarela. No início da década de 1970, a Ford já tinha vendido 200 mil unidades do modelo, que desde 1964 apresenta 99% de nacionalização em peso.
     
VW 13.130
Em março de 1981, a Volkswagen apresentou seus primeiros modelos semipesados ao mundo: o VW 11.130 e o VW 13.130. A entrada da empresa com veículos próprios no mercado de caminhões obteve sucesso, e o VW 13.130 chegou a ser exportado para a China. O modelo introduziu um sistema de basculamento manual da cabine, acionado por barras de torção, que permitia fácil e rápida manutenção. Mesmo em 1981, o 13.130 apresentava muitos dos padrões dos caminhões VW usados até hoje, como a cabine avançada, que garante maior capacidade de carga, melhor visibilidade e um menor comprimento total. As vantagens em conforto ao motorista também já eram marcantes, com um dos mais completos painéis, proporcionando total visibilidade e fácil leitura da pista; além de excelentes sistemas de ventilação e isolamento termoacústico. O motor também traduzia a robustez do VW 13.130: um MWM D 229.6, especialmente desenvolvido para o veículo, com 130 cavalos de potência.
           
          
Agrale 1600
Logo após o lançamento do TX 1100, em 1982, que marcou o ingresso da Agrale no setor de veículos e principalmente no segmento de caminhões leves, foi lançado o Agrale 1600. Destinado ao transporte urbano, com rodados traseiros simples e duplo e em modelos a diesel ou álcool, foi sucesso de público. Com capacidade de carga útil, mais carroceria, entre 2.160 kg e 2.300 kg, o caminhão levou a marca até a Argentina, onde a companhia chegou a ter 25% de participação no mercado no final dos anos 1990.

            


Mercedes-Benz 710

A confiabilidade e a durabilidade do Mercedes-Benz 710 é comprovada em números. A história começou com o 608 D, em 1972, passando por várias atualizações, subindo para 708 em 1987 e recebendo uma cabine reestilizada um ano depois, ganhando o design conhecido até hoje. O nome 710 voltou em 1996, por conta do motor turboalimentado – sempre reconhecido pelo torque - e o modelo manteve-se por diversos anos entre os caminhões mais vendidos do Brasil. O Mercedinho, como também é conhecido, encerrou seus 40 anos de história há 10 anos, chegando a aproximadamente 185 mil unidades vendidas desde os primeiros modelos, na década de 1970.
            
Scania 113
O caminhão da Scania mais vendido e figura onipresente das estradas brasileiras foi o modelo T113, comercializado entre 1991 e 1998. Com um total de 26.398 unidades vendidas, a evolução do T112 era oferecida nas versões simples ou leito, com diversos opcionais. Com a linha T, a marca lançou o conceito de fabricação do caminhão “sob encomenda”, buscando oferecer produtos adequados às necessidades dos clientes. O T113 foi o caminhão pesado mais potente da época, com o torque inconfundível do motor Scania 11 litros de 360 cavalos. Outro diferencial deste clássico era a estreia da versão Top Line para a cabine, a mais luxuosa do período.
             
Volvo FH
O caminhão FH é uma lenda viva. A Volvo lançou o modelo em 1994, mesmo ano que chegou ao mercado europeu. O caminhão conquistou o transportador brasileiro pelo baixo consumo de combustível, pela boa produtividade e pelo alto grau de tecnologia embarcada. Foi o primeiro caminhão totalmente eletrônico e sem bomba injetora comercializado no Brasil, além de possuir a maior cabine e a opção de uma e duas camas. A produção brasileira começou em 1998 na fábrica de Curitiba e desde então o veículo conquistou o mercado. Em 2011, o modelo FH 440 cavalos foi o caminhão pesado mais vendido pelo terceiro ano consecutivo.
                      
Iveco Stralis 380 HD
A linha que mais vendeu do modelo Stralis, da Iveco, foi o 380 HD, de 2004 – que inclusive marcou a entrada do caminhão via importação no Brasil. Foram comercializados mais de 6.100 Stralis 380 HD no Brasil durante o período de 2004 a 2009. O destaque do 380 HD é o motor eletrônico denominado Cursor 13, com 4 válvulas em cada um dos 6 cilindros e 380 cv e de potência entre 1500 e 1900 rpm. O modelo foi eleito caminhão do ano na Europa, em 2003. A linha segue sua evolução até hoje, com o Stralis AS, entre os mais luxuosos extrapesados do mercado.
          
Fonte: Terra

Sinotruk traz linha Premium de caminhões ao Brasil

A Sinotruk, marca da montadora chinesa CNHTC (China National Heavy Truck Company), chegou ao Brasil em 2010 e, desde então, já vendei cerca de 1540 unidades de seus caminhões da linha Howo, a primeira que a empresa trouxe ao País.
Desde então, a confiança dos chineses no potencial do mercado brasileiro de veículos comerciais tem gerado uma série de ações para firmar a marca por aqui, a principal delas o anúncio da construção de uma fábrica na cidade catarinense de Lages. Nesta semana, a Sinotruk deu mais um passo em direção à conquista do mercado brasileiro e lançou oficialmente sua linha Premium de caminhões, a família A7.
Antes de começar sua produção no Brasil, a empresa, por meio de sua representante no Brasil, está importando 2 mil unidades, sendo 1,6 mil da nova família, que chega ao mercado brasileiro oferecendo caminhões pesados e extrapesados em diversas configurações.
A família A7 conta com motorização Sinotruk de 12 litros, com potências e configurações de eixos e tração diferenciadas. A versão 4×2 vem equipada com motor de 380 cavalos, a 6×2, com propulsor de 420 cavalos e a 6×4, com 460 cavalos, estes últimos na categoria extrapesado.
O motor D12 de seis cilindros que equipa todos os modelos da família atende às normas de emissões Euro 5 e Proconve P7 por meio do sistema SCR, de redução catalítica seletiva, que demanda o uso do agente redutor Arla 32.
Segundo o diretor geral da Sinotruk no Brasil, Joel Anderson, a montadora chinesa tem grande tradição na produção de veículos comerciais. “A Sinotruk é uma empresa que produziu 220 caminhões no último ano. Criada em 1935, a montadora gera 23 mil empregos na China, sendo destes 3,5 mil engenheiros. Neste momento, a estratégia da Sinotruk no Brasil é a consolidação da marca e o desenvolvimento de nossa rede de atendimento”, disse o executivo no lançamento, realizado em Mogi das Cruzes (SP).
“A família A7 é composta por modelos com aplicação rodoviária e segue todas as tendências do mercado brasileiro, como o câmbio automatizado e opções de conforto para o motorista. Atualmente, o perfil de clientes da marca Sinotruk é formado, primordialmente, por pequenos empresários e transportadores autônomos”, contou Joel.
Os novos caminhões A7 da Sinotruk vêm de fábrica com três versões de câmbio: manual, com 12 ou 16 velocidades, ou automatizado, com 16 velocidades. Os chineses apostam na robustez e no baixo custo de manutenção dos veículos para se consolidar no mercado brasileiro, além do preço diferenciado.
Preço
Segundo os executivos da Sinotruk, os caminhões A7 chegam ao Brasil com preço sugerido de R$ 270 mil para o modelo de entrada, o cavalo mecânico 4×2. A versão 6×2 tem preço estimado em R$ 310 mil e o modelo top de linha, com tração 6×4, custa R$ 340 mil. Os veículos passam a ser vendidos na rede de concessionários Sinotruk no Brasil a partir de 1º de setembro. Em novembro, a marca também disponibilizará no mercado as versões de chassis rígido com tração 6×4 e 8×4, para aplicações severas.
Fábrica no Brasil
Anunciada em abril, a fábrica da Sinotruk no Brasil está prevista para ser construída na cidade de Lages, em Santa Catarina. O projeto prevê investimentos da ordem de R$ 300 milhões somente na implementação da estrutura de produção, com capital 76% nacional e 24% vindo da China. “Nossa fábrica no Brasil vai atender todo o mercado sul-americano, que já conhece a marca Sinotruk, principalmente na Venezuela”, diz Joel Anderson.
O diretor da empresa conta que a fábrica vai gerar cerca de 1.100 novos empregos e terá capacidade de produzir 5 mil caminhões no primeiro ano e 8 mil nos anos seguintes. O executivo conta que a previsão é nacionalizar 65% dos componentes e que a empresa já conversa com fornecedores brasileiros de partes e peças para integrar o consórcio de produção, que tem previsão para começar montar os primeiros caminhões, em regime CKD, a partir de janeiro de 2014.

Conheça os riscos de conduzir caminhões na chuva e aprenda a evitá-los



Nada como uma chuva forte para colocar as habilidades de um motorista em teste, ainda mais se ele estiver conduzindo um caminhão carregado. A menor visibilidade – e os limpadores de para-brisa ajudando a desviar a atenção – exige concentração e boa capacidade de reação.
Entre os principais problemas da água no asfalto, está a diminuição do coeficiente de atrito entre os pneus e a pista. Os primeiros 10 minutos são ainda mais perigosos, pois a água se mistura com a sujeira da estrada, como resíduos carbônicos e de óleo, pó de borracha, poeira, entre outros, formando uma camada escorregadia. Segundo o engenheiro Mauri Panitz, perito em segurança no trânsito, o coeficiente de atrito em condições normais é de 0,6, cai para 0,4 quando a chuva já lavou a pista e fica em 0,2 quando a chuva ainda está nos primeiros minutos. Quanto menor o coeficiente, menor o atrito com o asfalto, facilitando derrapagens.
Para os caminhões, um dos principais riscos é o efeito L (também conhecido como jacknifing), quando o condutor perde o controle do trem de força e o semirreboque se projeta à frente. “Dependendo da velocidade, das ações do motorista, se ele fizer uma mudança brusca de direção, ou passar por um solavanco numa deformação da rodovia, ele perde aderência e quando vai tentar recuperar, não a encontra, pois a pista está ‘lubrificada’ com água e sujeira. Pior ainda se ele utilizar o freio, pois não haverá o trabalho mecânico de atrito em função da falta de aderência”, explica Panitz.
Outra situação comum e perigosa é a hidroplanagem, também conhecida como aquaplanagem. Ela acontece quando a camada de água sobre a pista é muito espessa fazendo os pneus perderem contato com o asfalto e deslizarem na água. Júlio Cesar Zingalli, instrutor de direção defensiva do Centronor, alerta para a importância de reduzir a velocidade nesses casos, manter boa distância dos demais veículos e dá uma dica: “ao olhar pelo retrovisor, se o motorista não enxergar o rastro de água saindo dos pneus, é preciso diminuir mais a velocidade, pois há grande risco de aquaplanagem”.
Confira outras dicas sugeridas pelo engenheiro Panitz e pelo instrutor Zingalli:
1. Diminua a velocidade, pois há perda de visibilidade, o coeficiente de atrito diminui e há perigo de derrapagens e hidroplanagem;
2. Mantenha distância de pelo menos 10 metros do veículo da frente;
3. Acenda o farol baixo durante o dia. Aumenta a visibilidade e alerta veículos de trás;
4. Ligue o desembaçador traseiro;
5. Evite freadas bruscas e não faça manobras perigosas;
6. Mantenha as borrachas dos limpadores de para-brisa em dia;
7. Pare em local seguro se a chuva estiver muito forte;
8. Não use as mãos para limpar vidros embaçados, pois eles ficarão engordurados. Utilize um pano apropriado, se possível com detergente neutro;
9. Ligue o ar-condicionado ou ventilador do caminhão e mantenha uma fresta da janela aberta para circular o ar. Se os vidros já estiverem embaçados, use ar quente;
10. Jamais faça ultrapassagens;
11. Procure rodar com a pressão adequada nos pneus;
12. Mantenha a velocidade constante, sem fortes acelerações ou freadas bruscas.

Fonte: Terra

Dono de desmanche aposta em reciclagem de caminhões



Em 2009, a JR Diesel, popularmente conhecida como desmanche de veículos, iniciou uma reestruturação no negócio e implantou no Brasil o primeiro modelo de Reciclagem de Caminhões.
Nesse novo processo, 85% do caminhão é revertido em peças de reposição, 10% em materiais recicláveis e apenas 5% é descartado, dentro das normas ambientais vigentes. Desde 1985, a empresa já ultrapassa a marca de 10.500 caminhões reciclados.
“A atividade possibilita a manutenção dos veículos a um custo inferior, comercializando peças de reposição usadas e a pronta entrega, o que permite um retorno mais rápido desses veículos à circulação”, afirma Arthur Rufino, diretor administrativo. “Trabalhamos apenas com caminhões de leilões oficiais e temos minuciosos processos de análise e reparação, com padrões rigorosos de qualidade”, enfatiza.
A frota de veículos inutilizados, por sinistro ou problemas administrativos, no Brasil, apenas nos pátios do DETRAN somam mais de 1,5 milhões de unidades sem condições de circulação.

Caminhões e ônibus têm circulação restrita em avenidas do centro do Rio de Janeiro

Os veículos de carga com peso bruto total (PBT) acima de 3,5 toneladas estão proibidos de circular na pista central da Avenida das Américas, nos dois sentidos, entre a Avenida Ayrton Senna e a Avenida Alceu Amoroso de Lima e no Túnel da Grota Funda no Rio de Janeiro.
As novas normas fazem parte da resolução da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), publicada no Diário Oficial do município do Rio de Janeiro para a implantação do BRT Transoeste. A resolução prevê multas aos infratores, aplicadas por equipamentos de fiscalização eletrônica e agentes da Guarda Municipal.
As medidas foram planejadas pela SMTR e CET-Rio com o objetivo de reorganizar e garantir a fluidez do trânsito nas vias localizadas em torno do corredor.
As normas incluem também a proibição de circulação de ônibus, exceto os do BRT, nos mesmos trechos vedados aos veículos de carga. Segundo a Resolução, publicada na última sexta-feira, a SMTR estabelece limites de velocidade nas seguintes vias, em ambos os sentidos:
Confira os limites de velocidade:
  • Av. das Américas (trecho entre o Canal de Marapendi e a Av. Alveu Amoroso Lima): 70 Km/h, nas pistas laterais e 80km/h, nas pistas centrais
  • Av. das Américas (trecho entre a Av. Alceu de Amoroso Lima e o Túnel Grota Funda): 80km/h
  • Túnel Grota Funda e Av. Dom João VI – 80km/h.                                                                                 

Vendas de caminhões e ônibus cai mais 5% na 1ª metade de abril em relação à março


Mais uma vez as vendas de caminhões e ônibus não foi positiva em relação a outros meses. Na primeira metade de abril, foram comercializados 7.503 veículos, número 5,94% menor em relação com o mesmo período de março de 2012. A quantidade de unidades faturadas, abaixo do outros períodos, evidencia que o mercado ainda não se adaptou à migração da motorização dos veículos do Euro 3 para o Euro 5, algo que deixou caminhões e ônibus de 8% a 15% mais caros.
Assustadora, porém, é a baixa no comparativo com a primeira quinzena de 2011. A queda é de 20,34%, já que na primeira metade de abril do ano passado 9.419 veículos comerciais foram faturados.
Considerando apenas o mercado de caminhões, a redução no número de vendas comparando as primeiras quinzenas de março e abril de 2012 foi de 5,34%. No entanto, na comparação com o período em abril de 2011, a baixa é de 21,88%, de 7.833 faturamentos no ano passado para 6.119, vendidos em 2012.
O mercado de ônibus teve queda maior do que o de caminhões na relação entre a primeira metade de março deste ano com o mesmo período em abril, indo de 1.513 para 1.384, diminuição de 8,53%. O comparativo com 2011, porém, é mais favorável, já que a redução foi de 12,74% (foram 1.586 ônibus faturados na primeira quinzena de abril do ano passado).
Em entrevista com o executivo Ricardo Alouche, Diretor de Vendas e Pós-Vendas da Man Latin America, há uma expectativa de que o mercado irá se adaptar em maio, mês que muitos faturamentos, fato que seguiria forte até o fim do ano, fazendo de 2012 um dos melhores anos em termos de vendas.

Mercedes-Benz opta por forma diferente de comunicação a fim de mostrar sua nova linha de caminhões


Clientes e jornalistas do setor se reuniram na semana passada para o lançamento da linha completa de caminhões 2012, da Mercedes-Benz, na concessionária Ceará Diesel, em Fortaleza (CE), líder no comércio local. Fabricante e concessionário iniciaram uma intensa programação para que os clientes da marca pudessem atestar as vantagens e benefícios das novas famílias de caminhões Accelo, Atego, Atron, Axor e Actros.
A primeira atividade começou no dia 10 e terminou dia 13 de abril, com uma ação de vendas voltada aos operadores da Ceasa de Maracanaú – que completou 40 anos -, na região metropolitana de Fortaleza, capital cearense.
Para José André Varela, diretor da Ceará Diesel, esse conceito de proximidade com o cliente é produtivo. “Na semana seguinte já têm interessados”, afirma. “Com este conjunto de ações para mostrar as tendências do mercado, esperamos um resultado bastante satisfatório, com market share entre 2 a 3%”, complementa Tânia Silvestre, diretora de Vendas e Marketing de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.
“Desde o mês de janeiro, já fomos a 11 unidades da Ceasa em várias regiões para mostrar aos operadores das centrais de abastecimento que a linha de caminhões 2012 traz mais ganhos para quem atua no transporte de hortifrutigranjeiros”, explica Tânia.
É praxe que nas atividades rotineiras das unidades dos Ceasa’s a preferência no transporte urbano, rodoviário e rural seja a utilização de  caminhões leves, médios e semipesados. Esse cotidiano também envolve a central de abastecimento de Maracanaú, onde, mensalmente, circulam cerca de 5,3 mil veículos de carga. Em 2011, o entreposto comercializou mais de 460 mil toneladas, entre hortifrutigranjeiros, cereais, flores e outros produtos.
Segundo a executva, a Mercedes-Benz jamais realizou uma ação promocional e comercial tão impactante e em tão pouco tempo como essa. “Nossa intenção é contribuir com o caminhoneiro para que eles obtenham os melhores resultados com seus caminhões, alcançando a excelência em suas atividades de transporte e com a rentabilidade desejada”, completa a executiva.
E para cada caminhão da linha 2012 adquirido pelos clientes presentes durante o evento, a revenda entregou um contrato de manutenção preventiva Basic Service e mais 1,2 mil litros de ARLA 32.
Vale ressaltar que esta ação para apresentar a linha 2012 ao mercado faz parte de um plano que a companhia elaborou com sua Rede de Concessionários. A iniciativa, que começou em março e encerrará no final do mês de abril, apresentará suas novidades em 386 eventos espalhados pelo País.
Equipes de vendas das concessionárias convidam os caminhoneiros a conhecerem os novos produtos em suas respectivas tendas e sanar dúvidas. Está presente também em cada ponto de divulgação, um parceiro do banco Mercedes-Benz.

Caravana da Volvo promove test-drive de caminhões em 12 Estados

Até setembro, a Volvo promove em 12 Estados brasileiros a “Caravana Fest Drive”, iniciativa da montadora para demonstrar os modelos Volvo VM aos clientes em diferentes pontos do País, explicando as características da nova motorização Euro 5 e os atributos dos veículos.
De acordo com a montadora, a caravana vai percorrer diversos postos de combustíveis de grande movimento das rodovias do País e disponibilizará dois caminhões VM 6×2 baú. “O evento é mais uma forma de estarmos próximos dos motoristas e clientes, de ouvi-los e, especialmente, informar e tirar dúvidas sobre a tecnologia Euro5″, afirma Daniel Homem de Mello, gerente de marketing da Volvo do Brasil.
O itinerário da caravana inclui 17 paradas, com três dias cada, com confraternização para os motoristas e clientes das regiões visitadas, música ao vivo e informações sobre o Euro 5, o abastecimento com diesel S50 e o uso do agente redutor Arla 32, indispensável para os motores com tecnologia SCR, de redução catalítica seletiva.
A Volvo também vai oferecer treinamento para motoristas com seus instrutores, sobre direção econômica e defensa e interações com motoristas e clientes. “Esta é uma ótima oportunidade para motoristas e clientes que não conhecem nossos veículos dirigir um VM e ainda receberem informações sobre a nova geração de caminhões Euro5″, diz Orli Tafner, coordenador da caravana.
A caravana partiu de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, no dia 23 de março, e termina em Cuiabá, no Mato Grosso, em 14 de setembro. As paradas serão nas cidades de Caxias do Sul (RS); Xanxerê e Joinville (SC); Fazenda Rio Grande e Londrina (PR); São Carlos, Presidente Prudente e Guarulhos (SP); Pouso Alegre (MG); Cachoeiro do Itapemirim (ES); Seropédica (RJ); Fortaleza (CE); João Pessoa (PA); Juazeiro (BA); e Aparecida de Goiânia (GO).

Ford e Volvo investem no segmento de extra-pesados

Ford e Volvo, que disputam a terceira e a quarta posições no ranking de vendas, também apostam no segmento pesado e extra-pesado. A Ford mantém um plano de investimentos de R$ 455 milhões até 2015 para investimentos emextrapesados na fábrica de São Bernardo do Campo. Ainda não há data para o novo lançamento. Segundo a Fenabrave, a montadora vendeu 30.351 unidades em 2011 e alcançou 17,58% de participação do mercado. Atualmente, a Ford atua nos segmentos entre os semileves e os pesados.
Segundo o gerente de caminhões da Volvo, Bernardo Fedaldo Júnior, a meta da empresa é manter a liderança de vendas no segmento extrapesado. “Temos 31% do mercado e vamos manter”, disse. De 2009 até o ano passado, a empresa investiu US$ 275 milhões. No próximo mês, a Volvo anuncia os investimentos para até 2014, que serão prioritários em infraestrutura e produtos, segundo Fedaldo Júnior. Em 2011, a Volvo vendeu 19.068 caminhões e ficou com 11,04% de participação no mercado brasileiro. A marca atua desde o semipesado até o extrapesado, sem vender leves ou médios.

SP-098 SP-148 restritas para caminhões

As rodovias estaduais SP-098 (Dom Paulo Rolim Loureiro) e SP-148 (Caminho do Mar) terão tráfego restrito para caminhões de carga a partir deste mês, segundo anunciado pela Portaria SUP/DER-004. Ficam livres da proibição os veículos com cargas de produtos perecíveis, combustíveis e aqueles que prestam serviços essenciais e de interesse público, desde que autorizados pelos órgãos competentes.
Veja os pontos e horários da proibição:
I. SP-098
Sentido Sul (Mogi das Cruzes – Bertioga) – do km 77 ao km 92.
Sábados e feriados, das 08h00 às 12h.
Sentido Norte (Bertioga – Mogi das Cruzes) – do km 92 ao km 77.
Domingos e feriados, das 15h às 23h.
II. SP-148
Do km 50 ao km 43 – nos dois sentidos.
Todos os dias, das 0h às 24h.

MB inicia produção em série de caminhões em Juiz de Fora


Marco histórico viveu a unidade Mercedes-Benz de Juiz de Fora, Minas Gerais, na terça-feira, 3 de janeiro de 2012. Na data foi iniciada oficialmente a produção em série de caminhões na planta, inaugurada em 1999 para fabricação do modelo Classe A, um automóvel.
O processo de try-out, iniciado em outubro, foi encerrado em dezembro.
De acordo com a fabricante 100% da produção do modelo Accelo, caminhão leve e atual modelo de entrada Mercedes-Benz após a aposentadoria do 710, já foi transferida para Minas Gerais. Antes, o modelo era produzido em São Bernardo do Campo.
Também foi iniciada a produção seriada do caminhão pesado Actros, antes importado completo da Alemanha e agora montado em CKD.
A produção em série iniciada neste 2012 foi resultado de um intenso trabalho da Mercedes-Benz, que durou mais de um ano, para transformar uma fábrica de automóveis para outra bem diferente, de caminhões. Em sua carreira de veículos leves, Juiz de Fora montou cerca de 140 mil automóveis em onze anos de vida, especialmente Classe A e CLC.
O anúncio de que Juiz de Fora – que conviveu por largo período com ampla série de informações de bastidores que apontavam possível venda ou fechamento – produziria caminhões ocorreu em março de 2010.
Uma das ações promovidas pela fabricante foi desenvolver sistema logístico complexo, já que a maior parte dos componentes utilizados em Juiz de Fora ainda vem do ABC Paulista.
Outra iniciativa envolveu o treinamento dos funcionários. Grupo de cinquenta deles passou cerca de um ano na unidade de veículos comerciais da Mercedes-Benz em Wörth, cerca de cem quilômetros de Stuttgart, Alemanha, para vivenciar na prática a fabricação do Actros, enquanto outros 350 eram treinados em São Bernardo do Campo. Esta fase já foi superada por completo, e atualmente os oitocentos trabalhadores atuam em suas novas funções com o conhecimento adquirido e necessário.
Foram investidos cerca de R$ 450 milhões em Juiz de Fora, onde se aproveitaram, basicamente, os prédios construídos. A maior parte dos equipamentos é nova. A área construída cresceu com ampliação da área de montagem final, e agora é de 177 mil m2. Outra novidade foi a integração de sistemistas: Maxion, Seeber e Randon já estão lá.
A previsão para este ano é de produção total de 15 mil unidades de Accelo e Actros, com 96% e 44% de índice de nacionalização, respectivamente.

Fonte: AmoCaminhões.com

Novos caminhões Agrale vencem prêmio de design

A nova família de caminhões Agrale, com inovações de projeto na cabine e em diversos outros aspectos, venceu o segundo prêmio de design em menos de dois meses. Desta vez, os caminhões da marca gaúcha conquistaram o prêmio iF Design Award pelo projeto de desenvolvimento da nova cabine.
O prêmio existe desde 1953 e reúne os principais profissionais do design brasileiro para avaliar os produtos de diversos setores. Este é o segundo prêmio de o projeto dos novos caminhões recebe em menos de dois meses. O outro foi o Prêmio Design MCB, do Museu da Casa Brasileira.
O presidente da montadora, Hugo Zattera, considera a conquista o resultado de um trabalho de mais de três anos pelos engenheiros da Agrale em parceria com o estúdio brasileiro de design Questto|Nó. “É motivo de muito orgulho receber, em parceira com a Questto|Nó este que é um dos mais importantes prêmios internacionais de design. Ele é o reconhecimento de nosso esforço, como empresa, por acreditar no talento nacional e investir e continuar crescendo no Brasil e no exterior”, diz Zattera.
Segundo a Agrale, as novidades da cabine da família 2012 de seus caminhões está no processo de fabricação, que utiliza modernos conceitos para melhor aproveitamento das matérias-primas e maior produtividade. A empresa ampliou o uso de materiais recicláveis, tanto no exterior quanto nos revestimentos internos e priorizou a construção modular e a redução no número de componentes.
“Nossos trabalho, em parceria com estúdio Questto|Nó, produziu um veículo com um conceito inovador e de praticidade que proporciona ganhos para motoristas e frotistas. O resultado são caminhões que incorporam diversas inovações tecnológicas em um veículo bonito, confortável, seguro e sustentável”, afirma o presidente da Agrale.
O iF Design Award contou com 8.000 inscrições de 52 países e agracia anualmente aproximadamente 100 projetos. Com o objetivo de reconhecer produtos inovadores e com ganhos reais para os consumidores, o iF Design confere um selo de qualidade para as empresas premiadas.