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Conheça os caminhões mais clássicos do mercado brasileiro

Que tal uma viagem pelas estradas do passado? Alguns modelos de caminhão fizeram tanto sucesso que permanecem no imaginário até hoje, outros já entraram na maioridade e seguem em pleno funcionamento, solucionando fretes pelo País. Reunimos modelos marcantes para a trajetória de grandes montadoras no Brasil para você relembrar histórias atrás da boleia deles.
Ford F-600
A tradicional linha F da Ford nasceu no Brasil em 1957 com o F-600, um caminhão tipicamente estradeiro para a época. O modelo – com índice de nacionalização de 40% em peso – foi muito usado na construção de Brasília, puxando carga de São Paulo com seu motor V8 a gasolina, de 4,5 litros, que foi usado nos caminhões da marca até 1977. Em 1959, recebeu para-brisa envolvente, com área aumentada em 20%, novo painel de instrumentos e emblemas nas cores verde e amarela. No início da década de 1970, a Ford já tinha vendido 200 mil unidades do modelo, que desde 1964 apresenta 99% de nacionalização em peso.
     
VW 13.130
Em março de 1981, a Volkswagen apresentou seus primeiros modelos semipesados ao mundo: o VW 11.130 e o VW 13.130. A entrada da empresa com veículos próprios no mercado de caminhões obteve sucesso, e o VW 13.130 chegou a ser exportado para a China. O modelo introduziu um sistema de basculamento manual da cabine, acionado por barras de torção, que permitia fácil e rápida manutenção. Mesmo em 1981, o 13.130 apresentava muitos dos padrões dos caminhões VW usados até hoje, como a cabine avançada, que garante maior capacidade de carga, melhor visibilidade e um menor comprimento total. As vantagens em conforto ao motorista também já eram marcantes, com um dos mais completos painéis, proporcionando total visibilidade e fácil leitura da pista; além de excelentes sistemas de ventilação e isolamento termoacústico. O motor também traduzia a robustez do VW 13.130: um MWM D 229.6, especialmente desenvolvido para o veículo, com 130 cavalos de potência.
           
          
Agrale 1600
Logo após o lançamento do TX 1100, em 1982, que marcou o ingresso da Agrale no setor de veículos e principalmente no segmento de caminhões leves, foi lançado o Agrale 1600. Destinado ao transporte urbano, com rodados traseiros simples e duplo e em modelos a diesel ou álcool, foi sucesso de público. Com capacidade de carga útil, mais carroceria, entre 2.160 kg e 2.300 kg, o caminhão levou a marca até a Argentina, onde a companhia chegou a ter 25% de participação no mercado no final dos anos 1990.

            


Mercedes-Benz 710

A confiabilidade e a durabilidade do Mercedes-Benz 710 é comprovada em números. A história começou com o 608 D, em 1972, passando por várias atualizações, subindo para 708 em 1987 e recebendo uma cabine reestilizada um ano depois, ganhando o design conhecido até hoje. O nome 710 voltou em 1996, por conta do motor turboalimentado – sempre reconhecido pelo torque - e o modelo manteve-se por diversos anos entre os caminhões mais vendidos do Brasil. O Mercedinho, como também é conhecido, encerrou seus 40 anos de história há 10 anos, chegando a aproximadamente 185 mil unidades vendidas desde os primeiros modelos, na década de 1970.
            
Scania 113
O caminhão da Scania mais vendido e figura onipresente das estradas brasileiras foi o modelo T113, comercializado entre 1991 e 1998. Com um total de 26.398 unidades vendidas, a evolução do T112 era oferecida nas versões simples ou leito, com diversos opcionais. Com a linha T, a marca lançou o conceito de fabricação do caminhão “sob encomenda”, buscando oferecer produtos adequados às necessidades dos clientes. O T113 foi o caminhão pesado mais potente da época, com o torque inconfundível do motor Scania 11 litros de 360 cavalos. Outro diferencial deste clássico era a estreia da versão Top Line para a cabine, a mais luxuosa do período.
             
Volvo FH
O caminhão FH é uma lenda viva. A Volvo lançou o modelo em 1994, mesmo ano que chegou ao mercado europeu. O caminhão conquistou o transportador brasileiro pelo baixo consumo de combustível, pela boa produtividade e pelo alto grau de tecnologia embarcada. Foi o primeiro caminhão totalmente eletrônico e sem bomba injetora comercializado no Brasil, além de possuir a maior cabine e a opção de uma e duas camas. A produção brasileira começou em 1998 na fábrica de Curitiba e desde então o veículo conquistou o mercado. Em 2011, o modelo FH 440 cavalos foi o caminhão pesado mais vendido pelo terceiro ano consecutivo.
                      
Iveco Stralis 380 HD
A linha que mais vendeu do modelo Stralis, da Iveco, foi o 380 HD, de 2004 – que inclusive marcou a entrada do caminhão via importação no Brasil. Foram comercializados mais de 6.100 Stralis 380 HD no Brasil durante o período de 2004 a 2009. O destaque do 380 HD é o motor eletrônico denominado Cursor 13, com 4 válvulas em cada um dos 6 cilindros e 380 cv e de potência entre 1500 e 1900 rpm. O modelo foi eleito caminhão do ano na Europa, em 2003. A linha segue sua evolução até hoje, com o Stralis AS, entre os mais luxuosos extrapesados do mercado.
          
Fonte: Terra

Fábrica da Iveco terá condomínio de fornecedores em oito meses

O condomínio de fornecedores ao lado da fábrica de caminhões da Iveco, em Sete Lagoas (MG), começou a sair do papel. A Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), órgão do governo mineiro, proprietário do terreno e que comercializará os lotes às empresas interessadas, deu início às obras de infraestrutura do empreendimento, que ocupa uma área de 156 mil m2 às margens da rodovia MG-060.
Parte desta área, 95 mil m2 será dedicada à área industrial e, o restante, será ocupado pelo sistema viário, área verde, área de equipamentos comunitários e urbanos (ilha ecológica e tecnológica).
A Codemig concluiu a fase de licitação do projeto e autorizou a Construtora LAMAR, de Belo Horizonte, a operar as primeiras máquinas de movimentação de terra no local. As obras seguem padrões ambientais determinados pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM).
O prazo previsto para a terraplanagem, abertura de ruas e implantação de rede elétrica, água e esgoto é de aproximadamente oito meses, e exigirá investimentos na ordem de R$ 9 milhões. Os galpões para as instalações dos fornecedores poderão começar a ser construídos antes do término das obras de base. “Isso significa que as atividades dos fornecedores podem iniciar já em meados de 2013”, disse Gustavo Comparato, diretor de Compras da Iveco.
O condomínio de fornecedores deverá receber, numa primeira etapa, 12 empresas, e a expectativa é que elas possam gerar até 400 empregos diretos. A Iveco emprega hoje 2.500 pessoas.
Com o condomínio de fornecedores, a Iveco quer se beneficiar da racionalização de seu sistema logístico. Hoje, a empresa recebe componentes de diversos Estados brasileiros. Alguns conjuntos são montados pela própria Iveco e só depois instalados nos veículos nas linhas de montagem. A ideia é que estes conjuntos sejam montados dentro do condomínio e que a Iveco já os receba acabados. É o caso dos eixos, que já vêm montados de fora de Minas Gerais. Se os componentes destes eixos viessem desmontados, seriam necessários menos caminhões para transportá-los.
As primeiras 12 empresas a se instalarem nesta nova área industrial em Sete Lagoas serão responsáveis pela montagem e entrega à Iveco, em sistema just in time, de componentes como chassis, eixos dianteiros, eixos traseiros, pintura em peças plásticas, montagem de pneus, etc. A montadora ainda pretende contar, entre as empresas ali instaladas, com um fornecedor de serviços de manutenção industrial.
Outra possibilidade é um “mode center”, isto é, um fornecedor que possa adaptar veículos às necessidades especiais de alguns clientes. “Hoje os clientes precisam de caminhões muito específicos e alguns deles poderiam ser finalizados por uma empresa externa, especializada, mas próxima o bastante da Iveco para podermos agilizar e controlar a qualidade desta operação”, afirma Comparato.

Iveco entrega Daily GNV para testes de combustíveis alternativos

A Iveco entregou para a Patrus Transportes, um utilitário Daily Furgão GNV 35S14G marcando o início de um programa para o desenvolvimento do uso de combustíveis alternativos, que será realizado por uma parceria da BHTrans (empresa de transporte e trânsito de Belo Horizonte), Universidade Federal de Minas Gerais, Fetemg/Setcemg e a Gasmig.
O acordo faz parte do projeto LOG/BHda BHTrans, que trata da logística urbana de Belo Horizonte e tem como uma de suas premissas a melhoria da mobilidade e da qualidade do trânsito da capital, principalmente no que diz respeito à entregas urbanas. Para isso, a UFMG, por meio do Núcleo de Transporte da Escola de Engenharia (Nucletrans), está desenvolvendo uma pesquisa que medirá o desempenho, o consumo de combustível, a resistência e a performance do Iveco Daily, com o uso do gás natural, nesta função.
“Será um teste de grande importância para a Iveco e a Patrus contribuirá para esse feedback, pois dentro da pesquisa, a transportadora apresentou todas as características necessárias para participar do teste”, disse Lúcio Bicalho, diretor de Qualidade e Satisfação ao Cliente da Iveco. A expectativa é que a Patrus realize 50 entregas por dia em Belo Horizonte, e atenda clientes que já possuem iniciativas sustentáveis como a Natura, DHL, BIC, Mercur, entre outros.
A pesquisa terá duração de 12 meses e, ao longo deste ano, a Iveco cederá outros veículos para testes. “A Iveco está um passo à frente no desenvolvimento e na aplicação de tecnologias voltadas para o uso de combustíveis limpos ou renováveis no mundo. Por isso, não poderia deixar de apoiar uma iniciativa que visa a preservação ambiental”, concluiu Lúcio Bicalho.

Iveco inaugura duas concessionárias em menos de uma semana no Sul e Nordeste

A rede de concessionárias da marca Iveco inaugurou mais duas unidades em menos de uma semana alcançando 106 pontos de venda em todo o país. As novas unidades pertencem ao Grupo Navesa e ao Grupo Bivel.
O Grupo Navesa escolheu a cidade de Juazeiro do Norte no Ceará, para abrir a 5ª revenda da marca, apostando na expansão do parque industrial do setor calçadista, importante para a região.
A unidade de 966 m2 e área total de 5.273 m2, conta com quatro boxes de atendimento e capacidade para atender oito caminhões simultaneamente. Doze funcionários são responsáveis pelo atendimento na concessionária, que cobre um raio de 300 quilômetros na região metropolitana do Cariri, no Centro-Sul do Ceará.
O Grupo Bivel escolheu o município de Eldorado do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre (RS) para inaugurar a nova unidade. Segundo o grupo a nova planta está localizada em uma rota estratégica do transporte gaúcho e próximo ao Porto Seco e as rotas de comércio do Mercosul.
Com 12 funcionários, a loja conta com uma área total de 5.000 m2 e 1.150 m2 de área construída. São três boxes de atendimento com capacidade para atender cinco caminhões simultaneamente.
Com as novas concessionárias, a Iveco agora conta com 36 pontos de venda na região Sul e com 19 na região Nordeste.

Com Iveco, Corinthians fecha patrocínio para a semifinal da Libertadores

Nesta terça-feira (12), o Corinthians anuncia o seu novo patrocinador principal para as duas partidas da semifinal da Copa Santander Libertadores de 2012: a Iveco. Uma das maiores fabricantes de caminhões no mundo, a Iveco aumentou suas vendas no Brasil seis vezes nos últimos cinco anos e possui uma rede de mais de 100 concessionários em todo o país. A marca da montadora será estampada no peito e nas costas da camisa corinthiana.

O acordo inicial entre Corinthians e Iveco prevê a exposição da marca nas duas partidas decisivas contra o Santos. O primeiro jogo acontece nesta quarta-feira (13), às 21h50, no estádio da Vila Belmiro. O segundo será realizado no próximo dia 20, no mesmo horário, no Pacaembu.

"Estou muito feliz por ter a Iveco na camisa do Corinthians. Mesmo com a crise que influi diretamente o atual cenário econômico mundial, receber um investimento de uma empresa como a Iveco é uma mostra da importância e da força da nossa marca, considerada uma das 25 mais valiosas do futebol mundial”, disse Luis Paulo Rosenberg, primeiro Vice-Presidente da Diretoria do Sport Club Corinthians Paulista.

“As três maiores audiências do ano na TV pertencem ao Corinthians. No recorde de 2012, nas quartas de final da própria Libertadores, tivemos média de 34 pontos na TV aberta e share de 51% das TVs ligadas na Grande São Paulo. As duas partidas da semifinal devem superar ainda mais esses números e render à Iveco uma visibilidade inédita no Brasil. Tenho certeza que a empresa parceira ficará muito satisfeita com o retorno que conseguiremos entregar”, comentou Ivan Marques, Diretor de Marketing do Corinthians.

“O patrocínio chega em um momento importante para a Iveco, pois estamos crescendo muito, nossa rede está em expansão e estamos lançando uma nova geração de caminhões, a gama Ecoline, ainda mais forte, resistente e moderna”, explica Natale Rigano, Vice-Presidente da Iveco.

Com nova filial em Araraquara, Grupo Rodonaves chega à sua quarta unidade no interior de São Paulo

A Iveco inaugurou mais uma concessionária no Brasil, desta vez em Araraquara. Trata-se da quarta concessionária do Grupo Rodonaves, que já representa a Iveco em Campinas, Caçapava e Ribeirão Preto. É a quarta concessionária inaugurada pela Iveco este ano. Desde janeiro de 2007 a Iveco já abriu 53 novas concessionárias em todo o Brasil, somando hoje 105 casas no País.
A nova concessionária Iveco está instalada na altura do Km 277 da Rodovia Washington Luiz (SP-310), que parte de Limeira, no centro do Estado de São Paulo, em direção ao noroeste, até São José do Rio Preto, próximo à divisa com o Triângulo Mineiro, cruzando neste caminho cidades como Rio Claro, São Carlos, Matão e Catanduva. A SP-310 é também bastante utilizada por caminhões que fazem o trajeto do Centro-Oeste à capital São Paulo e região norte do Paraná.
Estrategicamente localizada, a Iveco Rodonaves de Araraquara atenderá 23 municípios dentro de um raio de 120 quilômetros. Com 20.000 metros quadrados de área total e 2.300 metros quadrados de área construída, a nova concessionária tem 14 boxes de oficina. Foram investidos R$ 5 milhões na construção da concessionária e a expectativa do Grupo Rodonaves é vender cerca de 200 veículos por ano na cidade e região.
Foto: Divulgação/Iveco

Iveco Trakker ficou mais versátil

Em doses homeopáticas, a Iveco, montadora mineira de caminhões, está apresentado sua linha 2012 de modelos geração Proconve P7. Depois dos modelos do segmento dos leves, o eleito da semana é o fora de estrada Trakker, apresentado ao público visitante da feira agrícola de Ribeirão Preto, cidade do interior de São Paulo. Com tração 6x4, o modelo ganha mais versatilidade para o uso em aplicações rurais, como no transporte de cana de açúcar, madeira e mineração e também na construção. Entre as novidades do modelo estão a transmissão de 16 velocidades automatizadas e a opção de cabine leito.
Outro grande reforço esta na reorganização do motor Iveco-FPT Cursor 13, com tecnologia SCR, que com a chegada do padrão Euro passa a gerar 440 cv (antes 380) e 480 cv (420 cv), faixas de potência que otimizam seu desempenho nos diferentes tipos de uso. Outro fator determinante nessa nova geração de motores é ganho de toque que saltou em 20% em relação à geração anterior e a maior economia de combustível. A Iveco também ampliou a oferta de opções de entre-eixos, além oferecer a cabine leito como item opcional para o modelo.
Lançado no mercado brasileiro em 2008, o modelo já representa 7,5% das vendas do segmento e vem apresentando uma evolução constante nas vendas. A transmissão ZF de 16 marchas manual ganhou sistema de engate do tipo “single H”, mais fácil de usar. Já a automatizada tem acionamento por teclas no painel, e um software “inteligente” permite que a caixa escolha a marcha certa para cada situação, sem escalonamento. É possível sair de terceira, por exemplo, para quinta marcha, sem a passar pela quarta. Isso representa uma vantagem em terrenos de relevo irregular ou pontuados por aclives. Al[em disso, a eletrônica garante que o motor funcione sempre na faixa econômica, reduzindo o desgaste da embreagem e melhorando o nível de ruído.
Nasceu off road – Segundo a montadora, uma as diferenças deste produto frete aos seus concorrentes é que este Iveco já nasceu  off-road. O modelo foi projetado para o trabalho em condições de extrema exigência extrema e por isso o chassi é produzido em aço especial, com longarinas de perfil mais alto e 10 mm de espessura. Isso possibilita ao Trakker 6x4 oferecer capacidade de 35.500kg, PBT técnico de 41.000 kg, e capacidade máxima de tração (CMT) de 132 toneladas, O eixo traseiro (32 toneladas), tem bloqueio longitudinal e transversal e redução nos cubos, combinado com a suspensão tipo “cantilever”, com molas semi-elípticas de simples estágio e barra estabilizadora. O eixo dianteiro tem capacidade de 9 toneladas.

Um Iveco com muito gás


A italiana Iveco apresentou nesta semana em Amsterdã, na Holanda, o novo modelo Stralis LNG, movido 100% a Gás Natural Liquefeito. E quem imaginou que o maior atributo do modelo fosse redução de emissão de poluentes, se enganou. Como o motor Cursor de 330 cv de potência produz até seis decibéis a menos de ruído, o produto está sendo aplicado nas entregas de curta distância realizadas no período noturno. O modelo já está disponível para venda em todo o continente europeu. 
Na configuração de cavalo mecânico de dois eixos com semi-reboque, o modelo em questão usa caixa de velocidades manual, Intarder e EBS. Outra vantagem considerável, além da redução de emissões, é a maior economia para as empresas operadoras. A opção pelo sistema LNG permite redução no peso bruto total do veículo, o que leva a um aumento na capacidade de carga, que fica entre 18 e 40 toneladas. A autonomia de rodagem do modelo é de até 750 km. 
Desenvolvimento – A Iveco vem dando atenção para essa tecnologia com propulsão a gás natural desde 1995. Hoje, a empresa oferece uma gama completa de produtos movidos a metano e já possui 11.000 unidades em circulação, tanto pelo setor público como por empresas privadas.  O abastecimento é feito com metano em gás, acondicionado em tanques de aço a uma pressão de 200 bares. Nos veículos, o gás natural liquefeito é armazenado (em forma líquida) a -125° C em tanques criogênicos. 
Os principais clientes para os caminhões LNG na Europa são as empresas que atuam nos setores de alimentos, de bebidas e transporte de combustível, bem como os operadores logísticos especializados em entregas noturnas, que precisam seguir as “leis de silêncio” dos grandes centros urbanos. Em média, a diminuição de ruído nos Stralis movidos a gás natural é de 3 a 6 decibéis na comparação com um modelo convencional que roda com diesel.

Degrau por degrau

O consumidor de automóveis não é tolo, mas às vezes acredita em um lindo rostinho. Carros com visual lameiro ou design esportivo podem seduzir mais do que aspectos cruciais em um veículo, como dirigibilidade ou segurança. Entre os compradores de modelos comerciais, a conversa é outra. O que importa é a confiabilidade e o custo/benefício que uma marca oferece para cada frotista. Por isso, leva muito tempo para uma fabricante como a Iveco crescer nesse cenário.
 Sem a tradição da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, a marca italiana trilha o seu caminho de segmento em segmento. Devagar – como a sua “dona”, a Fiat, fez no mundo dos automóveis. A última investida foi no segmento de médios com o Vertis, modelo feito inteiramente no Brasil e que teve lançamento no fim de 2010.
Em termos de vendas, não se pode dizer que o desempenho do Vertis foi dos melhores. Afinal, em todo o ano de 2011 ele teve 692 unidades comercializadas, enquanto o líder do segmento, o Volkswagen Worker, apenas na sua versão 13.180, vendeu 4.870 exemplares. Ainda na frente do caminhão da Iveco estão o Mercedes 1318 e o Ford Cargo 1317 e 1517. Mas, como esse é o primeiro representante da marca entre os médios no Brasil, o investimento é a médio e longo prazo.
O Vertis foi desenvolvido por completo no Centro de Desenvolvimento de Produto da fabricante em Sete Lagoas, interior de Minas Gerais, e conta com duas versões. A de entrada é a 90V16. Com Peso Bruto Total de 9,3 toneladas, ela é equipada com um motor de quatro cilindros em linha com turbocompressor, injeção direta common-rail e 3,9 litros de capacidade cúbica. Ele pode gerar 154 cv a 2.500 rotações e torque máximo de 54 kgfm entre 1.400 e 2 mil rpm. Esta configuração recebe apenas a cabine curta, mas tem três diferentes opções de entre-eixos: 3,30 metros, 3,80 metros e 4,35 metros.
A topo de linha é a 130V18, que pode receber tanto a cabine curta, como a estendida. O PBT máximo é de 13,3 toneladas e as distâncias entre-eixos são de 4,35, 4,75 e 5,10 metros. Sob o capô fica o mesmo propulsor de 3,9 litros, mas agora retrabalhado para gerar 173 cv e 60,1 kgfm disponíveis nas mesmas faixas de giro. A transmissão é sempre uma manual de cinco velocidades feita pela alemã ZF com comando hidráulico.
Na cabine, a Iveco aposta na ergonomia. O banco do motorista é individual, com um duplo ao lado para levar ajudantes. Entre os equipamentos de série, o Vertis tem tomada 12V, cinto de segurança de três pontos, apoios de cabeça nos bancos, ventilação com aquecimento e assoalho forrado com material sintético. Rádio/CD/MP3, ar-condicionado, vidros elétricos e preparação para tomada de força ficam entre os opcionais.
Uma das principais contribuições da fábrica de Sete Lagoas ao modelo foi o desenho. Quando comparado com os outros caminhões da própria Iveco, o Vertis parece realmente mais moderno. As linhas “quadradonas”, muito simplórias foram abandonadas por um desenho mais fluido. Os faróis tem a parte superior delineada por uma leve curva e, entre eles, uma grade bipartida traz um formato de “V”. A pintura em dois tons ajuda a dar um toque mais robusto para o médio da Iveco. Tipo de “pitaco” de uma marca que começa a entender as sutilezas do mercado nacional.

Problemas na adaptação dos brasileiros.

No primeiro mês de Euro 5, mercado ainda prefere os veículos Euro 3

Desde 1º de janeiro, os caminhões que saem das linhas de montagem no Brasil recebem a motorização Euro 5, que traz sistemas de tratamento da emissão de poluentes para reduzir o impacto da poluição. Mas, por enquanto, 31 de março parece ser a data mais importante para o mercado consumidor: neste dia, será encerrada a permissão para venda de caminhões Euro 3. Segundo alguns fabricantes, a busca por veículos 2012, principalmente os extrapesados que chamaram a atenção na última Fenatran em 2011, ainda encontra-se bem reduzida.
A Iveco ainda não informa quantos modelos Euro 5 foram vendidos, mas segundo Marcelo Bouhid, gerente de Marketing da Iveco, 2012 começou com níveis de venda similares aos últimos meses de 2011. Dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos) demonstram que no último trimestre do ano passado uma média de 1.182 unidades – em todos os segmentos – da fabricante italiana foram vendidas por mês.
“Nossa participação de mercado nos extrapesados em 2011 foi de 12%. Sobre os Euro 5, há procura, mas não é possível dar um feedback sobre a performance de vendas”, explica Bouhid, acrescentando que a empresa ainda possui estoques de Euro 3 na montadora e na rede de concessionários.
“Os frotistas continuam buscando os veículos Euro 3 por causa da dificuldade de encontrar o diesel S-50 e o Arla 32 neste primeiro momento. Mas, dia após dia, empresas que possuem programas de sustentabilidade vêm buscando conhecer melhor os nossos modelos Euro 5. Por enquanto, a concretização de vendas mantém-se reduzida”, diz o diretor de Vendas do Mercado Nacional da MAN Latin America, Antonio Cammarosano.
Foto: Iveco

Como se prepara um caminhão da Fórmula Truck.

Na Fórmula Truck, o Iveco Stralis de competição deriva do Iveco Stralis normal (o modelo é produzido na Europa e no Brasil). Pode-se ver a semelhança entre o modelo de rua e o de corrida, mas o caminhão da Scuderia Iveco deve andar como um carro de corrida.
Enquanto no Dakar o caminhão é elevado do chão, na Fórmula Truck ele fica a poucos centímetros da pista. O objetivo é baixar o centro de gravidade para maior estabilidade Além disso, sua área frontal é reduzida ao máximo, para melhorar a penetração aerodinâmica. Aerofólio, spoilers, carenagens especiais, tudo faz parte do pacote.
O motor, que nas estradas entrega ao redor de 500cv, nas pistas vai a 1.200cv. Se na estrada a economia e a durabilidade são requisitos básicos, nas pistas o que importa é potência e desempenho. “Acelerações bruscas, variação constante entre alta e baixa velocidade e operação sempre no limite máximo de rpm submete as peças a um esforço anormal”, explica o engenheiro Marcelo Sakurai, um dos integrantes da Scuderia Iveco. “As temperaturas de funcionamento excedem o normal por isso a refrigeração do motor é uma grande preocupação”.
O radiador e intercooler tem desenho próprio. E várias outras peças são diferentes: pistões, comando de válvulas, válvulas, turbo e um catalizador gigante, pois excesso de fumaça significa penalização na corrida (obriga o piloto a fazer um drive-through). A tomada de ar é “extra-large”, para aumentar o rendimento do turbo, consequentemente enchendo as câmaras de combustão. A central eletrônica tem “inteligência” de corrida, valorizando os parâmetros de velocidade final, retomadas para saídas de curva etc. O câmbio tem só seis marchas.
Outro fator fundamental na pista é o “chão” do caminhão, isto é, seu acerto de suspensão. O desafio é grudar o caminhão no asfalto para que toda a potência enviada às rodas traseiras seja revertida em velocidade. Assim, o motor é deslocado cerca de 50 centímetros para trás, para melhor distribuição de peso entre os eixos. O cardan tem tamanho reduzido. Todas as peças abaixo do chassi (eixos, diferenciais etc) tem peso reduzido (quanto mais leve embaixo do chassi, melhor a suspensão trabalha, uma regra de ouro na competição). E os amortecedores são especiais de corrida.
O que um motorista de caminhão normal ganha com toda essa movimentação nas pistas e nos ralis? “Um caminhão melhor”, responde Giuseppe Simonato. “Ao final de uma competição como o Dakar, fazemos um levantamento de tudo o que mudamos nos caminhões de corrida e avaliamos se podemos transferir essas tecnologias para um caminhão normal”, explica ele. Essa transferência pode ser pequena (uma composição metálica diferente para um componente), mas se ela resultar em maior durabilidade ou performance da peça, já valeu a pena.
Fonte: Blog da Iveco

Iveco vendeu 22.700 veículos no Brasil durante o ano passado


A Iveco começou 2012 contabilizando o forte crescimento de suas vendas no Brasil e na América Latina. Segundo a montadora, somente no Brasil, a marca comercializou no atacado 22.700 caminhões e ônibus no ano passado, um crescimento de 28% ante as 17.800 unidades de 2010.
Na América Latina, o resultado foi de 33.500 unidades vendidas, com crescimento de 30% em relação a 2010. “Continuamos crescendo mais que o mercado no Brasil e na Argentina”, informa Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. “Estamos otimistas que manteremos esta tendência positiva com a nova geração de caminhões que vamos lançar a partir de 2012”, diz Mazzu.
Em comparação com 2006, o resultado de 2011 da Iveco foi seis vezes maior, no período anterior à expansão da montadora no País, iniciado em 2007. Com o lançamento de seis novas famílias de produtos no Brasil desde dentão, a montadora italiana ganhou terreno em toda a América Latina, registrando aumento de vendas na Argentina (42%) e expandido operações no Chile, Uruguai, Peru e Colômbia. O Equador é o próximo mercado alvo da Iveco
Fonte: Blog da Iveco

Caminhão Iveco vence primeira etapa

A competição off-road mais dura do mundo está apenas começando. No domingo aconteceu a prova de classificção em um trecho curto e a primeira etara pra valer aconteceu nesta segunda. E entre os caminhões (tem 75 disputando a prova), o time da Iveco foi a sensação ao vencer a primeira etapa com o trio Rooy/Rodewald/Colsoul.

Eles superaram os 295 quilômetros do percurso com o tempo de 3h10m00s e assumiram a liderança na geral com o tempo de 3h48m11s, 5m30s na frente dos segundos colocados, os russos Nikolaev/Savostin/Rybakov, que pilotam um modelo Kamaz. Os russos haviam feito o melhor tempo de ontem na classificação, superando o time da Iveco por poucos segundos. O trio brasileiro liderado por André Azevedo, a bordo de um modelo Tatra, fez apenas o 14 tempo e mantém a mesma posição na geral.


Iveco aumenta desconto e insere novo veículo no Programa Mais Alimento


A partir de dezembro, a Iveco passa a ofertar mais um modelo de sua linha de caminhões ao Programa Mais Alimentos com um desconto ainda maior: são 13% de desconto em relação ao preço normal de lista de seus veículos. Além de inserir o modelo Vertis 90V16, de 09 toneladas, a empresa já vinha ofertando a linha de caminhões leves Iveco Daily entre 3,5 e 7 toneladas ao Programa.
O Mais Alimentos faz parte do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com uma linha de crédito específica para financiar investimentos em infraestrutura das propriedades rurais e propiciar o aumento da produção e da produtividade.
Com essa iniciativa do MDA, os pequenos agricultores podem contar com mais facilidades para realizar a aquisição de veículos de carga. São elas: uma linha de crédito especial com limite de R$ 130 mil e juros de 2% ao ano, três anos de carência e prazo para pagamento de até dez anos.
Além do desconto especial, os veículos da montadora contam com garantia de 12 meses para a Linha Daily, sem limite de quilometragem, e 2 anos para o Iveco Vertis, sendo o segundo ano somente para o trem de força.

Depois dos veículos da linha Daily, Iveco coloca Vertis no Programa Mais Alimentos

Boa notícia para os pequenos agricultores que precisam de caminhões maiores para escoar sua safra. O caminhão médio da Iveco, o Vertis, agora faz parte do Programa Mais Alimento e pode ser adquirido pelo agricultor com cadastro no programa do governo com desconto de 13%. Até agora a Iveco só tinha os modelos Daily entre 3,5 e 7 toneladas cadastrados no programa.
O Mais Alimentos faz parte do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com uma linha de crédito específica para financiar investimentos em infraestrutura das propriedades rurais e propiciar o aumento da produção e da produtividade.
Com o programa, os pequenos agricultores podem contar com uma linha de crédito especial com limite de R$ 130 mil e juros de 2% ao ano, três anos de carência e prazo para pagamento de até dez anos. Além do desconto especial de 13%, os veículos Iveco contam com garantia de 12 meses para a Linha Daily, sem limite de quilometragem, e dois anos para o Iveco Vertis, sendo o segundo ano somente para o trem de força.
Para ter acesso às informações da Iveco no Programa Mais Alimentos, basta ao agricultor procurar a concessionária Iveco mais próxima de sua cidade.

Foco em vendas e sustentabilidade para 2012 com o novo Stralis AS

Lançado no mercado brasileiro em 2004, o modelo de caminhão Stralis atingiu a marca de 20 mil unidades vendidas no Brasil, que atualmente, corresponde a 20% do total de vendas da fabricante no País.
História do Extrapesado no Brasil
Em 2007, veio o Novo Stralis, com motores de 380 e 420cv, com cabine e interior remodelados. Em 2010, surgiu o Stralis NR, com novas potências (380, 410 e 460cv), embreagem (patenteada mundialmente), câmbio ZF de 16 marchas e o sistema Frota Fácil de gestão de frotas. Em 2011, o NR se tornou NR Eurotronic, com câmbio ZF automatizado.
A partir de 2012, a Iveco prepara outro modelo para entrar no segmento top dos extrapesados dentro da nova geração Ecoline. Será o Stralis AS, com novos motores Euro 5, uma cabine de 3,85m de altura e 2,50m de largura, potência de 440, 480 e 560cv.
Serão oferecidas seis versões de motorização diferentes, com dois tamanhos de cabine e algumas combinações de entre-eixos, tração e transmissões.
Para Alcides Cavalcanti, diretor de Vendas e Marketing da Iveco,“vamos elevar as qualidades de conforto a economia de combustível a novos patamares de excelência no segmento. O Stralis e o Stralis AS formarão a mais completa gama dos extrapesados, atendendo a todas as demandas dos clientes”.

Nova loja da Iveco atinge 215 concessionárias na América Latina

A Argentina ganhou, na semana passada, mais uma loja da Iveco. Trata-se da nova concessionária Navicam, localizada na capital, Buenos Aires; que passa a integrar 215 concessionárias na América Latina.
Com aporte de US$ 8 milhões, a nova unidade é uma das maiores da rede Iveco na América Latina e conta por showroom de veículos, armazém de peças e oficina com capacidade para atender até 30 caminhões simultaneamente.
A Navicam é uma iniciativa do grupo Navitrans, com sede na Colômbia, país onde é representante Iveco por meio da empresa Eurotrans, que recentemente inaugurou novas instalações em Bogotá e em breve abrirá em Cali e Medellin.
“Esta nova casa é um esforço conjunto da Iveco e sua rede na busca da excelência no atendimento aos clientes”, disse Natale Rigano, vice-presidente da Iveco Latin America e presidente da Iveco Argentina, durante a inauguração. No evento esteve presente a Ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi.

Ford contesta Iveco

A notícia da inauguração do concessionário Mercalf, em Jundiaí, defendida pela Iveco como a primeira com conceito sustentável no Brasil, foi rebatida pela Ford Caminhões. A montadora do oval azul afirma que sua representante em Brasília, a Slaviero Caminhões, inaugurada em junho de 2010, já havia sido construída seguindo conceitos ecológicos. Na época, a montadora distribuiu um comunicado onde destacava os detalhes da iniciativa.
Segundo a nota, a concessionária conta com sistemas projetados para economizar água, energia, proteger o ambiente da contaminação por resíduos e utilizou somente madeira certificada, das obras até a confecção dos móveis. “A nova Slaviero é uma das primeiras instalações totalmente ecológicas do Brasil. Ela atende todos os padrões de preservação ambiental da Rede Ford Caminhões e vai além, mostrando um claro compromisso com a sustentabilidade”, já dizia Oswaldo Jardim, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul. 
A notícia desmorona a intenção da Iveco que pleiteava para si a posição de pioneira nesse ambiente, mas não tira o brilho da marca por investir na busca de novas soluções. A Ford, pelo visto, foi realmente a pioneira (até que surja outra reivindicando a posição) mas, numa comparação direta entre o que as duas fizeram em termos de sustentabilidade, a conclusão é que a obra da Iveco Mercalf está um passo adiante. Pode-se concluir que a Ford Slaviero foi a pioneira, mas a Iveco Mercalf oferece um padrão ainda mais sustentável. Ganham a sociedade e o meio ambiente.

Fabricante de caminhões está prestes a completar 100 concessionárias no território nacional

Perto de atingir a marca de 100 revendas, a fabricante de caminhões, Iveco, vai inaugurar ainda neste mês instalações de número 98 e 99: uma em Colatina, no Espírito Santo e outra em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
A concessionária de Colatina, filiada à Bonno, está localizada no centro do Espírito Santo, sendo a terceira instalação do grupo a operar no estado Capixaba e atinge cerca de 22 municípios.  A expectativa é de atender cerca 100 veículos ao mês, inicialmente.
A principal atividade industrial da região está no setor de vestuário, acompanhado de grandes pedreiras, fornecedoras de granito para todo o Brasil, além das culturas de café que utilizam-se desta rota para escoar o produto beneficiado.
A loja Motoeste, de Mossoró, no Rio Grande do Norte, atenderá toda a região oeste do estado que conta com 62 municípios.
O município é o maior produtor em terra de petróleo do Brasil, como também de sal marinho, seguida pela fruticultura irrigada. Em razão dessas atividades, a expectativa é que a comercialização de veículos semipesados e pesados seja o ponto forte da Motoeste, chegando a mais de 60% das vendas, seguida pela comercialização dos veículos leves e médios.
Foto: Ilustração Iveco

Iveco vendeu mais de 500 veículos Euro 5 na Fenatran


Enquanto se discute pré-buy de veículos Euro 3 a Iveco surpreendeu e vendeu, somente nos cinco dias que duraram a Fenatran, 562 veículos da marca já com a motorização Euro 5. São caminhões e vans para entrega em janeiro do ano que vem. De acordo com Marcelo Bouhid, gerente de marketing da empresa, este foi um recorde histórico de vendas considerando todas as participações da fabricante no evento.
Durante o evento, a Iveco trabalhou em conjunto com sua rede de concessionária e levou quase 500 clientes de todo o País e da América Latina para visitar seu estande, onde foram expostos os veículos da nova geração de produtos Ecoline, que começa a chegar ao mercado brasileiro a partir do início de 2012.
Além de vendas para clientes brasileiros, empresários da Argentina, Paraguai e Uruguai também formalizaram pedidos. Para Bouhid, além das vendas efetivadas, a nova linha Ecoline já registrou 767 intenções de compra cadastradas somente na feira.
Durante o evento, o número de cotas de consórcio vendidas também foi positivo e alcançou 40 unidades. A Iveco contabilizou ainda cerca de 370 test-drives realizados nos dois caminhões extrapesados da Linha Ecoline,  os novos Stralis AS disponibilizados pela marca. “Tivemos excelentes feedbacks de todos os que estiveram lá conosco e também batemos nosso recorde de vendas em feiras”, comemora.
“A preparação da equipe, os novos modelos expostos e a dinâmica do estande fizeram com que alcançássemos a melhor marca da história da empresa na Fenatran”, diz Marcelo Bouhid, gerente de marketing da Iveco.