Retrospectiva Volvo: começo dos anos 2000 traz tecnologia e inovação

As conquistas da marca durante essa década alavancaram conceitos de performance e segurança.
A linha de modelos de caminhões foi ampliada a partir de 2003. Foi nesse ano que surgiram os semipesados mais economicos do mercado: os Volvo VM. Com os modelos VM 17 e VM 23 chassi rígido, nas versões 4×2 e 6×2, e mais tarde, em 2005, os VM cavalo mecânico 4×2 e rígido 6×4, a linha de semipesados abre uma nova era no transporte nacional. A linha de caminhões pesados também foi inteiramente renovada, com versões mais modernas do FH e FM, com destaque para o FM 8×4, desenvolvido especialmente para segmentos de mineração e construção.
Em 2005, a linha Volvo VM ganhou um novo membro, o VM4x2T. Com um novo design, potenciais e, principalmente conforto, esses veículos se tornaram objeto de desejo e os mais econômicos de sua categoria.
O ano de 2006 trouxe uma renovação na linha FH/FM, com novos motores mais potentes e econômicos e nova transmisssão I-Shift, para 60t. É a linha Total Performance. Em 2006 também foi produzida a última unidade do modelo NH, de cabine “nariguda”. Com isso encerrou-se um ciclo iniciado com os modelos N, NL e NH, em 26 anos de fabricação.
Os próximos destaques viriam em 2008, quando foi lançada a primeira Série Especial da linha VM: o VM 10.000. Este veículo comemorou o número de 10 mil VMs vendidos no Brasil. Um ano depois, foi lançado o VM ECO para celebrar a economia que este caminhão tem no seu segmento e também a preocupação Volvo com o meio ambiente. E, em 2010 surgiu a série especial “Athor”, que participa de programas de test drive nas estradas , como a Caravana da Economia e o Fest Drive VM. O Athor conta com bancos de couro, cor prata still e faixas decorativas reflexivas, 2 tanques com capacidade total de 560 litros e câmbio de 9 marchas com escalonamento constante entre outros itens de série exclusivos.
Lançado também em 2010, o FMX foi projetado especialmente para operações extremas, como construção, mineração e plantações de cana de açúcar. O FMX é o Volvo preparado para enfrentar terrenos difíceis e transportar cargas de 32 a 50 toneladas de PBT (Peso Bruto Total).
Fonte: Blog Volvo Caminhões

O recomeço da Ford

 
 
 
Depois de ver sua participação no segmento dos pesados cair, a Ford promete voltar ao topo. Para isso, lança 11 modelos totalmente novos, incluindo versões cabine leito.
 
A Ford traz ao mercado sul-americano a linha Novo Cargo 2012, um lançamento muito aguardado no setor de veículos comerciais. A apresentação do Novo Cargo 2012 excede a expectativa por lançar, ao mesmo tempo, uma linha com seis modelos com cabine regular e cinco cabine leito. São modelos totalmente novos, com vendas a partir de maio, numa condição imbatível por reunir design moderno, qualidade, conforto, desempenho, funcionalidade, versatilidade e preços altamente competitivos.
Com caminhões na faixa de 13 a 31 toneladas de peso bruto total, o Novo Ford Cargo é um projeto global que foi desenvolvido nos estúdios de design e centro de engenharia de Camaçari, Bahia, e de São Bernardo do Campo e Tatuí, em São Paulo, com intensivo suporte das unidades dos Estados Unidos e Europa. A sua concepção teve como base as pesquisas e os testes realizados na América do Sul, o que resultou num produto apto para diferentes mercados. 
"Este é um momento muito importante para a Ford Caminhões, uma marca pioneira na América do Sul. Lançamos uma linha completa de caminhões como parte dos investimentos de R$ 670 milhões que estamos realizando até 2013 na Operação de Caminhões. O Novo Ford Cargo vai surpreender o mercado por exceder os requisitos desejados nesse crescente segmento de mercado", diz Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.
"Estamos mais uma vez fazendo história e mostrando a capacidade técnica dos engenheiros e designers da América do Sul em criar caminhões de padrão global", enfatiza o executivo.
 
Beleza e funcionalidade
 
A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628, e Cargo 3132, com cabine-regular; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932, com cabine-regular ou cabine-leito. 
 O Novo Ford Cargo reúne o conceito mais moderno de design. Apresenta linhas modernas e bonitas, mas também robustas e fundamentalmente funcionais. A modernidade está em evidência nas linhas limpas e no desenho empregando a chamada linguagem Kinetic Design da Ford, que busca dar uma sensação de movimento ao veículo, mesmo com ele parado. 
A robustez está presente no uso de materiais de alta resistência, no para-choque forte e nas caixas de rodas encorpadas. O aspecto funcional é apresentado na aerodinâmica, no capô de fácil acesso, no basculamento de 60 graus e rápida operação e no interior totalmente criado para facilitar a vida do motorista.
 "A criatividade de nossos designers partiu de um conceito fundamental: desenhar uma cabine totalmente nova, entendendo as necessidades dos frotistas e motoristas autônomos. Sabemos que eles desejam um caminhão prático, funcional e com o valor agregado do design. Além disso, buscamos manter a identidade do Cargo, que sempre se destacou pela ampla área envidraçada", explica João Marcos Ramos, chefe de Design da Ford América do Sul.
Essa visão pluralista de criação representa um dos pontos fortes do Novo Ford Cargo 2012. "É uma nova geração de caminhões, cujo resultado final agradou nas nossas pesquisas com clientes de vários países", diz Ramos.
As linhas do novo caminhão são marcantes e detalhistas. Na área frontal, destaca-se um conjunto de grades superior e inferior, com desenho característico da marca Ford, com uma tela ao fundo em estilo colmeia. Dois amplos defletores aliam efeito visual de movimento e contribuem para criar um fluxo de ar nas laterais da cabine ajudando a manter as portas limpas.
A ampla área envidraçada, em conjunto com janelas auxiliares tipo vigia, amplia a visibilidade, com estilo moderno. A funcionalidade do perfil arredondado visa à melhor aerodinâmica. O conjunto funcional-estético também é visto nos amplos retrovisores bipartidos e com comando elétrico opcional. No centro do capô, há o oval Ford, também amplo, que marca a identidade desse produto.
A lateral da cabine também é limpa e fluída, com ausência de frisos e recortes desnecessários. A abertura das portas é de grande amplitude, facilitando o acesso. Os degraus de acesso à cabine são robustos e funcionais e têm piso antiderrapante, com grade vazada em formato colmeia que evita o acúmulo de sujeira.
Aspecto funcional também foi aplicado na tomada de ar do motor, que fica protegida sob o capô, liberando espaço. A cabine ganhou válvulas de ar na traseira, para renovação do ambiente mesmo com os vidros fechados.
 
Conforto e versatilidade
 
Suspensão na cabine, novas transmissões com sistema de acionamento por cabo, válvula de freio de seis vias, coluna de direção com ajuste pneumático, chave com código eletrônico antifurto, vidros elétricos de série e a opção de bancos com suspensão pneumática extra-conforto, travas e retrovisores elétricos são algumas das novidades.
Em seu interior, a cabine é ampla e confortável. A suspensão da cabine, composta por quatro conjuntos de amortecedores, isola as oscilações da pista e traz um padrão superior de conforto para os ocupantes. Por dispensar abertura para a alavanca de câmbio no basculamento, a nova cabine é totalmente fechada, garantindo a vedação contra poeira e diminuindo o nível de ruído. 
Duas alças de acesso junto ao banco e ao batente da porta facilitam a entrada e saída do veículo. O nível interno de silêncio é um dos melhores da categoria, graças à aplicação de materiais de absorção e ao projeto da nova cabine.
Os bancos, com desenho ergonômico, trazem várias opções de regulagem. O revestimento é feito em tecido de padrões modernos, resistentes, de toque agradável e fácil limpeza. Na versão leito, a cama é uma das maiores do mercado, com 1,90 metro, e traz embaixo um amplo compartimento para malas.
O painel é moderno, ergonômico e envolvente, estando direcionado para o motorista. Traz todos os comandos à mão. É feito com material ecológico, em polipropileno de segunda geração reforçado com fibra de sisal, patenteado pela Ford, que forma uma peça de alta resistência.
Os instrumentos são completos. Têm velocímetro separado do tacógrafo, de fácil visualização. Diversas luzes de advertência e com aviso sonoro foram incorporadas e o painel mantém-se iluminado em todo o momento, mesmo quando as luzes estão desligadas, na cor Ice Blue. Também há central de informações digitais.
A nova coluna de direção com ajuste pneumático permite ao motorista escolher a posição mais ergonômica. O sistema de ar-condicionado, opcional com filtro de pólen e recirculação de ar, evita a entrada de poeira na cabine.
O Novo Cargo também vem equipado com vidros elétricos de série e a opção de travas elétricas. Traz ainda luzes de leitura individuais, acendedor de cigarro, tomadas de 12V e 24V, ponto de ar comprimido para limpeza da cabine, preparação para instalação de som e diversos porta-objetos que proporcionam maior comodidade aos ocupantes da cabine. 
 
Desempenho e segurança
 
A Nova Linha Cargo é equipada com os motores Cummins de 4 e 6 cilindros, reconhecidos como os melhores do mercado pela robustez, durabilidade, economia e baixo custo de manutenção. Ela recebeu as novas transmissões Eaton das famílias FS, de seis marchas com primeira sincronizada, e FTS, com 13 marchas, totalmente sincronizadas. Todos os modelos trazem ainda embreagem mais robusta e durável e novo acionamento da transmissão por cabo, que torna os engates mais leves, suaves e precisos.
O eixo traseiro 6x4, da Arvin Meritor, tem carcaça robusta e é de alta durabilidade. A suspensão dianteira é calibrada para oferecer maior conforto, junto com a nova suspensão da cabine.
O Novo Cargo oferece segurança ativa e passiva. Os freios trazem uma nova válvula APU, com pórticos adicionais para a instalação de acessórios. A suspensão traseira é de alta resistência e forma um dos melhores conjuntos do mercado.
 Os faróis têm grande luminosidade e as lanternas dianteiras e traseiras são amplas, aumentando a visibilidade e a segurança. Há repetidores de seta nas laterais. Os comandos dos piscas, farol alto, buzina, lavador e limpador do para-brisas, reunidos numa única alavanca multifuncional, contribuem para que o motorista mantenha a atenção na pista. O cavalo-mecânico e os modelos 6x2 vêm com um retrovisor superior adicional que reduz os pontos cegos e facilita as manobras. A vareta de óleo do motor fica protegida sob o capô, fechado com chave. 
O Novo Cargo conta com um sistema que trava automaticamente as portas quando o veículo atinge a velocidade de 8 km/h e oferece a opção de travas elétricas com fechamento global. A chave vem com o Sistema Global de Segurança antifurto da Ford (PATS), dotado de código eletrônico, que também permite que o motorista faça o bloqueio eletrônico do caminhão por meio de um código numérico.
A acomodação do macaco, triângulo e chave de roda sob o banco do passageiro, em um compartimento específico e revestido, aumenta a segurança, facilita o acesso e também evita a geração de ruídos.
 
Qualidade e manutenção
 
O Novo Cargo é resultado de um projeto desenvolvido no Brasil com as tecnologias mais avançadas de design e engenharia e apoio da estrutura global de recursos da Ford para oferecer o mais alto padrão de qualidade. Foi o primeiro projeto de caminhões da Ford no mundo a usar o sistema global de desenvolvimento do produto da marca (GPDS), que permite o trabalho simultâneo de todas as áreas de engenharia para uma execução rápida e otimizada. 
Foram utilizadas sofisticadas ferramentas virtuais para aprimorar o desempenho do veículo e todo o processo de manufatura na linha de montagem desde o início do projeto, antes mesmo da construção do primeiro protótipo. Foram mais de 2.000 testes em equipamentos computadorizados de última geração. 
A sua produção em linhas automatizadas garante extrema precisão dimensional e qualidade. O investimento em equipamentos automatizados, tanto na produção da cabine como na montagem, traz maior precisão, controle e qualidade dos processos produtivos. 
Além disso, a nova Linha Cargo passou por mais de 450.000 km de testes no Campo de Provas da Ford em Tatuí, SP, e em estradas da América do Sul para garantir seu desempenho e durabilidade. Foram construídos 50 protótipos em três fases. Além disso, numa fase de pré-montagem, foram produzidos 100 caminhões destinados exclusivamente para testes de rodagem e de manufatura, unidades que foram desmontadas após esses programas.
“A Ford investiu alto nesse produto, desde a fase de projeto e testes até o processo de manufatura, em parceria com fornecedores. Esse cuidado e a atenção do time de engenharia da Ford Caminhões visaram a entregar tudo o que o cliente precisa”, afirma João Filho, engenheiro-chefe de Desenvolvimento do Produto de Caminhões da Ford.
A engenharia de Serviços também participou do projeto do Novo Cargo em todas as fases, visando a garantir a facilidade de manutenção do veículo. O objetivo foi simplificar a remoção e instalação de equipamentos, além de ampliar os intervalos de manutenção, diminuir o tempo das operações e a necessidade de ferramentas especiais.
Como parte das propostas de serviços, o acesso aos itens de manutenção é facilitado pelo capô amplo e leve, que dispensa o basculamento da cabine. O para-choque dianteiro é composto por três partes e oferece um custo menor em caso de substituição. Os faróis com máscara protetora facilitam a troca de lâmpadas.
O diagnóstico do motor é de alta precisão devido à inclusão de um visor digital no painel de instrumentos que informa os códigos de falha. A caixa de fusíveis é localizada no painel do lado do passageiro, oferecendo fácil acesso. A limpeza do para-brisa é facilitada por duas alças sob o vidro e apoio para o pé no para-choque.
O basculamento da cabine é feito por um avançado sistema hidráulico, que exige menor esforço e oferece um ângulo de abertura maior para acesso ao motor. A nova coluna de direção, com sistema “lube-for-life”, dispensa a lubrificação por graxeiras.
 
Comprometimento e mercado
 
O projeto da linha Novo Cargo 2012 consumiu três anos de intenso trabalho de desenvolvimento e pesquisas junto a clientes reais. O objetivo foi criar a melhor proposta no segmento de caminhões, com o comprometimento da Ford em apresentar uma linha moderna e eficiente num mercado onde a marca Ford tem grande aceitação.
A Ford Caminhões tem uma participação de 19% na América do Sul. No Brasil, está entre as três marcas de maior prestígio e sua participação de mercado foi 23,9%, excetuando-se os caminhões extrapesados segmento onde a marca não atual. Na Argentina, a Ford tem 23% de mercado, enquanto que no Chile é de 6%. Na Venezuela, a Ford é líder de mercado com 38% de participação.
“Este é o principal lançamento do ano no segmento de veículos comerciais e com a linha do Novo Ford Cargo 2012 a nossa previsão é crescer neste mercado. Passamos a oferecer a cabine-leito, versão inédita na Ford, e os nossos modelos ganharam mais competitividade e estão entre os mais modernos do mundo", afirma Oswaldo Jardim, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul. 
“Nossas pesquisas mostraram que os clientes ficaram satisfeitos com a nova linha. Tradicionalmente, sempre estivemos entre os principais do mercado e vamos dinamizar ainda mais nossas operações. Oferecemos tudo que o nosso cliente precisa: design, qualidade, desempenho, funcionalidade, versatilidade e serviços. No Brasil, por exemplo, temos 134 distribuidores exclusivos de caminhões perfeitamente aparelhados. Por todos esses aspectos, posso dizer que o Novo Ford Cargo é o lançamento do ano em veículos comerciais", conclui Oswaldo Jardim.
 
Destaque cabine leito
 
Parece que a gigante adormecida acordou. Quem olha a nova cabine dos caminhões Ford tem a nítida impressão de estar na frente de um caminhão de competição. Os defletores nas laterais na cor preta, um trapézio preto onde se lê o nome Cargo, na parte inferior e oval com a marca da empresa, o maior utilizado até hoje, formam um conjunto agressivo que impõe respeito.
E é esse justamente o intuito da Ford com o Ford Cargo 1932 cabine leito, de abrir espaço e recuperar a participação perdida. “Hoje é um momento histórico”, afirmou Osvaldo Jardim, diretor de Operações da Ford Caminhões para a América do Sul. “O Cargo já é um sucesso com a antiga configuração e ficou ainda melhor com essa cabine. Não é apenas uma nova cabine, é uma nova cabine, mas com outros elementos que farão desse projeto de muitos milhões de dólares e três anos de desenvolvimento com engenharia local manter a tradição e conquistar um bom espaço no mercado. Esse estilo que desenvolvemos será único e aos poucos será adotado no mundo inteiro”.
A Ford vem investindo desde 2007,  em produtos e manufaturas. Na metade do mês de março, parou a linha de produção para que ela aumentasse sua capacidade de produção, passando de 18,9 caminhões por hora, para 22 caminhões por hora. “Nosso sistema de operação é tão eficiente que conseguimos atingir esse número com apenas um turno”, compara Jardim. “Estamos capacitando nossa fábrica para atender o mercado até 2015”.
A Ford é a única fábrica de caminhões que possui um campo de prova preparado para testar caminhões. Isso garantiu a ela manter o novo modelo em segredo, mesmo fazendo todos os testes. O Cargo 1932 cabine leito manteve o nome forte e consolidado mundialmente. A cabine leito será oferecida nas configurações 6x2 e 17 toneladas, além da versão 1932 4x2, e chassi rígido.
O novo modelo colocará ainda mais ânimo na rede de concessionárias Ford que hoje está com 132 lojas e deve fechar este ano com 142. “Nós damos muita importância ao relacionamento com a nossa rede que é um dos motivos do nosso sucesso”, afirmou Osvaldo Jardim.
O Cargo 1932 cabine dupla sai de fábrica com sistema PAT de segurança. Um módulo na chave conversa com o motor e só permite que o veículo seja ligado em caso de passar por esse sistema, o que torna mais difícil o roubo. Já está preparado para o módulo de rastreamento.
O Cargo tem um alto índice de reciclabilidade, como bancos, bateria e pneus. Tem uma regulamentação do governo para que as indústrias recolham todos os resíduos produzidos na operação de fabricação. E a Ford já está indo por esse caminho. Usa muita fibra de sisal que oferece resistência para o painel de instrumentos, por exemplo. 
 
A briga vai ser boa
 
“Estamos entregando um caminhão com muitos atributos que o mercado estava esperando” afirma Osvaldo Jardim. “Em 2006 tínhamos 17% e ao longo dos anos fomos perdendo participação por não oferecermos o que o mercado necessitava. Por ser um mercado estradeiro, precisava de uma cabine leito. Hoje temos esse modelo e com a transmissão sincronizada temos certeza que atingiremos os 14% de participação ainda este ano, saindo de 8%”.
 
Rápida opinião
 
Em um curto e rápido test drive na área de um hotel em Mogi das Cruzes, SP, deu para perceber que o Cargo 1932 tem muitos atributos para conquistar um bom espaço no mercado.
O caminhão que já está pronto para receber freios ABS e motores Euro V tem um interior simples, mas eficiente. A cabine conta com 12 porta-objetos para que o motorista tenha onde guardar seus pertences.  
Descendo do caminhão para assumir o posto de motorista, percebe-se que a frente é muito bonita. O grande oval dá um toque especial e os defletores formam um belo visual.
Sentado no banco do motorista deu para sentir o conforto do caminhão. O banco tem oito posições de ajustes para que o caminhoneiro encontre a sua melhor posição. Acomodado senti como que “abraçado” pelo painel com todos os comandos à mão. O espelho retrovisor direito é convexo, o que reduz em muito o ponto cego, auxiliando nas manobras.
A área envidraçada é o maior destaque. A visão é ampla em todas as direções o que dá uma ótima sensação ao dirigir. O motorista consegue ver tudo, podem dirigir tranquilo.
Senti falta de um prolongador de porta para evitar que os ladrões subam nos degraus.  A posição de dirigir, os comandos, a visibilidade que o Cargo 1932 oferece são mais do que suficientes para comprar um modelo. Mas para isso, será preciso esperar até 1º de maio, quando os modelos começam a chegar à rede de concessionárias Ford.
 
Por: Francisco Reis

Cargas Perigosas

Produto perigoso é toda e qualquer substância que, dadas, às suas características físicas e químicas, possa oferecer, quando em transporte, riscos a segurança pública, saúde de pessoas e meio ambiente, de acordo com os critérios de classificação da ONU, publicados através da Portaria nº 204/97 do Ministério dos Transportes. A classificação desses produtos é feita com base no tipo de risco que apresentam.
Além das péssimas condições de certas estradas, roubos de cargas e imprevistos com o caminhão, a falta de conhecimento do risco que representa transportar produtos perigosos é outro fator que pode colocar em risco a vida do carreteiro. Isso porque são poucos os profissionais que trafegam pelas rodovias e sabem identificar o perigo de uma carga pelo painel laranja obrigatório dos quase 3.100 produtos considerados perigosos, que na maioria são constituídos por combustível (álcool, gasolina, querose, etc.) e produtos corrosivos, como soda cáustica e ácido sulfúrico.
A identificação no veículo é feita através de retângulos laranjas, que podem ou não apresentar duas linhas de algarismos, definidos como Painel de Segurança; e losangos definidos como Rótulos de Risco, que apresentam diversas cores e símbolos, correspondentes à classe de risco do produto a ser identificado.
No retângulo, a linha superior se refere ao Número de Risco do produto transportado e é composto por no mínimo dois algarismos e, no máximo, pela letra X e três algarismos numéricos. A letra X identifica se o produto reage perigosamente com a água. Na linha inferior encontra-se o Número da ONU (Organização das Nações Unidas), sempre composta por quatro algarismos numéricos, cuja função é identificar a carga transportada. Caso o Painel de Segurança não apresente nenhuma identificação, significa que estão sendo transportados mais de um produto perigoso.

Volkswagen garante fatia majoritária na MAN

Nesta semana, a Volkswagen assegurou a fatia majoritária na fabricante de caminhões MAN, com uma participação de 55,9% da empresa na Europa. Esta parcela permite que a companhia detenha assentos no conselho supervisor, uma forma de acelerar a cooperação entre a MAN e a Scania, também da Volkswagen. "Estamos mais do que satisfeitos com o resultado", comemorou o presidente-executivo da companhia, Martin Winterkorn, por meio de um comunicado oficial. “Como resultado, nosso objetivo de conseguir substanciais sinergias entre MAN, Scania e Volkswagen, que é o interesse de todos os acionistas, funcionários e clientes, está ficando mais próximo”, destaca. Com a ação, a empresa pretende criar a maior montadora de caminhões da Europa para assim poder competir com Volvo e Daimler e expandir a esfera de atuação da Volkswagen.  Com a unificação, o grupo Volkswagen volta a controlar a divisão de caminhões da marca no Brasil.

Fonte:http://www.ocarreteiro.com.br

Fim da carta-frete aquece mercado financeiro

Com o fim do pagamento dos fretes rodoviários por meio da carta-frete, bancos e administradoras de meios eletrônicos de pagamento estão se movimentando para desenvolver produtos e fazer parcerias voltadas para atender este mercado. Até outubro, obrigatoriamente, todo o fluxo de pagamento de frete a motoristas de caminhão terá que ser pelo sistema financeiro formal.
Atualmente, apenas o Bradesco atua na área, com um cartão pré-pago com bandeira Visa, instrumento usado pelas transportadoras para fazer o pagamento dos carreteiros autônomos. Com a exigência da formalização, o Banco do Brasil será um novo participante desse segmento, além do BicBanco – que se prepara para atuar na área.
De acordo com estimativas do governo federal, apenas R$ 16 bilhões são destinados a pagamento do transporte rodoviário anualmente no País. Entretanto, segundo estimativas da consultoria Deloitte, trata-se de um mercado que movimenta cerca de R$ 60 bilhões por ano. Ou seja, R$ 44 bilhões transitam na informalidade.
De olho neste mercado, o BB lançará no segundo semestre um cartão pré-pago para o segmento. Ao que tudo indica, o cartão terá a marca Visa, já que a bandeira é a única com rede de aceitação de alcance nacional e que tem um produto voltado para o segmento de transportes, o Visa Cargo.
Segundo Mário Casasanta Pereira Netto, gerente executivo da diretoria de cartões do BB, a meta é, a princípio, atender a própria base, já que a instituição financeira tem em carteira cerca de 40 mil empresas que trabalham com transporte de carga rodoviária, sem contar os próprios carreteiros que já são correntistas da instituição e não há como identificar um a um dentro de universo de 50 milhões de contas, diz Casasanta.


Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br