Maneira de ligar e desligar o caminhão pode prejudicar a vida útil do turbocompressor
18:27
Postado por Mateus
A atenção em hábitos corriqueiros pode preservar a vida útil do turbocompressor, componente responsável por aproveitar a energia dos gases de escapamento para comprimir o ar que será admitido pelo motor e, assim, aumentar a potência do caminhão.
“O turbocompressor trabalha de forma independente do motor, com rotação diferenciada. Por isso, ao dar a partida no veículo é preciso deixá-lo em marcha lenta e somente quando a luz de óleo apagar é recomendado dar rotação ao motor”, afirmou Osvaldo Peres, chefe de oficina da Tietê Veículos. Desta maneira, a lubrificação percorre todo o motor e chega ao turbocompressor, que conta com rotação bem mais alta que o motor.
Ao chegar de uma viagem, é fundamental deixar o caminhão em marcha lenta de um a dois minutos para que a rotação do turbo alcance rotação mínima de trabalho, equivalente a marcha lenta do motor. “Quando o motorista dá carga no motor a rotação se eleva. Caso ocorra o desligamento do motor, a lubrificação do turbo é cortada imediatamente e, consequentemente, esse componente trabalha no seco, sem óleo”, advertiu.
Peres também chama a atenção para a manutenção do turbocompressor. “Por trabalhar em alta rotação é muito sensível às impurezas. É muito importante que o operador utilize o óleo especificado pelo fabricante, bem como faça a troca no período recomendado para garantir óleo de qualidade, sem impurezas e livre de contaminações, mantendo a lubrificação adequada do turbo”, comenta o chefe da oficina.
Fonte: Portal Transporta Brasil
Concessionária Volvo investe R$ 1 milhão em unidade de Caçapava (SP)
18:21
Postado por Mateus
Mário Oliveira, diretor-superintendente da rede Auto Sueco
A Auto Sueco São Paulo, concessionária de caminhões e ônibus da Volvo, anunciou o investimento de aproximadamente R$ 1 milhão na unidade de Caçapava, no interior paulista. Segundo Mário Oliveira, diretor-superintendente da rede, o valor será aplicado em equipamentos, estrutura e ampliação da planta para a construção de dois novos boxes na oficina.
A concessionária também receberá novas instalações, como a “Sala dos Motoristas”, que oferece banheiros e vestiários, televisão, mesa de jogos, cozinha e acesso à internet aos motoristas que têm de esperar algumas horas pela realização dos serviços nos veículos.
“Os investimentos fazem parte do nosso plano de expansão até 2015 e Caçapava tem registrado números de crescimento consistentes. No ano passado o volume de negócios na unidade ficou em R$ 26,5 milhões, uma alta de mais de 53% em relação a 2010. Nossa expectativa para este ano é crescer 30% na cidade”, destaca Mário Oliveira.
Também serão feitas melhorias visando a sustentabilidade da unidade, com o armazenamento de água da chuva para o reuso, além da coleta seletiva e a separação dos resíduos, como óleo e lubrificantes, e o melhor aproveitamento da luz natural para diminuir o consumo de eletricidade. As obras de reformulação em Caçapava devem durar de 90 a 120 dias.
Fonte: Portal Transporta Brasil
TCU constata problemas em estrada no Sul
08:30
Postado por Mateus
A auditoria feita pela Controladoria-Geral da União (CGU) mostra um retrato desatualizado das condições de tráfego e segurança nas rodovias federais concedidas durante o governo Lula, mas abre um questionamento ainda válido: se as concessionárias tiveram dificuldade em cumprir integralmente as suas obrigações no “básico do básico”, antes de a cobrança de pedágio ter sido iniciada, por que teriam um desempenho melhor quando as exigências de obras e serviços aumentaram?
Não há, por enquanto, uma resposta definitiva. O relatório da CGU se refere exclusivamente à primeira etapa do Plano de Exploração Rodoviária (PER) definido em cada contrato. Trata-se da fase de trabalhos iniciais, relativa aos seis primeiros meses de concessão, que é tida pelas empresas como uma espécie de “tapa-buracos” antes de as obras mais amplas serem executadas.
No entanto, a primeira de uma série de auditorias preparadas por outro órgão de fiscalização e controle, o Tribunal de Contas da União (TCU), demonstra que os problemas nas rodovias federais concedidas no governo Lula podem não ter diminuído – talvez tenha ocorrido justamente o contrário.
Uma auditoria do tribunal na Autopista Litoral Sul – um trecho de 382 quilômetros que compreende, pela BR-376 e pela BR-101, a ligação de Curitiba à divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul – aponta o risco “muito significativo” de que as obras relativas à segunda etapa do PER “não venham a ser concluídas no prazo contratual”. Essa segunda etapa engloba tudo o que está planejado entre o 7º mês e o 5º ano de concessão.
A conclusão da auditoria, aprovada pelos ministros do TCU no fim do ano passado, apontou que revisões indevidas de tarifas, atrasos em obras obrigatórias e remuneração em duplicidade podem gerar prejuízos de R$ 870 milhões aos usuários nos 25 anos de concessão. Há casos de obras de responsabilidade contratual da concessionária, mas que estão sendo feitas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). A qualidade do asfalto também é criticada.
“É possível visualizar que segmentos importantes com péssimo comportamento, como os próximos à região metropolitana de Florianópolis, entre os quilômetros 180 e 220, que deveriam ser priorizados, receberam camadas de microrrevestimento em apenas três segmentos de um quilômetro ao longo de 80 quilômetros de extensão”, afirmam os auditores.
O relatório continua: “Ante todo o exposto, é lícito concluir que as intervenções que até o momento vêm sendo realizadas na rodovia, meados do quarto ano da concessão, não atendem às previsões de desempenho estabelecidas no PER, pois não se constituem em obras relativas à recuperação da rodovia, mas apenas à continuação das obras relativas aos trabalhos iniciais.”
Para o Tribunal de Contas da União, mesmo que a concessionária seja capaz de executar todas as obras necessárias para cumprir o contrato até o fim do 5º ano de concessão – no início de 2013 -, será preciso correr com os trabalhos e isso pode significar transtornos aos usuários.
Os auditores do tribunal escolheram a fiscalização das rodovias federais concedidas durante o governo Lula como uma das suas prioridades do ano. No segundo semestre, devem inspecionar mais uma rodovia, ainda a ser definida.
Depois dos sete lotes leiloados em 2007, o governo Lula ainda licitou a BR-116 e a BR-324, na Bahia. Já no governo Dilma, o leilão da BR-101, no Espírito Santo, está à espera de homologação na Agência Nacional de Transportes Terrestres. Uma medida cautelar do TCU impede a confirmação do resultado pela agência.
Fonte: Carga Pesada
Scania apresenta linha off road com motorização Euro 5
15:39
Postado por Mateus
A Scania apresentou sua nova linha de caminhões off-road com motorização Euro-5, indicados para soluções rodoviárias e fora de estrada durante a Agroshow, evento do agronegócio realizado em Ribeirão Preto (SP). Os modelos apresentados foram o G 480 6×4, G 440 6×4, P 250 6×4 e R 440 (versão 4×2 e 6×2), desenvolvidos para atuar em diversas aplicações fora de estrada.
Um dos destaques da exposição foi o pesado G 480 6×4, na versão cavalo-mecânico, para aplicações como rodotrem, rodotrês e tritem. O rodotrem vem ganhando espaço nas usinas brasileiras por conta da maior capacidade de carga e da versatilidade do sistema bate-volta para retirar o produto pronto do canavial.
Já o G 440 6×4, na versão plataforma que tradicionalmente, na operação, é acoplado a duas carretas (julietas), formando a composição conhecida como treminhão.
Para o apoio no transbordo, operação que transporta a cana recém-colhida por sistemas mecanizados até os caminhões, a montadora desenvolveu o P 250 6×4. “Em comparação ao trator que costuma ser utilizado por algumas empresas no transbordo, o P 250 é mais fácil de ser manobrado e mais rápido para se deslocar nas frentes de colheita”, afirma Silvio Renan Souza, gerente de Vendas de Veículos Off Road da Scania no Brasil.
O modelo R 440 4×2 é outra novidade da marca que pode ser utilizado na transferência do produto acabado, saindo da usina de cana ou da plantação de grãos e se dirigindo, por exemplo, ao porto ou ao distribuidor da rota pré-determinada pelo cliente.
Outro destaque do estande da Scania será o primeiro chassi de ônibus de motor dianteiro movido a etanol do Brasil, o F 270 4×2, que complementa a linha de produtos que utilizam o combustível derivado da cana-de-açúcar. O veículo pode ser utilizado em aplicações severas, em pavimentos irregulares e ambientes rurais, como, por exemplo, no fretamento de colaboradores das usinas de cana.
Os veículos da marca, equipados com motorização Euro 5, utilizam a tecnologia Scania SCR (redução catalítica seletiva), que usa o aditivo ARLA 32 no processo de redução de emissão de poluentes.
Fonte: Portal Transporta Brasil
Ipem-SP reprova 33% dos cronotacógrafos fiscalizados neste ano
15:24
Postado por Mateus
O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) reprovou 427 (32,8%) dos 1.300 cronotacógrafos examinados de janeiro a abril deste ano. As principais autuações ocorreram pela falta de lacre e etiqueta do Inmetro, ou por estarem com certificado de verificação vencido ou até mesmo inexistente. Neste período, foram abordados veículos de carga, de transporte de produtos perigosos, ônibus escolares e coletivos, em operações nas rodovias e em empresas.
“Os números mostram que boa parte dos motoristas está desatenta, o que é bastante grave, pois, além da autuação, o condutor expõe outras pessoas a riscos quando seu equipamento não está calibrado”, avalia José Tadeu Rodrigues Penteado, superintendente do Ipem-SP. O cronotacógrafo registra dados importantes como distância percorrida, pontos de parada, respeito aos limites de velocidade e tempo de direção sem paradas.
Proprietários dos caminhões ou empresas que não possuírem o certificado de verificação válido do cronotacógrafo são autuados e têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem-SP. A multa varia de R$ 100 a 1,5 milhão, dobrando na reincidência.
Cronotacógrafo
O cronotacógrafo contém um disco diagrama de papel ou fita que deve ser trocado a cada 24 horas ou sete dias.
Para obter o certificado de verificação, obrigatório para transportar cargas e passageiros, o proprietário do veículo deve lacrar o equipamento em uma oficina autorizada pelo fabricante e credenciada pelo Inmetro. Em seguida, deve passar por ensaios em um posto autorizado pelo órgão federal que analisa se o instrumento atende aos requisitos do regulamento.
O posto envia ao Ipem-SP um relatório sobre essa análise e os discos do “crono” para que sejam feitos ensaios metrológicos. No caso de aprovação, o certificado de verificação é emitido e tem validade por dois anos em todo o território nacional.
Relação de oficinas credenciadas e de postos credenciados, estão no site do Ipem-SP: www.ipem.sp.gov.br
Em caso de dúvidas, reclamações ou denúncias, o consumidor pode recorrer ao serviço da Ouvidoria do Ipem pelo telefone 0800 0130522 de segunda a sexta, das 8h às 17h, ou enviar e-mail para: ouvidor-ipem@ipem.sp.gov.br
No site www.ipem.sp.gov.br, estão disponíveis informações sobre toda a legislação metrológica e da qualidade vigentes no país e estatísticas de fiscalização.
Fonte: Portal Trasporta Brasil
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