Tector chega com teto alto, interior novo e motores mais potentes
09:13
Postado por Mateus
A fabricante Iveco revela a segunda novidade que será apresentada ao público na próxima Fenatran. A família de semipesados Iveco Tector, da linha Ecoline, ganhou uma nova cabine de teto alto, novo interior e painel, além de motores mais potentes. As primeiras versões do modelo serão lançadas em 2012.
Na linha Ecoline, a cabine do novo Tector tem opção de teto alto, que oferece mais espaço para motorista e ocupante. O painel novo é ergonômico e elegante. Os indicadores de velocidade e rotação do motor (rpm) são analógicos, bem visíveis, e entre eles está o computador de bordo, com econômetro e indicador de nível de Arla 32. Os bancos ganharam novas forrações.
O caminhão passa a contar com farol de neblina, espelhos retrovisores elétricos, nova suspensão de cabine e tanque de combustível de alumínio.
Os novos motores Iveco-FPT NEF 6 de seis litros e commom rail atendem às normativas Proconve P7 (Euro 5), e estarão disponíveis nas potências de 220 e 280 cavalos. Comparado ao modelo anterior, o consumo do novo Iveco Tector melhorou em até 4%. O câmbio ZF sincronizado tem sistema “single H”. A gama vem com cinco opções de entreeixos, com melhor adequação às necessidades do transportador.
Todas as famílias Ecoline da Iveco (Tector incluso) serão produzidas no Brasil, na fábrica da empresa em Sete Lagoas/MG, o que significa que poderão ser financiados pelo Finame. Haverá importação somente para as versões destinadas a aplicações especiais.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Abrindo as portas
16:27
Postado por Mateus
Elas são mais leves, de fácil manuseio e com alta durabilidade. Essas são as pricipais características das novas portas fabricadas pela empresa PPW Brasil. Feitas a partir de materiais nobres e tecnologia de última geração, chegam para atender o mercado nacional de suprimentos para transportes. São dois novos modelos, o Heckos PPW e a Aluvan PPW. Com formato roll-up (abrem para cima, como uma porta rolante), e não utilizam madeira em sua composição, o que reflete diretamente na durabilidade do produto.
Graças ao conceito roll-up, agregam todos os benefícios desse formato como permitir maior agilidade na abertura e fechamento, fácil colocação do lacre ao término do carregamento, economia de espaço e facilidade na hora de executar manobras nos armazéns, entre outros benefícios. Testadas pela Fundação Vanzolini, apresentaram 42% de ganho em produtividade no uso em carretas e 63% de ganho produtivo quando utilizada em carros de entregas urbanas.
A Heckos PPW vem com altura de 300 milímetros, ideal para carretas e caminhões de médio e grande portes. Fabricada com ABS (acronolitrila, butadieno, estireno) e policomposite de alta performance - ASA (acrinolitrila, estireno e acrilato)-, é reciclável e bem mais leve que as demais portas desse segmento.
Já o modelo Aluvan PPW possui tecnologia inglesa e fabricada a partir de painéis de alumínio extrudado, com altura de 35 milímetros e design côncavo. Graças ao formato é versátil, permitindo sua utilização como portas laterais e adequadas para veículos especiais e veículos de pequeno porte (sobre chassis). Com total otimização do espaço, a Aluvan PPW tem corrediças em nylon fixadas na laterial (não-rebitadas).
Fonte: Traspoonline
Compra antecipada de caminhões Euro 3 é abaixo do esperado e mercado cai em setembro depois de meses de alta
16:20
Postado por Mateus
O mês de setembro freou a tendência de alta que o mercado de caminhões vinha apresentando neste ano, especialmente no segundo semestre, quando se previa incremento nas vendas por conta dos preços dos veículos comerciais que serão mais altos a partir de janeiro do ano que vem devido à nova motorização Euro 5.
A pré-venda, no entanto, não aconteceu no ritmo esperado. De acordo com os números divulgados hoje pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), no mês passado foram comercializados 14.960 caminhões no mercado interno, uma queda de 9,1% quando comparado com os resultados de agosto que teve 16.458 veículos vendidos, e ainda inferior a julho, quando o mercado absorveu 15.551 caminhões.
No comparativo entre setembro e agosto deste ano, no mercado de leves, com exceção das marcas Iveco e Agrale, todas as demais fabricantes tiveram queda nos negócios. Nos médios, apenas Iveco e MAN conseguiram faturar mais. No segmento dos semipesados a única que conseguiu vender mais foi a Mercedes-Benz, todas as outras tiveram vendas inferiores a agosto. Já no competitivo segmento dos pesados, todas as fabricantes nacionais venderam menos.
Setembro passado foi ruim para todos os segmentos. Os leves sentiram mais a queda do mercado: os negócios caíram 13,2% comprando-se com o volume vendido em agosto. O segmento de médios foi o que menos sentiu o abalo: foram 1.325 caminhões vendidos em setembro contra 1.326 em agosto (queda de apenas um veículo). Os semipesados caíram 7,6% e os pesados tiveram queda de 8%.
Considerando todos os segmentos, apenas duas marcas se livraram de amargar vendas menores neste setembro negro: Mercedes-Benz e a nacional Agrale, mas o volume mensal da fabricante brasileira é muito pequeno quando comparado ao mercado geral: as vendas médias da marca gaúcha giram em torno de 70 caminhões por mês. A Mercedes-Benz fechou setembro com 3.952 caminhões comercializados. Contudo a MAN, embora não tenha tido um bom setembro, ainda assim liderou o mercado nacional com 4.268 unidades faturadas (em agosto vendeu 4.833 caminhões).
O aumento de 30% no preço dos veículos importados somado à estancada geral no mercado fizeram os negócios com caminhões importados caírem 32,7% em setembro comparado com agosto. No mês passado foram vendidos 105 caminhões importados contra 156 em agosto.
A despeito da queda generalizada no setor, o acumulado de janeiro a setembro deste ano foi de 129.918 caminhões licenciados contra 112.141 caminhões vendidos no mesmo período do ano passado (lembrando que 2010 foi o melhor ano da indústria) marcando um crescimento de 15,9% deste ano comparando com igual período de 2010.
Mesmo se as vendas médias acompanharem o fraco desempenho de setembro (cerca de 15 mil unidades) até o final deste ano, ainda assim o mercado total de 2011 fechará dentro das previsões da Anfavea para o setor de caminhões: perto de 180 mil unidades comercializadas. Em 2010 (o melhor ano até agora) o mercado total de caminhões foi de 171.040 unidades, 49,7% maior que o total comercializado em 2009 (114.286 veículos).
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Caterpillar sai de joint-venture e Navistar assume 100% a NC2
17:27
Postado por Mateus
A Caterpillar Inc. e a Navistar International Corporation anunciaram que a NC2 passará a ser uma subsidiária 100% pertencente à Navistar. Por meio de acordo de licenciamento de marcas, os caminhões da International e da Caterpillar continuarão a ser distribuídos pelos concessionários da International e também pelos revendedores da Caterpillar fora dos Estados Unidos.
A operação no Brasil
De acordo com a Navistar, a NC2 continuará com a mesma estrutura e projetos definidos para o Brasil. Os investimentos, a produção, a localização dos caminhões da marca International serão mantidos, com a unidade fabril em Caxias do Sul/RS e a distribuição por meio da rede concessionários da International.
De acordo com a Navistar, a NC2 continuará com a mesma estrutura e projetos definidos para o Brasil. Os investimentos, a produção, a localização dos caminhões da marca International serão mantidos, com a unidade fabril em Caxias do Sul/RS e a distribuição por meio da rede concessionários da International.
A empresa informa que os planos de lançamento de produtos Euro 5 e de novas linhas são prioridades no mercado brasileiro. Os planos de investimentos no Brasil continuam inalterados. Hoje, os caminhões International, comercializados pela NC2, possuem 14 concessionárias em todo o País.
De acordo com a Navistar, o nome NC2 será mantido.
Fonte: Brasil Caminhoneiro
Stênio Garcia é a favor de remake do Carga Pesada
09:09
Postado por Mateus
A história de Pedro e Bino foi contada pela série Carga Pesada durante anos na Rede Globo, separadas em duas épocas. Stênio Garcia, que interpretava o caminheiro Bino, confessa que não teria ciúmes se um novo ator tomasse seu lugar em um remake. Ele ainda acrescenta que daria uma força para o intérprete de seu eterno personagem.
“Eu acho que eu iria ensinar um pouco! Pelo menos a dirigir o caminhão! [risos] Eu e o Fagundes iríamos meter o bedelho porque a gente escrevia, participava da produção, ficava envolvido na realização de Carga Pesada, então a gente conhece profundamente esses personagens".
O ator ainda acredita na possibilidade de acontecer esta nova produção da série, já que foi um grande sucesso de duas gerações.
“Acho que futuramente podem surgir outros atores porque e uma vida muito bonita do caminhoneiro. Acho que é digna de ser mostrada em novos programas. Se aparecer, vou admirar e assistir”.
Hoje Stênio assiste sua performance na reapresentação do canal Viva e ele acredita que seja sempre válido mostrar novamente esta história.
“Eu amei fazer porque é o herói trabalhador brasileiro. O caminhoneiro responde a todas as funções de distâncias, transporta a pele e o estômago do brasileiro para todos os lados. O Bino é um personagem que eu respeito muito e tive uma amizade muito grande com o Fagundes e claro que isso foi muito explorado, durante 30 anos que foi a vida de Pedro e Bino no Carga Pesada”.
Apesar de não estar mais em tevê aberta, um longa-metragem já foi até cogitado e o ator diz que ainda há tempo para isso, mas agora está ocupado com outros projetos.
“A gente deseja isso. Ainda cabe isso. Mas eu estou com alguns roteiros de filmes e, por incrível que pareça, devo fazer um ex-boxer, um treinador, um boxer acabado, um roteiro bonito para 2012”.
Fonte:OFuxico
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